domingo, 4 de outubro de 2009

As fases do homem

És criança adulto torna-te menino
Frágil, vigoroso, forte, cheio de mal
Chegas ao apogeu e desces na vertical
Vives, mimado, alegre no cantinho.

És embalado, aguerrido, vencido
Tens esperanças, objectivos e cais
Sorris de contente folgazão dás ais
És acarinhado, desejado, esquecido.

És pinto, galo, lobo, leão, cordeiro
És meigo, duro, impetuoso e fraco
És caminho, estrada, vereda, carreiro.

És dócil, bom, mau, terror e metes dó
Perdes a vista, ouvido o sentir o tacto
És barro, pedra, rocha e torna-te pó.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Simples livros inteiramente da sua lavra

Rafael Souza no seu livro "A Subida difícil"
Critica todos os mais poderosos deste país
Revelando as suas incongruências na raiz
Atitudes e os actos que eram de costume vil.


Na sua obra "Problemas de Foro Intimo"
Condena alguns da prepotência castrense
Que infertilidade o casal militar vence
Optando por um secreto caminho ínfimo.


Na sua narração "Há Sempre um Amanhã"
Desmistifica proprietários empoleirados
Que exploravam trabalhadores gente sã


No seu livro "Os males que vêm por bem"
"Filho do Conde" faz reparos tipificados
Na "Antologia" fala desta vida e do Além

A opulência e a humildade

Há alguns indivíduos que nasceram num berço de ouro e que tiveram todos os bens afectivos e materiais ao seu dispor. A maioria dos mais lelos tentam valorizar-se e exigem certas deferências pelos objectos que ostentam como: um carro de topo de gama, mota, vivenda com piscina, mas não pelo saber, pelos cursos que fizeram e muito menos por terem sido beneméritos.
È sabido que nem sempre as excelentes condições económicas são um sinal de felicidade, por vezes o poder económico desajusta certas pessoas á realidade efectiva, no que concerne às condições físicas, mentais e psicológicas, muitos desses indivíduos ricos passam uma vida de insatisfação permanente.
Ao contrário vêem-se pessoas que tiveram uma adolescência humilde que vivem uma vida mais feliz. Quando através do seu trabalho conseguem adquirir uma casa, um carro (ainda que seja usado), uma pequena horta onde possam colher alguns legumes e frutos e ainda quando outros bens não bem necessários lhes possam trazer melhores condições sociais, a sua felicidade redobra. Todos esses factores tornam-se múltiplas fontes de satisfação e de felicidade para os mais humildes.
Este sentimento de bem-estar acontece com todos aqueles que tiveram um conforto exíguo, em que os seus ascendentes tiveram que laborar durante uma vida inteira de sol-a-sol para angariarem o sustento para sua prole.
Claro que, não creio que todos que nasceram ricos estejam condenados à infelicidade! Embora, a felicidade maior seja um estado de espírito que se vai construindo paulatinamente conforme os êxitos pessoais e familiares. Parece-me, que a felicidade se dá mal com a arrogância, prepotência e sobranceira, o que é muito comum hodiernamente, em que a incivilidade é regra e a humildade é sinal de debilidade, como pretendem demonstrar os mais ignaros ou broncos plutocratas.
Constata-se que até nas doenças as atitudes são muito diferentes. Os humildes aceitam a dor, o mau estar, o sofrimento e todas as angustias que a doença lhes causa, problemas de toda a ordem, mas suportam tudo sem desespero. Tomam todas as precauções que lhes são possíveis porque sabem que o ser humano tem as suas limitações, tentam prolongar a vida com muita perseverança e paciência. Esta filosofia de vida remete para a Doutrina Estóica.
Os ricos quando são assolados por uma patologia súbita e grave, ficam prostrados, não suportam as dores nem incómodos que isso acarreta. Desesperam, embora, possam ter todas condições para um rápido restabelecimento. Mas sentem um grande receio que a sua partida na horizontal para a cidade necrópole seja antecipada motivada por essa doença. Assim, entram num grande desespero, porque pensam que vão deixar a vida lauta e de prazer que têm, é que acontece com aqueles são seguidores da Doutrina Epicurista.
Considerando as doenças em níveis sociais diferentes posso relatar dois casos paradigmáticos:
Dois indivíduos do mesmo nível etário e conterrâneos um pobre e o outro rico foram surpreendidos por a mesma doença grave. Ambos tiveram que fazer quimioterapia no mesmo hospital em condições idênticas.
Após terem sido restabelecidos dessa grave enfermidade os clínicos oncologistas aconselharam-nos que deviam fazer uma vida mais regrada em todos os sentidos.
O rico como se sentia de boa saúde depressa voltou à vida que levava antes de ter aquela doença. Incentivado pelos falsos amigos, que alguns até tinham inveja das suas boas condições financeiras. Perante estas fortes influências continuou nas boites,grandes comezainas, bebidas (às vezes escondia-se dos familiares e dos amigos sinceros para beber bebidas que lhe faziam mal, para não ser criticado por eles), bacanais, a perder noites, etc. Cinco anos depois teve uma recaída da doença grave que tinha tido. Teve que ser submetido outra vez a um tratamento mais rigoroso e com doses mais fortes, mas não resistiu, faleceu em pleno tratamento.
O pobre cumpriu todas as recomendações dos iatros, fez sempre uma vida muito moderada em todos os aspectos. Era empregado numa fábrica que fornecia o almoço quase gratuito aos seus trabalhadores, mas ele pediu para ser desabonado da refeição
a fim de que o patrão lhe dessa a quantia correspondente à dita refeição. Porque ele tinha que ir almoçar todos os dias a casa. A sua esposa fazia-lhe sempre um comer adequado ao seu estado de saúde. O pobre tem hoje oitenta anos e o rico morreu com quarenta.
As boas condições financeiras podem, por vezes, causar o nosso infortúnio e até a morte mais cedo que a nossa resistibilidade inata devido a atitudes desregradas que o dinheiro proporciona. Para se viver feliz é preciso ser: trabalhador, sóbrio, comedido em tudo e saber enfrentar todas as agruras a vida.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

