Um "grupo" de jovens de 15 anos punham às vezes muito batom
nos lábios, todos os dias, e para remover o excesso beijavam
o espelho da casa de banho.
O Conselho. Directivo. andava bastante preocupado, porque a
funcionária da ação educativa tinha um trabalho enorme para
limpar o espelho ao fim do dia, mas no dia seguinte lá
estavam outra vez as marcas de batom.
Um dia, um professor juntou as miúdas e a funcionária na casa
de banho e explicou que era muito complicado limpar o espelho
com todas aquelas marcas que elas faziam e, para demonstrar a
dificuldade, pediu à funcionária para mostrar como é que ela
fazia para limpar o espelho.
A empregada pegou numa "esfregona com a qual limpava o chão",
molhou-a na água da sanita e passou-a repetidamente no
espelho até as marcas desaparecerem.
Nunca mais houve marcas de batom no espelho!...
Há professores e educadores!...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Les Grandes Guerres
Les Grandes Guerres
La France fut ravagée par les guerres
Qui l´ont causé des morts et souffrances
Tous les habitants de cette belle terre
Ils y sont restés à l´abime immense
Mais tout vite s´est ornée son visage
De tous les blessures et horreurs passés
Avec travail, pertinence et ouvrages
La France s´est devenue folie et fierté
France a mis la preuve de son vouloir
Elle a fait tout bien pour se reconstruire.
Après gagner la guerre avec son pouvoir
Tous les maux sont rendus plus doux
Car français préfèrent debout mourir
Que vivre soumis toujours de genoux.
La France fut ravagée par les guerres
Qui l´ont causé des morts et souffrances
Tous les habitants de cette belle terre
Ils y sont restés à l´abime immense
Mais tout vite s´est ornée son visage
De tous les blessures et horreurs passés
Avec travail, pertinence et ouvrages
La France s´est devenue folie et fierté
France a mis la preuve de son vouloir
Elle a fait tout bien pour se reconstruire.
Après gagner la guerre avec son pouvoir
Tous les maux sont rendus plus doux
Car français préfèrent debout mourir
Que vivre soumis toujours de genoux.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Numa viagem de avião em voo interno
Um politico da região de Lisboa seguia a bordo de um avião,
de Lisboa para Bragança.
No lugar ao seu lado estava ocupado por um jovem transmontano
da região do Vale da Vilariça com cerca quinze anos de idade.
O jovem tinha um ar sério e compenetrado.
Assim que o avião descolou, o rapaz abriu um livro, mas
poíitico puxou-lhe conversa.
- Ouvi dizer que o voo parece mais curto se conversarmos com o
passageiro do lado. Gostarias de conversar comigo?
O jovem fechou calmamente o livro e respondeu:
- Talvez seja interessante. Qual o tema que gostaria de
discutir?
- Ah, que tal política? Achas que devemos dar o benefício da
dúvida ao novo Primeiro Ministro?
O adolesceste suspirou e replicou:
- Poderá ser um bom tema, mas, antes, gostaria de lhe colocar
uma questão.
- Então diz lá! - Encorajou o político.
- Os burros, cavalos, as vacas e os cabritos comem a mesma coisa,
certo? Pasto, ervas, rações. Concorda ?
- Sim. - Disse o político.
- No entanto, os excrementos dos burros são pequenos rectângulos,
dos cabritos são umas bolinhas, as vacas largam placas de bosta
e, os cavalos,umas bolas bem grandes... Qual é a razão para isto?
Politico pensou por alguns instantes, mas acabou por confessar
que não sabia a resposta...
E o jovem concluiu:
- Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir
quem deve governar Portugal se não entende nada de Fezes
(mer.a)!...
de Lisboa para Bragança.
No lugar ao seu lado estava ocupado por um jovem transmontano
da região do Vale da Vilariça com cerca quinze anos de idade.
O jovem tinha um ar sério e compenetrado.
Assim que o avião descolou, o rapaz abriu um livro, mas
poíitico puxou-lhe conversa.
- Ouvi dizer que o voo parece mais curto se conversarmos com o
passageiro do lado. Gostarias de conversar comigo?
O jovem fechou calmamente o livro e respondeu:
- Talvez seja interessante. Qual o tema que gostaria de
discutir?
- Ah, que tal política? Achas que devemos dar o benefício da
dúvida ao novo Primeiro Ministro?
