segunda-feira, 4 de maio de 2015

Beneficíos de dormir do lado esquerdo do corpo


De qual lado do corpo você tem o hábito de dormir? 
Direito ou esquerdo? Ou você é mais uma das 
pessoas que prefere dormir de barriga para cima? 
Especialistas advertem que o melhor lado para dormir 
é o esquerdo. A seguir, confira nosso artigo e 
descubra o porque.
5 benefícios de dormir do lado esquerdo do corpo
Pode ser que o título desse artigo te surpreenda. 
Talvez você seja uma pessoa que, até o momento, 
não havia parado para pensar no fato de que Dormir em
 determinada posição pode ser mais ou menos benéfico
 para nosso corpo. Mas, ao que parece esse detalhe 
tem sim sua importância.
A realidade é que a medicina oriental já nos dizia a muito 
tempo que todos deveríamos dormir sobre o lado 
esquerdo do corpo. Um estudo recente publicado no 
The Journal of Flinical Gastroenterology demonstrou 
através de princípios simples, dimensões que o doutor 
John Doulliard os explica para que entendamos melhor
 essa questão.
Nesse espaço, faremos um pequeno resume desse estudo 
para que o coloquemos em prática, e temos certeza que 
te convencerá.
 1. Favorece a drenagem linfática
O doutor Doulliard explica que dormir do lado esquerdo é 
agir da forma natural. Essa parte é o lado dominante do 
Sistema linfático é por esse lado que ocorrem drenagens, 
por onde a linfa transporta elementos importantes como
 as proteínas, glicose, metabolitos e elementos que 
devem ser filtrados pelos nódulos linfáticos e que devem 
ser conduzidos pela parte esquerda.
Assim, lembre-se que o primeiro princípio é precisamente
 devido ao nosso sistema linfático, que se beneficiará ao
 dormirmos desse lado.
 2. Por razões anatómicas
Pode ser que agora você não se lembre, mas tanto o 
estômago quanto o Pâncreas situam-se do lado esquerdo 
do corpo. Se nos posicionamos desse lado para dormir
 favorecemos uma melhor digestão. Esse é um modo de 
canalizar melhor os sucos gástricos, também ajudando as
 enzimas pancreáticas a serem segredas com facilidade. 
Tudo isso ocorre lentamente, e não de uma vez como, por 
exemplo, costuma ocorrer quando dormimos sobre a 
 parte direita.
 3. Para o bem-estar do coração
Surpreso (a)? Provavelmente sim. Esse estudo nos explica
 que mais de 80% do Coração encontra-se do lado 
esquerdo do corpo e que por meio do simples ato de
 dormir do lado esquerdo, favorecemos a saúde desse 
órgão de um modo simples e natural. Além disso, como já 
 mencionamos, o sistema linfático faz a drenagem mais 
facilmente nessa posição.
Outro ponto a considerar é que a aorta sai do coração 
tomando uma forma arqueada para o lado esquerdo para 
chegar ao abdômen. Se dormirmos do lado esquerdo o 
coração bombeará o sangue de forma mais simples e
eficaz, impulsionando-o mais facilmente. Anote!
 4. Você costuma cochilar depois do almoço?
Se você costuma cochilar um pouco depois do almoço, 
principalmente quando come muito, então não se 
esqueça de fazer isso optando sempre por se deitar sob
 seu lado esquerdo. Dessa forma estará favorecendo a
 digestão e levantará mais relaxado e menos cansado, 
sem dor no estômago. Prove e verá como cai bem essa 
soneca pós almoço optando pelo lado esquerdo.
 5. Pela saúde do baço
O baço, como se lembrará, também fica do lado esquerdo 
do corpo. Esse órgão também é parte básica do sistema 
 linfático, necessário para filtrar o sangue e para executar
 uma ótima função linfática. Se dormirmos na parte 
esquerda do corpo faremos com que nossos fluidos se 
dirijam até o baço de uma forma mais simples, favorecendo
 o sentido natural da gravidade em nosso corpo. A maior
 parte de nosso sistema linfático executa suas tarefas 
desse lado do corpo.
Logo, você já sabe, por questão de saúde é sempre mais 
recomendável dormir do lado esquerdo. Que tal tentar
 essa noite ..?