VISEU

È uma linda cidade Museu
Onde Grão Vasco nasceu
Esse génio de Pintor inato
Que exaltou o Lusitano Valor
Como fez o hábil General Pastor
Que se chamou grande Viriato

Viseu região de serras erectas
Fora a musa de alguns poetas
Que inspirou Tomaz Ribeiro
Nesta cidade tão pura e bonita
De um fulgor e beleza infinita
Vista do seu Castelo Roqueiro

Viseu grande senhora da beira
Cidade fidalga e sempre Romeira
Onde o povo tudo faz pela Grei
Consta-se que aí também nasceu
Em algures bonita zona de Viseu
D. Afonso Henriques nosso I Rei

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A nova estratégia da GNR

NUNCA ME PASSOU PELA CABEÇA QUE A GNR ESTIVESSE A FICAR TÃO ESPERTA!

Um dia o meu amigo Carlos pretendia vender o seu carro e, como já é usual, utilizou o método de colocar um anúncio com o nº de telemóvel no vidro traseiro do carro. Todos os dias levava o seu carro para o trabalho e conduzia-o muito moderadamente nunca ia a mais de 50 Km/hora, para melhor fazer a sua publicidade a fim vender a dita viatura.
Preferiu usar esta maneira,de ser ele-prório a fazer venda, do que ir vendê-lo ao Stand que tentam sempre comprar os carros usados o mais barato possivel, para depois na revenda ganharem o máximo. Este meu amigo Carlos Silva dizia que o dinheiro que iria ganhar o Stand ganhá-lo-ia ele, mas teve azar com este género de publicidade ambulante.
Num daqueles dias toca o telemóvel, quando estava a conduzir:
- Bom dia.
- Bom dia.
- Por quanto é que senhor vende o seu carro?
- Como o carro está em muito bom estado e só tem 9 anos,
não o vendo por menos de 2500,00 euros.
- A partir de hoje terá que o vender mais caro para compensar a coima que lhe vamos aplicar. Nós somos uma unidade móvel da Brigada de Trânsito da G.N.R. e estamos mesmo atrás de si. O senhor não sabe que é proibido atender o telemóvel enquanto conduz? Encoste por favor.
Assim, conseguiram caçar mais um contribuinte forçado.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A Cidade do Porto