O adolesceste suspirou e replicou:
- Poderá ser um bom tema, mas, antes, gostaria de lhe colocar
uma questão.
- Então diz lá! - Encorajou o político.
- Os burros, cavalos, as vacas e os cabritos comem a mesma coisa,
certo? Pasto, ervas, rações. Concorda ?
- Sim. - Disse o político.
- No entanto, os excrementos dos burros são pequenos rectângulos,
dos cabritos são umas bolinhas, as vacas largam placas de bosta
e, os cavalos,umas bolas bem grandes... Qual é a razão para isto?
Politico pensou por alguns instantes, mas acabou por confessar
que não sabia a resposta...
E o jovem concluiu:
- Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir
quem deve governar Portugal se não entende nada de Fezes
(mer.a)!...
Nova ortografia
Quando eu escrevo a palavra acção, por magia ou pirraça, o
computador já retira automaticamente o C na pretensão de me
ensinar a nova grafia.
De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio
vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais
na língua portuguesa.
Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim.
Foram muitos anos de convívio!
Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes CCC's
e PPP's me acompanharam em tantos textos e livros desde a
infância.
Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da
professora: - não te esqueças de mim!
Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem
diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí.
E agora as palavras já nem parecem as mesmas.
O que é ser proativo?
Custa-me admitir que, de um dia para o outro, se trabalhar
numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns
também que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os
meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o R, que tornou algumas
palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou
autorretrato.
Caíram hifenes e entraram RRR's que andavam errantes.
É uma união de facto, e para não errar tenho a obrigação de os
acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não
vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.
Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os EEE's
passaram a ser gémeos, nenhum usa (^) chapéu.
E os meses perderam importância e dignidade; não havia motivo
para terem privilégios. Assim, temos janeiro, fevereiro, março,
são tão importantes como peixe, flor, avião.
Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P, algumas palavras
são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que
já não tenham.
As palavras transformam-nos.
Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas
é tempo de crescer e encontrar novos amigos.
Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do C não me
faça perder a direção, nem me fracione, e nem quero tropeçar em
algum objeto.
A verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem
atuante com um C a atrapalhar.
Só não percebo porque é que temos que ser NÓS a alterar a
escrita, se a LÍNGUA É NOSSA!...
Os ingleses não o fizeram, os franceses desde 1700 que não
mexem na sua língua e porquê nós ?
Ou atão deichemos que os 35 por cento de analfabetos
afroamaricanos fassão com que a nova ortografia imponha se bué
depréça !
computador já retira automaticamente o C na pretensão de me
ensinar a nova grafia.
De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio
vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais
na língua portuguesa.
Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim.
Foram muitos anos de convívio!
Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes CCC's
e PPP's me acompanharam em tantos textos e livros desde a
infância.
Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da
professora: - não te esqueças de mim!
Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem
diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí.
E agora as palavras já nem parecem as mesmas.
O que é ser proativo?
Custa-me admitir que, de um dia para o outro, se trabalhar
numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns
também que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os
meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o R, que tornou algumas
palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou
autorretrato.
Caíram hifenes e entraram RRR's que andavam errantes.
É uma união de facto, e para não errar tenho a obrigação de os
acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não
vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.
Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os EEE's
passaram a ser gémeos, nenhum usa (^) chapéu.
E os meses perderam importância e dignidade; não havia motivo
para terem privilégios. Assim, temos janeiro, fevereiro, março,
são tão importantes como peixe, flor, avião.
Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P, algumas palavras
são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que
já não tenham.
As palavras transformam-nos.
Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas
é tempo de crescer e encontrar novos amigos.
Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do C não me
faça perder a direção, nem me fracione, e nem quero tropeçar em
algum objeto.
A verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem
atuante com um C a atrapalhar.
Só não percebo porque é que temos que ser NÓS a alterar a
escrita, se a LÍNGUA É NOSSA!...
Os ingleses não o fizeram, os franceses desde 1700 que não
mexem na sua língua e porquê nós ?
Ou atão deichemos que os 35 por cento de analfabetos
afroamaricanos fassão com que a nova ortografia imponha se bué
depréça !
A mulher de hoje
Eva criada para companheira de Adão
Mais tarde a mulher purissima Maria
Que deu à luz quem trouxe a salvação
Com todo esse trabalho não bastaria
Passou a ser mais mulher de verdade
De tudo que fez o que viveu e sentiu
Para si, filhos, marido e sociedade
Sonhou na igualdade que tarde viu
Sentia-se com uma força para algo mais!