O erro da cópia da cópia




Um jovem noviço chegou ao mosteiro de Alcobaça, logo 
lhe deram a tarefa de ajudar os outros monges a transcrever 
os antigos cânones e regras da Igreja.
Ele se surpreendeu ao ver que os monges faziam o seu 
trabalho, copiando a partir de cópias e não dos manuscritos 
originais. Foi falar com o velho Abade e comentou que, se 
alguém cometesse um erro na primeira cópia, esse erro se 
propagaria em todas as cópias posteriores. O Abade 
 respondeu-lhe que sempre fizeram assim, há séculos 
copiavam da cópia anterior, na verdade desde o início da
 Igreja, para poupar os originais.
Mas admitiu que achava interessante a observação do 
noviço. 
Na manhã seguinte, o Abade desceu até às profundezas do 
 porão do mosteiro, onde eram conservados os manuscritos 
e pergaminhos originais, intactos e com a poeira de muitos 
séculos... Pois passou-se a manhã, a tarde e a noite, e
 ninguém mais vira o Abade. O último que o vira informou 
que ele estava indo em direção ao porão. Preocupados, o 
jovem noviço e mais alguns monges decidiram procurá-lo.
Nos labirintos do mais profundo e frio compartimento do
 porão, encontraram o velho Abade  completamente 
descontrolado, tresloucado, olhos esbugalhados, espumando 
e com as vestes rasgadas, batendo com a cabeça já 
 ensanguentada nos veneráveis muros do mosteiro.
Apavorado, o monge mais velho da turma de busca
 perguntou:
- Mas, Abade, pelo amor de Deus, o que aconteceu?

- IMBECIL! IMBECIL! IMBECIL o primeiro copista! 
Desgraçado, que arda no Inferno! CARIDADE! . era
 CARIDADE! Eram votos de "CARIDADE" que tínhamos
 que fazer... e não de "CASTIDADE"!... E no meu tempo 
tínhamos tantas freiras bonitas!...

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Un poème en français

Quand j´écris quelques poèmes sans idées
Ce qui est comme  la vie sans aucun amour
Poèmes tristes, peu gais, pas de l´humour
Je crois, tout le monde m´en pourrait aider
                 
Mais sans idées, pas inspiration et très ennui
Je n´a pu  écrire que des choses dramatiques
Dans les styles  modernes ou romantiques
Donc, journées ensoleillées seront que la nuit

Je n´aime pas passe-temps sans occupation
J´aimerais dire toujours des choses  belles
Si je puisse  écrire avec plus instruction

J´y montrerais toutes  les choses et mes idées
Ce qui  pourrait faire  pendant la vie de Rafael  
Mais je crains rester seul, et mémoire soit allée

                  
                 
   



Frases idiomáticas também é cultura

JURAR DE PÉS JUNTOS:
 Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu. A expressão surgiu através das 
torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias 
 tinha as mãos e os pés amarrados  (juntos) e era torturado para nada dizer
 além da verdade. 
Até hoje, o termo é  usado para expressar a veracidade de algo que uma
 pessoa diz.
 TIRAR O  CAVALO DA CHUVA:
 Pode ir tirando  o seu cavalinho da chuva porque não te vou deixar sair hoje!
 No século  XIX, quando uma visita iria ser breve, deixava o cavalo ao relento 
em  frente à casa do anfitrião  e, se fosse demorar, colocava o cavalo nos  
fundos da casa, num lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o  
convidado ó poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião 
 percebesse que a visita estava   boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva".
 Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
 DAR COM OS  BURROS NA ÁGUA:
A expressão  surgiu no período do Brasil colonial, onde os tropeiros que 
escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul ao
 Sudeste sobre burros e mulas. O facto  era que muitas vezes esses burros, 
 devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito  difíceis 
e regiões lagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo
 passou a ser usado para se referir a alguém que faz um  grande esforço para  conseguir algum feito e não consegue ter sucesso.
 GUARDAR A  SETE CHAVES:
 No século XIII,  os reis de Portugal adoptavam um sistema de arquivo de jóias

 e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro  fechaduras, sendo que cada chave era  distribuída a um alto funcionário 
do reino. Portanto, eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser
 utilizado devido ao valor místico atribuído ao  mesmo, desde a época das
 religiões primitivas. 
A partir daí começou-se utilizar o termo "guardar a  sete chaves" para designar
 algo muito  bem guardado...
OK: A expressão  inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida para 
significar que está tudo bem, teve a sua origem na Guerra da Secessão, no EUA.
Durante a guerra, quando os soldados  voltavam para as bases sem  nenhuma 

baixa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum (zeromorto),  expressando a
 sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".
 ONDE JUDAS  PERDEU AS BOTAS:
 Existe uma  história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas

enforcou-se  numa árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou  por entregar Jesus dentro das suas  botas. Quando os soldados viram  
que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da  traição.
Nunca ninguém soube se encontraram as botas de Judas. A partir daí  surgiu à
 expressão, usada para designar um lugar distante,  desconhecido e inacessível.
PENSANDO NA  MORTE DA BEZERRA:
A história mais  aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das 

tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados a Deus como forma de redenção de pecados.
 Um filho  do rei Absalão tinha grande apego a uma  bezerra que foi
sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou-se  lamentando e pensando 
na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto  morreu.
PARA INGLÊS  VER:
 A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Bras
l  aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos.
> No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas,  assim,  