Ao longe a cidade invicta parece fechada
Erguem-se prédios de granitos azulados
Paredes escuras com nichos amuralhados
Que abrigam gente aberta de índole vincada.


Íncolas de solidez em convicções políticas
Que foram ao longo dos séculos forjadas
Com o descoro de suas linguagem ousadas
São frontais na acção a todas as críticas.


Gente sincera com desventrada vitalidade
Cidade onde se trabalha com todo afinco
Ali não se conhece o pecado da futilidade.


Cidade alegre,popular e muito hospedeira
Onde se aprecia as tripas,com o verde tinto
E outros deliciosos pratos na zona da Ribeira.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Agina de peito

Mal súbito caracterizado por dores violentas na região do tórax, que geralmente ocorrem durante esforços físicos intensos ou no decurso do trabalho digestivo. As pontadas se estendem do peito para o braço esquerdo e costumam desaparecer rapidamente quando o paciente é colocado em repouso. Suas causas mais comuns são: ANEMIA, ARTRITISMO, ATEROSCLEROSE, HIPERTENSÃO, SÍFILIS e insuficiência de irrigação sanguínea no coração. O paciente deve permanecer em repouso absoluto até que possa ser atendido por um médico especialista. De modo geral, as pessoas que sofrem das doenças causadoras da angina do peito devem procurar orientação médica sempre que decidirem praticar atividades que exijam esforço físico acima do comum; devem também evitar alimentos gordurosos (carnes, manteiga, margarina, frituras etc) e o sedentarismo. E muito importante o controle sobre os níveis de colesterol no sangue e da pressão arterial. Nas refeições do paciente devem estar incluídos no mínimo dois dos seguintes alimentos: levedo de cerveja, cebola, alho, acelga, agrião, repolho, couve, salsa; maçã, banana, pêra, mamão e uva.
Observação: Não é recomendável misturar numa refeição, frutas com legumes, vegetais e alguns tipos de cereais.

TRATAMENTOS

Hortaliças
Alface • Chá dos talos amassados (60 g para 1 litro de água). Tomar 4 xícaras ao dia.
Couve • Extrair o suco, adicionar mel de abelhas e ferver em fogo brando até adquirir consistência de xarope. Tomar 6 colheres (sopa) ao dia.

Frutas (tratamento preventivo)
Abacaxi • Refeições exclusivas 3 vezes por semana. Veja no link.
Maçã • Cataplasma local de maçã ralada durante 1 hora, 2 vezes ao dia.
• Refeições exclusivas de maçãs 3 vezes por semana. Veja no link.
Pêra • Refeições exclusivas de pêras 3 vezes por semana. Veja no link.

Plantas
Alecrim • Chá das folhas (20 g para 1 litro de água). Tomar 3 xícaras ao dia.
Cavalinho • Chá das folhas (20 g para 1 litro de água). Tomar 3 xícaras ao dia.
Erva-cidreira e Laranjeira • Chá combinado (30 g para 1 litro de água). Tomar 4 xícaras ao dia.

Outros Tratamentos
Coalhada • Cataplasma na região do tórax, com duração de 30 minutos, 2 vezes ao dia, durante 15 dias. Esta cataplasma ajuda a aliviar as dores durante as crises.
Geoterapia • Compressas de argila na região do tórax, com duração 2 horas. Veja no link.
• Compressa de argila na região lombo-ventral, com duração de 2 horas. Veja no link.
Hidroterapia • Banho vital com duração de 20 minutos. Veja no link.
• Fricção com toalha fria, pela manhã ao despertar. Veja no link.
• Banho escalda-pés. Veja no link.
Texto extraído do livro "Medicina Alternativa de A a Z", Carlos Nascimento Spethmann.

domingo, 30 de agosto de 2009

LIsboa

Lusa capital, esta cidade das sete colinas,
Que brilham com o sol , luzes e o luar,
Reflectem -se nas águas do Tejo e do mar,
Originas um encanto que o mundo fascinas.