Não só como mulher mãe, esposa ou filha
Queria pôr à prova todos os seus ideais!
Exercer quaisquer das profissões atuais
Ser mulher ativa arrimo da sua família
Nunca queixando que o trablho é demais
Mais tarde a mulher purissima Maria
Que deu à luz quem trouxe a salvação
Com todo esse trabalho não bastaria
Passou a ser mais mulher de verdade
De tudo que fez o que viveu e sentiu
Para si, filhos, marido e sociedade
Sonhou na igualdade que tarde viu
Sentia-se com uma força para algo mais!
Não só como mulher mãe, esposa ou filha
Queria pôr à prova todos os seus ideais!
Exercer quaisquer das profissões atuais
Ser mulher ativa arrimo da sua família
Nunca queixando que o trablho é demais
A roupa ou um carro fazem a diferença, mas não é tudo
À porta do hospital de Vila Flor, um médico vestido como
um cidadão qualquer conversava descontraidamente com o
enfermeiro e o motorista de uma ambulância.
Quando uma senhora parecendo elegante chegou e perguntou
rispidamente:
- Podem me informar onde está o médico de serviço deste
hospital?
Com tranquilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, minha senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que procuro um médico?
Mantendo-se calmo,repetiu:
- Boa tarde, minha senhora! Sou eu médico neste hospital.
Em que posso ajudá-la?
- Como?! O senhor?! Com essa roupa?!
- Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse a procurar um
médico e não uma vestimenta.
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que vestido assim, o senhor
não parece ser um médico.
- Veja bem como são as coisas - disse o médico. Parece que as
roupas nem sempre dizem muito, pois quando a vi chegar,
elegantemente vestida,pensei que a senhora fosse sorrir
educadamente para nós e depois daria uma simpatiquíssima "boa
tarde!"
Moral da história:
Um dos mais belos trajes da alma é a educação.
Sabemos que a roupa e um carro topo de gama fazem a diferença,
mas não se pode negar, que há muitas pessoas que têm a falta de
educação, arrogância, falta de humildade. Julgam-se donas do
mundo e da verdade. A grosseria, a insolência e outras
qualidades negativas mancham logo qualquer vestimenta.
Às vezes bastam apenas 5 minutos de conversa para que o ouro que
nessa vestimenta se transforme em barro.
um cidadão qualquer conversava descontraidamente com o
enfermeiro e o motorista de uma ambulância.
Quando uma senhora parecendo elegante chegou e perguntou
rispidamente:
- Podem me informar onde está o médico de serviço deste
hospital?
Com tranquilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, minha senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que procuro um médico?
Mantendo-se calmo,repetiu:
- Boa tarde, minha senhora! Sou eu médico neste hospital.
Em que posso ajudá-la?
- Como?! O senhor?! Com essa roupa?!
- Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse a procurar um
médico e não uma vestimenta.
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que vestido assim, o senhor
não parece ser um médico.
- Veja bem como são as coisas - disse o médico. Parece que as
roupas nem sempre dizem muito, pois quando a vi chegar,
elegantemente vestida,pensei que a senhora fosse sorrir
educadamente para nós e depois daria uma simpatiquíssima "boa
tarde!"
Moral da história:
Um dos mais belos trajes da alma é a educação.
Sabemos que a roupa e um carro topo de gama fazem a diferença,
mas não se pode negar, que há muitas pessoas que têm a falta de
educação, arrogância, falta de humildade. Julgam-se donas do
mundo e da verdade. A grosseria, a insolência e outras
qualidades negativas mancham logo qualquer vestimenta.
Às vezes bastam apenas 5 minutos de conversa para que o ouro que
nessa vestimenta se transforme em barro.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Imbróglio familiar
Fernando um jovem de 26 anos de idade casou com Judite
senhora viúva com 44 anos de idade, que tinha uma filha
com 25 anos da qual Fernando passou a ser padrasto.
No dia do casamento, do Fernando com Judite, O pai do Fernando
que era viúvo enamorou-se da filha de Judite. Passados três
meses casaram também.
Portanto, o pai de Fernando casou com a filha da Judite, que é
enteada do Fernando.
Neste momento, o seu pai passou a ser o seu genro, uma vez que
se casou com filha sua mulher.
