quinta-feira, 5 de novembro de 2020

  

 

Gosto desta análise!

 No concernente a caducidade das

“Pessoas da Terceira Idade”, os geriatras

explicam que é uma etapa da vida que

 varia conforme a cultura e desenvolvimento

 da sociedade em que tais pessoas vivem.

Por exemplo, em países classificados como

vias de desenvolvimento, dizem que

a "Terceira Idade" a partir dos 60 anos.

 No entanto a os peritos em Geriatria,

da medicina que foca o estudo, a prevenção

as principais ocorrências na pessoa idosa,

considera que somente após alcançar 75

a pessoa é considerada de "Terceira Idade”

Nessa idade as pessoas têm habilidades

limitadas. As mudanças físicas e

expõem a perigo a qualidade de vida.

.

 O Geriatra Alemão Dr. Michael Ramscar

 considera

  "Afinal, os cérebros das pessoas mais

idosas são lentas só porque elas sabem 

muito. pessoas não declinam com a

 idade.

Os cientistas acreditam que elas apenas

 têm mesmo mais tempo para recordar

factos que acumularam muito mais

 informações seus cérebros durante a

 vida.

Muito parecido com o que acontece nos

discos rígidos dos computadores quando 

 ficam cheios, dificultando assim o tempo

às informações pretendidas.

Os investigadores dizem que esta 

 desaceleração não é o mesmo que o

cognitivo.

O cérebro humano funciona mais

na velhice, disse o Dr. Michael Ramscar,

 mas apenas porque temos armazenadas

 mais informações.

Com o tempo, o cérebro de pessoas

 mais velhas não fica mais fraco.

Pelo contrário, elas mais fortes

 quando as pessoas são mais velhas.

Esquecem do que iam fazer na outra

 dependência da casa, esse não é um

de memória mas apenas uma forma da

 Natureza as obrigar a fazer mais

exercício físico".

 

 


Moeda dos três vinténs

Pela primeira vez, em Portugal, no reinado de D. Pedro II,

cunhou-se a moeda de três vinténs, de prata. E foi sendo

cunhada até ao fim do reinado de D. Miguel que terminou

em 1834 pela convenção de Évora-Monte. Nos reinados

seguintes desapareceu esta simpática moedinha, embora

continuassem em circulação às anteriormente cunhadas.

Esta moeda de prata, pequenina, tem, para os estudiosos

da antropologia cultural, um encanto especial. É que ela

anda ligada uma tradição de séculos e uma expressão

 linguística corrente ainda hoje, embora com significado

 bem específico que todos conhecemos:

aquela já não tem os três vinténs; ou já lhe tiraram os

três vinténs.

Mas, vamos à história: antigamente, as mães que podiam

ofertavam às suas filhas, às vezes logo no dia do nascimento,

uma moedinha de prata, de três vinténs, ou seja de 60 réis a

 que faziam um furinho por onde passavam um fio que

 permitia dependurá-la ao pescoço da menina. Funcionava

 como amuleto para salvaguardar a pureza e a virgindade

daquela jovem que durante toda a vida o usava com orgulho.

 Só com o casamento ela entregava a moedinha ao marido.

 Este, orgulhoso, lha tirava-lha do pescoço para a guardar

religiosamente. Podia então a sociedade afirmar com verdade

que ela já não tinha os três vinténs porque os deu ao marido

 Estava, pois, casada, não era mais uma menina virgem.

No reinado de D. José I, em data não assinalada na cunhagem:

três vinténs de prata. A marca caraterística destas moedas,

como se disse, era o furinho por onde passava o fio que havia

 de as suspender. Todavia, a peça que hoje vos trazemos tem

dois furos, não alinhados, o que, muito provavelmente, significa

 ter servido duas vezes: à mãe e à filha, à avó e à neta...

Talvez que uma importante superstição aconselhasse que o

mesmo furo não devesse servir duas vezes. Bonito, a nosso ver,

 é o estudo da cultura tradicional e popular dos portugueses;

 e esta peça e esta história e tudo o mais que gira à sua volta,

 parecem-nos encantadores.

Um cartão de visita e uma surpresa!


Um jovem universitário viajava no mesmo banco de

Transporte  com um venerável ancião que ia rezando

 o seu rosário.