Hoje como outrora és centro Cosmopolita,
Metrópole, porto de chegadas e de partidas.
Lugar dos políticos e gente de todas lidas
Urbe onde tudo se movimenta e agita.



No trabalho, divertimento .passeio e jogo
Com condições de vida para toda a gente
É a forma de vida desta cidade deste povo



Onde se ouve a genuína canção do fado
Em todos os espectáculo se canta e sente
É o segundo hino, do presente e passado



A

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Letra para uma canção

Oh! Cientistas deste belo planeta
Não deixeis piorar mais o astro
A membrana protectora está seca
Devido à má conduta do seu lastro.

Inventai uma boa terapia
Para este planeta paciente
Vemos que de dia para dia
Parece estar mais doente

Substitui às fábricas poluentes
Carros,aviões por outra combustão
Todos iremos mais ficar doentes
Se não travarem a grande poluição.

Inventai uma boa terapia
Para este planeta paciente
Vemos que de dia para dia
Parece estar mais doente

Civilizai as gentes desta terra
Sobre todas formas de poluições
Porque esta é uma surda guerra
Que irá matar mais que canhões

Inventai uma boa terapia
Para este aplaneta paciente
Vemos que de dia para dia
Parece estar mais doente

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A História do Pão

Desde dos primeiros tempos, que o pão teve um papel muito importante e marcante na alimentação dos povos em especial nos países europeus. Hodiernamente,ainda continua a ser um dos principais alimentos das pessoas que têm menos recursos económicos. Quando numa casa de família pobre não falta o pão, geram-se grandes problemas.Que estão de acordo com o ditado popular “ casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”.
O substantivo pão tem perdido o seu significado básico, mas não enquanto matéria comestível do género masculino que deriva do latim “panis”, que significa produto alimentício feito à base de farinhas de diversos cereais: trigo, centeio, milho, cevada, aveia etc. Que depois da farinha bem amassada com água temperada com sal e fermento é cozinhado no forno. Assim, se produz o delicioso pão. Quando o artotécnico (padeiro) prepara bem a massa e o coze num forno a lenha, este tipo de pão é chamado de pão caseiro, que toda a gente citadina prefere pelo seu sabor e qualidade.
Ao vocábulo pão têm-lhe atribuído variados significados denotativos como: de trabalho, de salário, de sustento, de sobrevivência, da luta pela vida, e até da liberdade. Mas também lhe são atribuídos outros significados conotativos de acordo com a cultura dos diferentes povos e comunidades.
Em Portugal, a juventude usa o vocábulo pão como forma de piropo positivo ou negativo respeitante ao sexo oposto: se é atraente diz-se “que grande pão” , mas quando não agrada “é um pãozinho sem sal”, se não é nada sexe e tem atitudes grosseiras, “ é um pão duro de côdea grossa!
Os meus leitores que quiserem aprofundar toda a história do pão, aconselho-os a visitarem o Museu do Pão em Ceia. Aí poderão ver também como se faz o pão e verdadeiras obras de arte feitas de pão de todas as formas e cores. Onde os artotécnicos se esmeram para deixarem a sua marca.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