Deste modo, a sua filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a
ser a sua madrasta, uma vez que é casada com o meu pai
Agora Fernando e a esposa tiveram, um filho.
Esse filho tornou-se o irmão da mulher do seu pai, portanto o
cunhado do seu pai.
O que faz com que seja o seu tio, uma vez que é o irmão da sua
madrasta.
O seu filho é, portanto, o seu tio...
A mulher do seu pai teve tambám um rapaz, que é ao mesmo tempo o
seu irmão, uma vez que ele é filho do seu pai, mas também é seu
neto por ser o filho da sua enteada, filha da sua esposa.
- Desta maneira é o irmão do seu neto!..
senhora viúva com 44 anos de idade, que tinha uma filha
com 25 anos da qual Fernando passou a ser padrasto.
No dia do casamento, do Fernando com Judite, O pai do Fernando
que era viúvo enamorou-se da filha de Judite. Passados três
meses casaram também.
Portanto, o pai de Fernando casou com a filha da Judite, que é
enteada do Fernando.
Neste momento, o seu pai passou a ser o seu genro, uma vez que
se casou com filha sua mulher.
Deste modo, a sua filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a
ser a sua madrasta, uma vez que é casada com o meu pai
Agora Fernando e a esposa tiveram, um filho.
Esse filho tornou-se o irmão da mulher do seu pai, portanto o
cunhado do seu pai.
O que faz com que seja o seu tio, uma vez que é o irmão da sua
madrasta.
O seu filho é, portanto, o seu tio...
A mulher do seu pai teve tambám um rapaz, que é ao mesmo tempo o
seu irmão, uma vez que ele é filho do seu pai, mas também é seu
neto por ser o filho da sua enteada, filha da sua esposa.
- Desta maneira é o irmão do seu neto!..
O percurso dos Marinheiros Anfibios
Um grupo Marinheiros Fuzileiros,”Filhos da Escola” (termo
que os marinheiros usam entre todos aqueles que fizeram a
recruta ao mesmo tempo), ao completarem 40 anos de idade
desejaram comemorar com um grande almoço a sua entrada na
Marinha de Guerra Portuguesa.
Discutiram para escolher o restaurante onde iriam almoçar.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante DOM ABADE (que se
situa na freguesia das Pedreiras na estrada Nacional 1
depois do cruzamento de Porto de Mós no sentido Lisboa -
Leiria), porque as empregadas eram jeitosas e usavam
minissaia e blusas muito decotadas.
20 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se
novamente e mais uma vez discutiram para escolher o
restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Dom Abade porque
a comida em sistema de buffet era muito boa, havia lá umas
moçoilas simpáticas e uma excelente carta de vinhos.
15 anos mais tarde, aos 75 anos, o grupo reuniu-se novamente
e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante.
Decidiram-se novamente pelo Restaurante Dom Abade, porque não
era preciso subir escadas e tinha uma pequena rampa para as
cadeiras de rodas....
10 anos mais tarde, já cada um com 85 anos de idade, o grupo
reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher
o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante
Dom Abade!
Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca tinham
ido lá antes!...
Vai-te rindo...que a tua vez está a chegar!!!!
que os marinheiros usam entre todos aqueles que fizeram a
recruta ao mesmo tempo), ao completarem 40 anos de idade
desejaram comemorar com um grande almoço a sua entrada na
Marinha de Guerra Portuguesa.
Discutiram para escolher o restaurante onde iriam almoçar.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante DOM ABADE (que se
situa na freguesia das Pedreiras na estrada Nacional 1
depois do cruzamento de Porto de Mós no sentido Lisboa -
Leiria), porque as empregadas eram jeitosas e usavam
minissaia e blusas muito decotadas.
20 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se
novamente e mais uma vez discutiram para escolher o
restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Dom Abade porque
a comida em sistema de buffet era muito boa, havia lá umas
moçoilas simpáticas e uma excelente carta de vinhos.
15 anos mais tarde, aos 75 anos, o grupo reuniu-se novamente
e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante.
Decidiram-se novamente pelo Restaurante Dom Abade, porque não
era preciso subir escadas e tinha uma pequena rampa para as
cadeiras de rodas....
10 anos mais tarde, já cada um com 85 anos de idade, o grupo
reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher
o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante
Dom Abade!
Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca tinham
ido lá antes!...
Vai-te rindo...que a tua vez está a chegar!!!!