 O jovem atreveu-se a dizer-lhe:

-Porque é que em vez de rezar o rosário não se dedica a

 aprender e a instruir-se um pouco mais?

 Eu posso enviar-lhe algum livro para que se instrua. O ancião

respondeu-lhe:

-Agradecia-lhe que me enviasse o livro para esta direção; e

entregou-lhe o seu cartão. Nele dizia:

Luis Pasteur, Instituto de Ciências de Paris. O universitário ficou

 envergonhado. Tinha pretendido dar conselhos ao mais famoso

 sábio do seu tempo, o inventor das vacinas, estimado em todo o

mundo e devoto do rosário.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

 

Uma mulher regava o jardim de sua casa

e viu três idosos com os seus anos de experiência

frente ao seu jardim.
Ela não os conhecia e  disse - lhes:
- Não os conheço, mas devem estar com fome.
Por favor entrem em minha casa para que possam

comer algo.
Eles perguntaram:
- O homem da casa está?
- Não, respondeu ela, não está.
 Então não podemos entrar, disseram eles.
Ao entardecer, quando o marido chegou, ela contou

-lhe o sucedido.
O marido lhe disse:
- Então vá lá e diga a eles que já cheguei e os convide

paraentrar.
A mulher saiu e convidou os homens para entrarem

em sua casa.
- Não podemos entrar numa casa os três juntos,

 explicaram os velhos.
- Por quê?, quis saber ela.
Um dos homens apontou para outro dos seus amigos e

explicou:
O nome dele é Riqueza.
Depois apontou para o outro.
O nome dele é Êxito e eu me chamo Amor.
Agora entre e decida com o seu marido
qual de nós três, vocês desejam convidar para entrar

em vossa casa?

A mulher entrou em casa e contou a seu marido o que

 eles lhe haviam dito.
O homem ficou muito feliz e replicou:
- Que bom!
Já que é assim, vamos convidar a Riqueza, que entre

e encha a nossa casa.
Sua esposa não estava de acordo:
- Querido, por que não convidamos o Êxito?
A filha do casal estava escutando tudo e veio

correndo a dizer:
- Não seria melhor convidar o Amor?
Nosso lar ficaria então cheio de amor.
- Vamos escutar o conselho de nossa filha, disse o

 esposo à sua mulher.

Vá lá fora e convide o Amor para que seja nosso

hóspede.
A esposa saiu e perguntou-lhes:
- Qual de vocês é o Amor? Por favor entre e seja nosso

convidado.
O Amor sentou-se em sua cadeira e começou a avançar

para a casa.
Os outros dois também levantaram-se e o seguiram.
Surpresa, a mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito:
- Só convidei o Amor, por que vocês estão vindo também?
Os homens responderam juntos:
- Se tivessem convidado a Riqueza ou o Êxito os outros dois

 permaneceriam aqui fora, mas já que convidaram o Amor, 

aonde ele vai, nós vamos com ele.
Onde houver amor, há também riqueza e êxito.

 

   


 Sobre os idosos

 

Algumas coisas antigas que são boas para os

 idosos:

Esposas ideais.

Velhose sinceros amigos para conversar.

A velha lenha para aquecer no inverno.

Os livros antigos para ler  e ajaduar a passar 

o tempo.

 Velhos vinhos  de boas casras para beber.

Bom presunto e paio bem feito e bem preparados

 para comer.

Boa cama e boa mesa com todas as condições 

para nãote r frio nem calor um quarto tipo suite.

discernir bem entre o velho e o idoso.

A senectitude é como escalar uma grande montanha

enquanto escala, as forças diminuem, mas o olhar

 é mais livre, a visão mais ampla e mais serena.

Os primeiros quarenta anos de vida dão-nos o texto;

os próximos 30, o comentário correto.
 
Os vetustos desconfiam dos jovens porque já foram

 jovens.
Quando te disserem que estás velho demais para fazer

alguma coisa, tenta fazer mais rápido.(asap)

.as soon as possible.

A arte do bom envelhecimento é a arte de preservar

 sempre alguma esperança em qualquer coisa.

As para alguns velhos as rugas do espírito fazem-nos 

mais velhos que as do rosto. È quando a gerodermia é

menos acentuada que a ação.
 
O jovem conhece as regras, mas o velho conhece as

todas exceções a essas regras.

Na juventude aprendemos, na velhice entendemos. 