As marcas do homem na terra

Desde que o homem apareceu no planeta terra, tentou deixar alguns vestígios. Quer na transformação do meio ambiente em que vivia adaptando sempre que possível ao seu modo de vida, quer na linguagem que usava e nos utensílios.
A marca da sua passagem na terra quis deixá-la bem assinalada logo que, pela primeira vez riscou a pedra e aí gravou: ideogramas, signos, desenhos, etc. Os suportes físicos ou materiais que dispunham eram diversos como: as rochas, árvores, cascas de árvores, peles de animais e chifres dos animais mais corpulentos. Deste modo, conseguiu transmitir à posterioridade, todas as técnicas que usou a sua arte e a sua linguagem.
Podemos observar todos estes vestígios artísticos, ideográficos e signos linguísticos no Parque da Arte Rupestre no Vale do Rio Côa, na Freguesia de Castelo Melhor no concelho de Vila Nova de Fozcoa, e em muitos outros lugares em Portugal e por todo o mundo.
Ao longo dos séculos os produtos que serviam de suporte à escrita, tornaram-se cada vez mais manuseáveis e transportáveis, de modo que, fosse mais difundida e que chegasse ao maior número de pessoas, mas a literatura manuscrita da Europa, durante muitos séculos, foi quase exclusiva do clero e dos grandes senhores literatos.
A partir da invenção da imprensa escrita mecanizada descoberta por Johann Gensfleich Gutenberg , tudo se alterou, como se fosse uma grande revolução. Esta revolução na escrita caracterizou-se pela grande capacidade de aumentar ao máximo a produção de livros que puderam ser enviados para toda a parte do mundo.
Os livros de aprendizagem tornaram-se acessíveis. A imprensa escrita veio facilitar o acesso ao ensino a milhares de pessoas, porque até aquela data estava confinado à exclusividade do clero.
A evolução das tecnologias no que se concerne à comunicação através de complexo do jogo de lógica binária criou nova revolução na palavra escrita, que chega todos os lugares mais recônditos do planeta e até de todo o universo.
Hoje, podemos da internet: enviar cartas o chamado correio electrónico através dos e-mails , ter páginas escritas que são os blogues, sites textos escritos, álbuns virtuais que toda a gente pode ter acesso. Apesar de serem visíveis virtualmente no ecrã podemos trazer imagens ou escrita virtuais para o mundo real, basta que o suporte seja o papel.
Hodiernamente, podemos lançar informação escrita para o espaço, para uma terra de ninguém que pode ser consulta por toda a gente. É a globalização impar que internet e os telefones proporcionam a todos os cidadãos do mundo.

Les réfugiés politiques et de la guerre

Parfois, il faut sauver la vie, quand elle est menacée même dans notre pays! Nous pouvons voir des personnes à fuir de leurs pays pour sauver la vie ou ne pas être fermées toute la vie en prisions. Certains pays de l´Europe notamment Portugal, Espagne, France, Belgique, hollande et l´Angleterre. A l´Amérique USA et Canada. Tous ces pays sont Terres d´accueil pour ces personnes menacées.
Les pays susdits ou susmentionnés donnent la protection aux hommes et aux femmes qui sont menacés dans leurs propre pays. Ce droit d´asile est reconnu presque toutes les constitutions des pays européens: Tout homme persécuté a le droit d´asile sur ces pays d´accueil.
L´Afghanistan, L´Irak et au Darfour, etc. ce sont des pays, où il y a une terrible guerre civile, qui pousse des millions d´habitants à fuir. Mais il y a aussi des réfugiés politiques. Ce qui s´ est passé avec les dictatures fascistes et ce qu´ on voit encore dans les dictatures communistes et religieuses. Où les citoyens ne pouvaient pas être une opinion sur la politique suivie par les dictateurs d´aujourd´hui, ni changer de religion. On peut dire que ces dictateurs sont pires que les fascistes.
Tous les dictateurs et ces qui provoque la guerre ne devaient pas avoir une morte naturelle!

Poema com substantivos colectivos

Regimento, corja, conclave, pinhal,
Arquipélago, cáfila, lustro, choupal,
Frota, campanha, casario, cambada,
Arvoredo, chusma, fato, esquadrilha
Equipe, matilha, chorrilho, manada,
Laranjal, falange, rancho, quadrilha.