O Mecânico e o Médico
Um mecânico está a desmontar o motor de um
carro, quando vê na oficina um cirurgião cardiologista
muito conhecido. Este estava a ver o mecânico
trabalhar.
Então o mecânico pára e pergunta-lhe:
- Doutor, posso fazer-lhe uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreendido, concorda e
dirige-se para o carro onde o mecânico está a
trabalhar.
O mecânico levanta-se e diz-lhe:
- Doutor, veja este carro. Eu abro o seu coração,
tiro as válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e
fecho. Quando termino, o motor volta a trabalhar
como se fosse novo.
Então porque é que eu ganho pouco e o doutor
muito, quando os nossos trabalhos são
praticamente iguais?
Então o cirurgião sorri, inclina-se e diz baixinho
ao mecânico:
- Mas o senhor não faz como eu faço abro o
motor e ele está sempre a funcionar?
Conclusão:
Quando pensamos que sabemos todas as
respostas, vem a vida e muda todas as perguntas.
carro, quando vê na oficina um cirurgião cardiologista
muito conhecido. Este estava a ver o mecânico
trabalhar.
Então o mecânico pára e pergunta-lhe:
- Doutor, posso fazer-lhe uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreendido, concorda e
dirige-se para o carro onde o mecânico está a
trabalhar.
O mecânico levanta-se e diz-lhe:
- Doutor, veja este carro. Eu abro o seu coração,
tiro as válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e
fecho. Quando termino, o motor volta a trabalhar
como se fosse novo.
Então porque é que eu ganho pouco e o doutor
muito, quando os nossos trabalhos são
praticamente iguais?
Então o cirurgião sorri, inclina-se e diz baixinho
ao mecânico:
- Mas o senhor não faz como eu faço abro o
motor e ele está sempre a funcionar?
Conclusão:
Quando pensamos que sabemos todas as
respostas, vem a vida e muda todas as perguntas.
Poème sur Dieu
Vous que personne n´a pu connaître,
Vous ne nous dites rien de notre avenir,
Pourquoi Vous nous avez fait naître ?
Pour demain Vous nous ferez mourir !
J´aimerais mieux vous comprendre
Que jamais je puisse de Vous douter
D´avoir le plaisir de Vous défendre
Devant ces qui sont sourds-muets
Etes-vous spirit Saint, Dieu ou Jésus ?
Est cette trinité que je dois Vous appeler
Je continuerais de mes bras bien tendus
Car Vous êtes la vérité et justice éternelle.
En attendant le plus tard à Vous rendez
Si Vous voulez accueillir le servant Rafael
Vous ne nous dites rien de notre avenir,
Pourquoi Vous nous avez fait naître ?
Pour demain Vous nous ferez mourir !
J´aimerais mieux vous comprendre
Que jamais je puisse de Vous douter
D´avoir le plaisir de Vous défendre
Devant ces qui sont sourds-muets
Etes-vous spirit Saint, Dieu ou Jésus ?
Est cette trinité que je dois Vous appeler
Je continuerais de mes bras bien tendus
Car Vous êtes la vérité et justice éternelle.
En attendant le plus tard à Vous rendez
Si Vous voulez accueillir le servant Rafael
sábado, 4 de fevereiro de 2012
O que se passou num dos hospitais centrais
- Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que
me desse informações sobre um doente internado. Queria saber
se a pessoa está melhor ou se piorou...
- Qual é o nome do doente?
- Chama-se Carlos Silva que está no quarto 16429.
- Um momentinho, vou transferir a chamada para o sector de
enfermagem...
- Bom dia, sou a enfermeira Emilia... O que deseja?
- Gostaria de saber a condição clínica do doente Carlos Silva
do quarto 16429, por favor!
- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
- Dr. Leafar. Em que posso ajudá-lo?
- Olá, doutor. Precisava que alguém me informasse sobre a
saúde do doente Carlos Silva que está internado há três semanas
no quarto 16429.
- Só um momento que eu vou consultar a ficha do doente... Hum
mm! Aqui está:
Alimentou-se bem hoje, a pressão arterial e o pulso estão
estáveis,responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado
da monitorização cardíaca amanhã. Continuando bem, o médico
responsável assinará a alta dentro de três dias.
- Ah ah!. Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente
da família!?
- Não, sou o próprio Carlos Silva telefonando aqui do quarto
16429!
É que toda a gente entra e sai neste quarto e ninguém me diz
nada sobre a minha situação clínica.