A maturidade do homem é ter recuperado a serenidade

com a qual brincávamos quando éramos crianças.
 
O velho não pode fazer o que um jovem faz; mas

faz melhor. 

Leva-se 2 anos para aprender a falar e 70 para aprender

a calar e escutar para dizer o que sabe e saber o que diz.
 
As árvores mais antigas dão os frutos mais doces.  

A velhice tira o que herdámos e dá-nos o que merecemos. 

Um homem não é um senecto enquanto sabe reclamar 

em vez de só sonhar.

O idoso continua sonhando com objetivos que deseja

 atingir.

Está sempre em Acão e sabe improvisar ou resolver

 coisas difíceis para os jovens.

 A vetustez acelera mais com o isolamento o bom 

convívio presencial ou por via telefónica faz parte

 da boa qualidade vida.

Não te agarres a pergaminhos e conceitos ancestrais

 Obsoletos que te podem amachucar cada vez mais a

tua solidão.  

 Geronto é só aquele que considera que sua tarefa está

cumprida.

É aquele que se levanta sem metas não te esperanças



SOLEIL ET LES ANIMAUX


Vous savez peut-être qu'un peu de soleil

 chaque jour est excellent pour notre corps

 de différentes manières. Mais c'est encore

 plus vital pour les animaux. Par exemple,

 saviez-vous que les rayons du soleil, bien

 qu'ils soient à des millions de kilomètres,

 fournissent une abondance de ressources

pour des animaux de toutes formes et tailles? 

Plusieurs animaux comptent sur le soleil du

matin pour stimuler leur métabolisme, c'est

 pourquoi vous constaterez souvent que

 beaucoup d'entre eux aiment très bien tous

 bienprennent le soleil le matin .

C'est exactement ce qui les dynamise pour la

 journée, et maintenant que vous connaissez

 toute la science derrière les bains de soleil de

 vos animaux chaque matin, il y a aussi le fait

 que les regarder faire est tout simplement trop

mignon et souvent même très drôle!

 História verídica que serve de lição de vida


Um cão era tão fiel a uma mulher que podia deixar seu

 bébê com ele e sair rapidamente para e fazer algumas 

corridas. (dromoterapia).

 Quase sempre, quando regressava dessa romonade 

 encontrava criança a dormir profundamente com dog.

Mas um dia,  algo trágico pararecia que lhe aconteceu.

A mulher, como sempre, deixou o bebê nas mãos seu  

estimado fiel perro e foi às compras.

Quando ela voltou, descobriu uma cena horrível e havia

 uma bagunça total. O bebê não estava em seu berço, 

fraldas e roupas em pedaços, com manchas de sangue

 por todo o quarto num shock,

 a mulher assustada começou a procurar o bebê.

De repente, ela viu o cão fiel sair debaixo da cama, 

coberto de sangue por todo o lado, lambendo a boca 

como se tivesse acabado de comer uma deliciosa

 refeição.

A mulher ficou convencida de que o cachorro tinha

comido o  seu bebê.

Sem pensar muito, ela espancou com raiva o canino 

com uma com xilo até a morte.

Ela então prosseguiu a pesquisa para encontrar pelo 

menos parte do seu filho. Logo ela está passando por 

outra cena. 

Atrás da cama. Viu  o seu bébé sem um arranhão e uma

 grande cobra morta desfeita perto do seu bébe.

Julgar sem factos verídicos é deslador. Não se pode 

acreditar em testemunhos outivos nem ser assomadiço 

em decisões de muita responsabilidade moral e física.

O arrependiemento posterior já de nada vale.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

 