essas  leis eram  criadas apenas "para inglês ver". Daí surgiu o termo.
RASGAR  SEDA:
 A expressão que  é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu  através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na 

peça,um vendedor de tecidos usa  o pretexto de sua profissão para  cortejar 
uma moça e começa a elogiar exageradamente a sua beleza, até  que a moça
 percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que  se esfiapa."
O PIOR CEGO  É O QUE NÃO QUER VER:
 Em 1647, em  Nimes, França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul 
D`Argent  fez o primeiro transplante de córnea num aldeão de nome Angel.  
Foi um sucesso da medicina da época,  menos para Angel, que assim que
passou  a ver ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele  imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse os  seus 
 olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel  ganhou a  
causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.
ANDAR À  TOA:
 Toa é a corda  com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à 

toa é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca 
determinar.
QUEM NÃO TEM  CÃO, CAÇA COM GATO:
 Na verdade, a  expressão, com o passar dos anos, adulterou-se.
 Inicialmente dizia-se quem não tem cão caça como gato, ou seja,

  esgueirando-se, astutamente, traiçoeiramente, como fazem  os gatos.
 VAI TOMAR  BANHO:
 Em "Casa  Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene

 dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como
corolário dos contactos comerciais,  o europeu contagiou-se de sífilis  e de outras 
doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e  horror à nudez, o que
 muito agradou à Igreja. Ora, o índio não  conhecia a sífilis e lavava-se da cabeça
 aos pés nos rios, além de  usar folhas de árvore para  limpar os bebés e lavar no 
rio as redes nas quais dormiam.
> Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas  que
 não eram trocadas com frequência e raramente lavadas, aliado à  falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios,  quando estavam fartos de r
eceber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".

Marido que vai emigrar

Quando o marido aí partir para estrangeiro a fim de arranjar 
trabalho. A mulher ao despedir dele  diz-lhe: 
 - Quero notícia tuas pelo menos todos os meses, prometes?
 Pergunta o marido.
- Por carta,  por telefone ou por e-mail?
Responde a mulher:
- Por cheque!...

Lucidez de diplomata

             
Um jovem diplomata português, em diálogo com 
um colega mais idoso e mais experiente:
- Francamente, senhor embaixador, devo confessar que 
não percebo o que correu mal na nossa história.
Como é possível que nós, um povo que descende das 
gerações de portugueses:
- que criaram o Brasil,
-que "deram novos mundos ao mundo",
- que viajaram pela África e pela Índia,
- que foram até ao Japão e a lugares bem mais
 longínquos,
- que deixaram uma língua e traços de cultura que 
ainda hoje sobrevivem e são lembrados com admiração,
como é possível que hoje sejamos o mais pobre país da
 Europa ocidental?
O embaixador sorriu e disse:
- Meu caro, você está muito enganado. Nós não 
descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia
 e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez 
uma obra notável, de rasgo e ambição.
- Não descendemos? - reagiu, perplexo, o jovem diplomata 
- Então de quem descendemos nós?
Responde o lúcido embaixador:
Nós descendemos dos que cá ficaram...

quarta-feira, 4 de março de 2015

O Velho Armando


O Armando tem 95 anos e vive num lar de idosos.

Todas noites, depois do jantar, ele vai para um canto do 
jardim, por de trás do lar, para se sentar e pensar no 
que conseguiu ao longo da sua vida.
Uma noite, Arminda, 87 anos, ia a passar pelo jardim e 
sentou-se a conversar com ele.
Sem darem por isso, várias horas se passaram.
Depois de uma pequena pausa na conversa, Armando
 volta-se para Arminda e pergunta:
"Mas sabes do que sinto mais falta?"
"Do quê?" - pergunta ela.
"SEXO" - responde o Armando.
Arminda exclama:
"Seu velho xéxé, não o conseguias levantar nem que te
apontasse uma pistola à cabeça!"
 "Eu sei..." - diz Armando - "...mas era bom que pelo
 menos uma mulher pudesse segurar nele de vez em quando!"
"Bom, isso eu posso aceitar" - diz Arminda, abrindo o fecho
 e segura no... de Armando.
Depois disto, decidem que daí em diante, se encontrariam
 todas as noites naquele canto do jardim, onde se sentariam 
a conversar e depois ela ficaria a segurar no... por um 
bocado.
Só que uma noite o Armando não apareceu e, preocupada,
 Arminda começa procurá-lo, até que o encontra noutro
 ponto do lar, sentado à beirada piscina com outra residente 
do lar, a Etelvina que também lhe estava a segurar no...
"Seu traidor! Seu trapaceiro! O que é que a Etelvina tem que
 eu não tenho?"
O Armando sorriu e respondeu feliz:
"Parkinson!