Eu só queria saber como estou.....
Obrigado.
me desse informações sobre um doente internado. Queria saber
se a pessoa está melhor ou se piorou...
- Qual é o nome do doente?
- Chama-se Carlos Silva que está no quarto 16429.
- Um momentinho, vou transferir a chamada para o sector de
enfermagem...
- Bom dia, sou a enfermeira Emilia... O que deseja?
- Gostaria de saber a condição clínica do doente Carlos Silva
do quarto 16429, por favor!
- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
- Dr. Leafar. Em que posso ajudá-lo?
- Olá, doutor. Precisava que alguém me informasse sobre a
saúde do doente Carlos Silva que está internado há três semanas
no quarto 16429.
- Só um momento que eu vou consultar a ficha do doente... Hum
mm! Aqui está:
Alimentou-se bem hoje, a pressão arterial e o pulso estão
estáveis,responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado
da monitorização cardíaca amanhã. Continuando bem, o médico
responsável assinará a alta dentro de três dias.
- Ah ah!. Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente
da família!?
- Não, sou o próprio Carlos Silva telefonando aqui do quarto
16429!
É que toda a gente entra e sai neste quarto e ninguém me diz
nada sobre a minha situação clínica.
Eu só queria saber como estou.....
Obrigado.
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I would have given him 100%...
Question first:
-In which battle did Napoleon die?
-his last battle
Question second:
-Where was the Declaration of Independence
signed?
-At the bottom of the page
Question tird:
- What River Ravi flows in which state?
- liquid
Question fourth:
-What is the main reason for divorce?
- Marriage
Question fith:
-What is the main reason for failure?
-Exams
Question sixth:
- What can you never eat for breakfast?
-Lunch & dinner
Question seventh:
- What looks like half an apple?
-The other half
Question eighth
-If you throw a red stone into the blue sea
what it will become?
- it will simply become wet
Question ninth:
- How can a man go eight days without sleeping ??
-No problem, he sleeps at night.
Question tenth:
-How can you lift an elephant with one hand?
-You will never find an elephant that has only
one hand..
Question eleventh:
- If you had three apples and four oranges in one
hand and four apples and three oranges in
other hand, what would you have ?
-Very large hands
Question Twelfth:
- If it took eight men ten hours to build a wall,
how long would it take four men to build it?
-No time at all, the wall is already built.
Question thirteenth:
- How can you drop a raw egg onto a concrete floor
without cracking it?
-Concrete floors are very hard to crack.
Question first:
-In which battle did Napoleon die?
-his last battle
Question second:
-Where was the Declaration of Independence
signed?
-At the bottom of the page
Question tird:
- What River Ravi flows in which state?
- liquid
Question fourth:
-What is the main reason for divorce?
- Marriage
Question fith:
-What is the main reason for failure?
-Exams
Question sixth:
- What can you never eat for breakfast?
-Lunch & dinner
Question seventh:
- What looks like half an apple?
-The other half
Question eighth
-If you throw a red stone into the blue sea
what it will become?
- it will simply become wet
Question ninth:
- How can a man go eight days without sleeping ??
-No problem, he sleeps at night.
Question tenth:
-How can you lift an elephant with one hand?
-You will never find an elephant that has only
one hand..
Question eleventh:
- If you had three apples and four oranges in one
hand and four apples and three oranges in
other hand, what would you have ?
-Very large hands
Question Twelfth:
- If it took eight men ten hours to build a wall,
how long would it take four men to build it?
-No time at all, the wall is already built.
Question thirteenth:
- How can you drop a raw egg onto a concrete floor
without cracking it?
-Concrete floors are very hard to crack.
Marido cauteloso
Estava a ser realizada uma cerimónia funerária de uma mulher
que tinha acabado de falecer.
Ao final da cerimónia, os gatos-pingados levavam o caixão
para fora de casa em direção ao cemitério.
Quando, acidentalmente, bateram com o caixão numa parede e
deixaram-no cair.
Logo que o caixão caiu, eles ouviram uma voz que
vinha lá de dentro do caixão. Abriram-no e descobriram que a
mulher ainda estava viva! Levaram-na para casa e ainda viveu
mais dez anos. Só depois passado esse tempo é que morreu.
Mais uma vez uma cerimónia que foi realizada pelos técnicos
dos féretros que procediam novamente ao transporte do caixão.