Quando o povo paga pela inocència de um Rei

O dia 4 de Agosto marca o maior desastre da história
 militar portuguesa, não só pelo número de militares
envolvidos mas também pelas consequências trágicas
que teve.
A batalha de Alcácer Quibir (ou batalha dos três reis
marca o princípio do fim da II dinastia portuguesa e do
 período do império português da Índia e é o prenúncio
 de um período de 60 anos em que o reino de Portugal
governado por monarcas estrangeiros.
A 4 de Agosto de 1578, perto de Alcácer-Quibir onde
hoje uma aldeia denominada Suaken, com o exército
esgotado pela fome, pelo cansaço e pelo calor, deu-se
batalha.
O exército marroquino avançou em uma ampla frente,
cercar as fileiras de D. Sebastião. Era composto por
1000 cavaleiros nos seus flancos, tendo no seu centro
mouros vindos de Espanha, os quais guardavam especial
 ressentimento dos cristãos. Apesar da sua doença o
Sultão Abdal Malique deixou a sua liteira e liderou a
suas tropas a cavalo.
O exército português nesta batalha tinha uma primeira
(vanguarda) composta pelos “aventureiros” portugueses
comandados por Cristóvão de Távora, e pelos voluntários
mercenários estrangeiros, por uma ala esquerda de
pesada comandada pelo rei D. Sebastião e por uma
A batalha começou com uma troca de fogo de
e artilharia, por ambos os exércitos. Thomas Stukley
comandante dos voluntários italianos, foi morto por
uma bala de canhão no começo da batalha. A cavalaria
 moura, superior em número, avançou cercando o
 exército português, enquanto as forças principais se
engam.
Próximo do acampamento do líder mouro, o ataque
português perdeu impulso após o comandante se ter
ficado demasiado afastados do restante.
Assim correndo risco de isolamento, e começa a recuar.
Vendo os seus flancos comprometidos pelo ataque da
cavalaria moura, ameaçado ele próprio pela mesma, e
A batalha terminou após quatro horas de combate com
a completa derrota dos exércitos de D. Sebastião e Abu
Mohammed II Saadi, com quase 9 mil mortos e 16 mil
prisioneiros, nos quais se incluem grande parte da
nobreza portuguesa. Talvez 100 sobreviventes tenham 
escapado com custo, do local da batalha.
Mulei Mohammed, aliado dos portugueses, tentou fugir
ao massacre em que a batalha se convertera mas morreu
 afogado ao atravessar o rio Mocazim. O Sultão Abdal
(Mulei Moluco) também morreu durante a batalha, mas
de causas naturais, uma vez que o esforço da batalha
demais para o seu estado, debilitado por um
envenenamento que sofrera. D. Sebastião, por
vez, desapareceu liderando uma carga de cavalaria
contra o inimigo, e seu corpo jamais foi encontrado
Nestas condições, o exército português, em que
alguns atos de grande bravura, foi completamente
 derrubado. Apesar de na época duvidarem da morte
do rei é muito provável que ele nesta batalha tenha 
perecido.
D. SEBASTIÃO, REI DE PORTUGAL
Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há
Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nella ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadaver addiado  que procria?

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Soneto com substantivos coletivos


Banda, bando, congresso, ninhada,
Arquipélago, choupal, vinha, colmeia,
Caravana, cáfila, corja, cambada
Chorrilho, chusma, cardume, alcateia,


Tripulação, enxame, esquadra, flotilha,
 Cordilheira, nuvem, matilha, pinhal,
 Frota, regimento, choldra, esquadrilha,
 Súcia, falange, leva, multidão, olival,


Ramalhete, manada, rancho, mato
Vara, vinha, souto, réstia, quinzena,
 Serra, récua, rebanho, assembleia, fato


Universo, universidade, religião,
 Horda, magote, campanha, novena,
 Seminário, conclave, cacho, legião.

It was made by Rafael





Mais
A MULHER DO RABINO

Antes das orações e cerimónias de sexta-feira
 à noite, Leafar foi até seu amigo Isaac e disse:
- Preciso que me faças um favor. Eu vou estar
 com a esposa do Rabino em casa deles, podes manter conversa com ele durante cerca de
horas duas horas na sinagoga depois das
e rituais do shabbat ?
Isaac não gostou muito da ideia, mas, sendo
 amigo de toda a vida de Leafar, ele concordou
 com  alguma relutância.

Após os serviços, Isaac iniciou umas conversas
com o rabino, fazendo-lhe todo tipo de perguntas
estúpidas, apenas só para passar o tempo e para mantê-lo ocupado.
Depois de algum tempo, o sábio rabino
perguntou- lhe: 
 - Isaac, o que você realmente fazendo?
Isaac, cheio de sentimentos de culpa e remorso
 confessou ao rabino:
- Sinto muito, rabino. Mas um meu amigo está
com a tua mulher em tua casa!
O rabino sorriu, colocou a mão fraterna no ombro
de Isaac e disse:
 -É melhor você se apressar para chegar em sua casa,Isaac. Por que esse leafar é muito filógino!
Minha esposa morreu há dois anos.