Cacho, réstia, ramalhete, novena,
Olival, seminário, nuvem, dezena,
Enxame, tertúlia, mato, multidão,
Leva, magote, rebanho, congresso,
Horda, turma, rapaziada, tripulação,
Operariado, súcia, pomar, universo.

Dúzia, girândola, milhar, quinzena,
Elenco, ninhada, religião, centena.

Sobreiral, bancada, areia, colmeia,
Oceano, récua, choldra, assembleia,
União, cardume, caravana, faqueiro,
Sistema - solar, muar, guarnição,
Alcateia, biblioteca, rancho, outeiro,
Souto, matagal, universidade, legião.

O autor está bem visível no acróstico

sábado, 27 de junho de 2009

Como nos podem drogar

Vejam a história veridica que um meu amigo contou: " Numa sábado á tarde, procurava um telefone público e encontrei um apenas em frente ao estacionamento de Soriana (Pr Espanha). Estacionei alguns metros mais atrás e desci do carro. Quando estava a falar aproximou-se de mim, um homem sem uma perna e com muletas. pediu-me se podia ajudá-lo a marcar um número, e deu-me o cartão credifone e um papel onde estava anotado um número de telefone para eu lhe fazer a chamada. Tentei ser prestavel ao senhor deficiente, peguei no papel e comecei a discar o dito número.
Então, dentro de poucos segundos comecei a sentir que estava a desmaiar. Percebi que algo estranho se estava passar comigo, corri para o carro e fechei-me enjoado e tonto.
Tentei ligar o carro e afastei-me daquela zonao mais de pressa possivel. logo que pude estacionei o carro ... Depois, não lembro mais nada. Mais tarde despertei muito enjoado, a cabeça parecia que estourava!..Cconsegui chegar até minha casa, seguindo de imediato para o hospital. Após os exames ao sangue, confirmou-se o que o médico
suspeitava". Era a droga que está agora na moda: a "Burundanga" ou Escopolamina! " Teve sorte disse-me o médico. Não foi uma entoxicação, mas uma apenas a reacção à droga! Não quero imaginar o teria acontecido se os seus dedos tivessem absorvido toda a droga ou ficasse lá mais 30 segundos...Com uma dose mais forte, uma pessoa pode ficar até oito dias "desligada deste mundo.
"Nunca tinha pensado que aquilo se podia passar comigo! E foi tudo tão rápido!.. Eu decidi por esta história no meu blogue não para os assustar, mas para os alertar. Não se deixem surpreender! Oxalá não aconteça nada com vocês!
O Médico do hospital comentou que eram já vários os casos como este e falou dos mortos encontrados sem órgãos, encontraram-se restos dessa droga nos dedos dos mortos.Agora estão a usar esta droga invisivel para traficar os órgãos!...Tenham cuidado e avisem todos os familiares,amigos, vizinhos....Podem salvar uma vida!A Escolopamina ou Burundanga,é usada também em medicina. Provém da América do sul e é a droga mais usada pelos criminosos (geralmente em número de 3) que escolhem as suas vítimas. Actua em 2 minutos, faz parar a actividade do cérebro e com ela os criminosos roubam à vontade as vítimas e fazendo-lhes o que quiserem: roubos,abusos,
retiram-nos orgãos, etc. Uma pessoa não se lembra de nada!...
Em doses maiores pode fazer a vítima entrar em coma e até levarà morte. Pode ser apresentada em rebuçados, doces, papel, num livro que se abre...um pano, que uma vez aberto, deixa escapara droga em forma de gás e pó transparente....Cuidado com as pessoas desconhecidas que se abeiram de nós alegando qualquer pretexto.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Comezainas de Marinheiros Fuzileiros