Quando o marido lhes disse:
- Tenham muito cuidado, não toquem com o caixão nas
esquinas das paredes!...
que tinha acabado de falecer.
Ao final da cerimónia, os gatos-pingados levavam o caixão
para fora de casa em direção ao cemitério.
Quando, acidentalmente, bateram com o caixão numa parede e
deixaram-no cair.
Logo que o caixão caiu, eles ouviram uma voz que
vinha lá de dentro do caixão. Abriram-no e descobriram que a
mulher ainda estava viva! Levaram-na para casa e ainda viveu
mais dez anos. Só depois passado esse tempo é que morreu.
Mais uma vez uma cerimónia que foi realizada pelos técnicos
dos féretros que procediam novamente ao transporte do caixão.
Quando o marido lhes disse:
- Tenham muito cuidado, não toquem com o caixão nas
esquinas das paredes!...
A história do Corneteiro
Nos primeiros tempos da fundação da nacionalidade - tempo
do nosso rei D. Afonso Henriques.
No fim de uma batalha o exército vencedor tinha direito ao
saque sobre os vencidos.
(Saque - s. m. : Acto de saquear. Roubo público legitimado…).
Pois bem, após uma dessas batalhas, ganha pelo 1º Rei
de Portugal,
o seu corneteiro lá tocou para dar "início ao saque" a que
as suas tropas tinham direito e que só terminava quando o
mesmo corneteiro desse o toque para terminasse “o saque”.
Mas, fruto de alguma maleita ou ferimento, o dito corneteiro
morreu naqueles momentos antes de conseguir tocar o "fim
ao saque".
E. Até hoje, ninguém voltou a tocar “fim ao saque"!
Afinal a culpa é mesmo do Corneteiro das tropas de
D. Afonso Henriques!...
do nosso rei D. Afonso Henriques.
No fim de uma batalha o exército vencedor tinha direito ao
saque sobre os vencidos.
(Saque - s. m. : Acto de saquear. Roubo público legitimado…).
Pois bem, após uma dessas batalhas, ganha pelo 1º Rei
de Portugal,
o seu corneteiro lá tocou para dar "início ao saque" a que
as suas tropas tinham direito e que só terminava quando o
mesmo corneteiro desse o toque para terminasse “o saque”.
Mas, fruto de alguma maleita ou ferimento, o dito corneteiro
morreu naqueles momentos antes de conseguir tocar o "fim
ao saque".
E. Até hoje, ninguém voltou a tocar “fim ao saque"!
Afinal a culpa é mesmo do Corneteiro das tropas de
D. Afonso Henriques!...
Várias artimanhas para serenizar o contribuinte
Nunca se deu conta que o tentam tratar como imbecil?
Vejam as artimanhas cientificamente usadas para nos levarem
à certa...
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da
distração que consiste em desviar a atenção do público dos
problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites
políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou
inundações de contínuas distrações e de informações
insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para
impedir o povo de interessar-se pelos conhecimentos essenciais,
na área das ciências, da economia, da psicologia, da
neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público
distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada
por temas sem importância real. Manter o público ocupado,
ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à
quinta como os outros animais (citação do texto 'Armas
silenciosas para guerras tranqüilas')".
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado "problema-reacção-solução". Cria-se
um problema, uma "situação" prevista para causar certa reacção
no público, a fim de que este tenha a percepção que participou
nas medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que
se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar
atentados sangrentos, a fim de que o público exija novas leis de
segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou ainda: criar
uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o
retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços
públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta
aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, durante anos consecutivos.
É dessa maneira que condições socioeconómicas radicalmente
novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980
e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade,
flexibilidade, desemprego em massa, salários baixíssimos, tantas
mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido
aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de
apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a
aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.
É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício
imediato. Primeiro, porque o esforço não é aplicado imediatamente.
Segundo, porque o público - a massa - tem sempre a tendência a
esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o
sacrifício exigido poderá vir a ser evitado. Isto dá mais tempo
ao público para acostumar-se à ideia da mudança e de aceitá-la
com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO SE DE CRIANÇAS SE TRATASSEM
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza
discurso, argumentos, personagens e entoação particularmente
infantis, muitas vezes próximos da debilidade mental, como se
cada espectador fosse uma criança de idade reduzida ou um
deficiente mental. Quanto mais se pretende enganar ao espectador,
mais se tende a adoptar um tom infantilizante. Porquê? "Se
você se dirigir a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos,
então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa
probabilidade, a dar uma resposta ou reacção também desprovida
de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos
de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
6- UTILIZAR MUITO MAIS O ASPECTO EMOCIONAL DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do discurso emocional é uma técnica clássica para causar
um curto circuito na análise racional, e pôr fim ao sentido
critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo
emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para
incutir ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir ~
comportamentos...
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as
tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e
escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais
inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma
que a distância da ignorância que paira entre as classes
inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça
impossível de eliminar (ver 'Armas silenciosas para guerras
tranqüilas')".
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover no público a ideia de que é moda o facto de se ser
estúpido, vulgar e inculto...
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela
sua própria desgraça, por causa da insuficiência da sua
inteligência, de suas capacidades, ou do seu esforço. Assim,
ao invés de revoltar-se contra o sistema económico, o indivíduo
autocritica-se e culpabiliza-se, o que gera um estado depressivo,
do qual um dos seus efeitosmais comuns é a inibição da acção.
E, sem acção, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No decorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência
têm gerado um crescente afastamento entre os conhecimentos do
público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes.
Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada,
o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser
humano, tanto física como psicologicamente. O sistema tem
conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo
conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos,
o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os
indivíduos do que os indivíduos sobre si próprios.
Vejam as artimanhas cientificamente usadas para nos levarem
à certa...
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da
distração que consiste em desviar a atenção do público dos
problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites
políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou
inundações de contínuas distrações e de informações
insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para
impedir o povo de interessar-se pelos conhecimentos essenciais,
na área das ciências, da economia, da psicologia, da
neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público
distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada
por temas sem importância real. Manter o público ocupado,
ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à
quinta como os outros animais (citação do texto 'Armas
silenciosas para guerras tranqüilas')".
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado "problema-reacção-solução". Cria-se
um problema, uma "situação" prevista para causar certa reacção
no público, a fim de que este tenha a percepção que participou
nas medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que
se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar
atentados sangrentos, a fim de que o público exija novas leis de
segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou ainda: criar
uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o
retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços
públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta
aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, durante anos consecutivos.
É dessa maneira que condições socioeconómicas radicalmente
novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980
e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade,
flexibilidade, desemprego em massa, salários baixíssimos, tantas
mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido
aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de
apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a
aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.
É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício
imediato. Primeiro, porque o esforço não é aplicado imediatamente.
Segundo, porque o público - a massa - tem sempre a tendência a
esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o
sacrifício exigido poderá vir a ser evitado. Isto dá mais tempo
ao público para acostumar-se à ideia da mudança e de aceitá-la
com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO SE DE CRIANÇAS SE TRATASSEM
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza
discurso, argumentos, personagens e entoação particularmente
infantis, muitas vezes próximos da debilidade mental, como se
cada espectador fosse uma criança de idade reduzida ou um
deficiente mental. Quanto mais se pretende enganar ao espectador,
mais se tende a adoptar um tom infantilizante. Porquê? "Se
você se dirigir a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos,
então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa
probabilidade, a dar uma resposta ou reacção também desprovida
de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos
de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
6- UTILIZAR MUITO MAIS O ASPECTO EMOCIONAL DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do discurso emocional é uma técnica clássica para causar
um curto circuito na análise racional, e pôr fim ao sentido
critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo
emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para
incutir ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir ~
comportamentos...
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as
tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e
escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais
inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma
que a distância da ignorância que paira entre as classes
inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça
impossível de eliminar (ver 'Armas silenciosas para guerras
tranqüilas')".
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover no público a ideia de que é moda o facto de se ser
estúpido, vulgar e inculto...
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela
sua própria desgraça, por causa da insuficiência da sua
inteligência, de suas capacidades, ou do seu esforço. Assim,
ao invés de revoltar-se contra o sistema económico, o indivíduo
autocritica-se e culpabiliza-se, o que gera um estado depressivo,
do qual um dos seus efeitosmais comuns é a inibição da acção.
E, sem acção, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No decorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência
têm gerado um crescente afastamento entre os conhecimentos do
público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes.
Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada,
o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser
humano, tanto física como psicologicamente. O sistema tem
conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo
conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos,
o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os
indivíduos do que os indivíduos sobre si próprios.
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