No tempo em que os marinheiros andavam fardados pelas ruas da cidade de Lisboa, quando lhes apetecia gozar uns bons momemtos de confraternização fora da sua unidade organizavam uma boa jantarada. Normalmente abancavam num restaurante intitulado de "Farta Brutos", situado ao fundo do Campo Pequeno. As instalações eram modestas, bem ao nivel da magra bolsa do marinheiros, mas as ementas eram nuito saborosas e fartas que sucumbiam, facilmente, frente ao apetite devorador daquela clienta marinhesca. O vinho carrascão abundava, as candeias depois de apagadas eram de imediato acesas.
Havia Marinheiros Fuzileiros de várias procedências: os da província, nados e criados na fartura das aldeias, eram capazes de comer cada um: um prato bem cheio de arroz ou de batatas, um quilo de carne ou um frango inteiro e beber um litro e meio de vinho durante uma refeição.
Estes encaixavam facilmente os todos excessos nestas prolongadas comezanas. Porém outros, com estômagos mais frágeis tendo vivido os regimes delicados e comedidos das cidades, não aguentavam comer tanto, mas tentavam sempre acompanhar os seus camaradas especialmente no que dizia respeito às bebidas alcoólicas de qualquer espécie.
Naquela época os marinheiros não tinham automóvel. O dinheiro escasso proibia esse luxo e até do taxi. O eléctrico ou “on foot” (a pé), era o meio de transporte mais usual para se deslocarem em Lisboa, quando estavam muito distantes da Doca Marinha ou da Casa do Marujo lá pernoitarem, quando perdiam a última Vedeta (Barco tipo Cacilheiro) da uma hora da manhã a qual transportava os marujos de Lisboa para o Corpo de Marinheiros, Base Naval e
Base de Fuzileiros.
Após esta confraternização que terminou já bastante tarde, o grupo de Marinheiros Fuzileiros tomaram o eléctrico que parava próximo do dito restaurante.
Nesta viagem de regresso à Doca da Marinha, um dos Fuzileiros de estômado mais delicado (um dos urbìgenas = que na nasceu na cidade). Talvez, num gesto previdente, foi sentar-se isolado junto de uma janela aberta do respctivo eléctrico.
A marcha veloz deste meio de transporte, aquela hora de pouco trânsito, com poucos passageiros civis, o eléctrico parecia que dançava na sua linha, o que fora o suficiente para abalar as víceras sensíveis do estomago de um Marinheiro Fuzileiro alfacinha.
Num dado momento viram-no debruçado na janela sacudindo vómitos sucessivos numa aflição de quem se desfaz da própria alma, com uma aflição não que dava mostras de abrandar.
Duas das senhoras que viajavam sentadas mais proximo dele, iam seguindo apreensivas as fases daquele incómodo.Viram lhe voar a boina sem regresso pela janela fora, estavam com um olhar piedoso a viver aquele sofrimento alheio. Uma terceira senhora mais nova e mais atrevida tipo bordeleira "que trabalha nos bordéis" disse:
-Coitadinho deste marinheiro de água doce! Até no eléctrico enjoa!
Os seus camaradas intervieram de imediato e disseram:
-Não é do balanço do eléctrico minha senhora é do vinho!
-Então, "que vá beber água ao Rato"!..
Ela como viu que eram marinheiros muito novos, pensou que não sabiam nada desta història que se passou no Largo do Rato em Lisboa entre os marinheiros e a GNR. Estas palavras apoucavam os marinheiros “ Vai beber água ao Rato”. Pois, consta-se que em tempos muito recuados a GNR agrediu alguns marinheiros no Largo do Rato...
Por causa desta frase que disse esta insolente senhora. Dois Marinheiros fuzileiros transmontanos dos mais assomadiços mandaram parar o eléctrico ao Guarda-freio e puseram essa atrevida na rua à força e bem onomasticada obscenamente! Teve que fazer parte dessa viagem a pé aquela hora da noite por causa de ter a lingua comprida!... Tanto pior para ela, porque a partir da uma hora da noite, só havia transportes públicos de hora a hora os chamados electricos dos vadios, que o último era ás quatro da manhã.
Se fosse um homem que tivesse dito aquelas palavras, que eram ofensivas para os marinheiros, teria ficado imobilizado na rua com as costelas amachucadas ou com a cabeça partida.
Os marujos quando se sentiam ofendidos faziam os seus julgamentos sumários in loco.