quinta-feira, 8 de outubro de 2020

 Sobre os idosos

 

Algumas coisas antigas que são boas para os

 idosos:

Esposas ideais.

Velhose sinceros amigos para conversar.

A velha lenha para aquecer no inverno.

Os livros antigos para ler  e ajaduar a passar 

o tempo.

 Velhos vinhos  de boas casras para beber.

Bom presunto e paio bem feito e bem preparados

 para comer.

Boa cama e boa mesa com todas as condições 

para nãote r frio nem calor um quarto tipo suite.

discernir bem entre o velho e o idoso.

A senectitude é como escalar uma grande montanha

enquanto escala, as forças diminuem, mas o olhar

 é mais livre, a visão mais ampla e mais serena.

Os primeiros quarenta anos de vida dão-nos o texto;

os próximos 30, o comentário correto.
 
Os vetustos desconfiam dos jovens porque já foram

 jovens.
Quando te disserem que estás velho demais para fazer

alguma coisa, tenta fazer mais rápido.(asap)

.as soon as possible.

A arte do bom envelhecimento é a arte de preservar

 sempre alguma esperança em qualquer coisa.

As para alguns velhos as rugas do espírito fazem-nos 

mais velhos que as do rosto. È quando a gerodermia é

menos acentuada que a ação.
 
O jovem conhece as regras, mas o velho conhece as

todas exceções a essas regras.

Na juventude aprendemos, na velhice entendemos. 

A maturidade do homem é ter recuperado a serenidade

com a qual brincávamos quando éramos crianças.
 
O velho não pode fazer o que um jovem faz; mas

faz melhor. 

Leva-se 2 anos para aprender a falar e 70 para aprender

a calar e escutar para dizer o que sabe e saber o que diz.
 
As árvores mais antigas dão os frutos mais doces.  

A velhice tira o que herdámos e dá-nos o que merecemos. 

Um homem não é um senecto enquanto sabe reclamar 

em vez de só sonhar.

O idoso continua sonhando com objetivos que deseja

 atingir.

Está sempre em Acão e sabe improvisar ou resolver

 coisas difíceis para os jovens.

 A vetustez acelera mais com o isolamento o bom 

convívio presencial ou por via telefónica faz parte

 da boa qualidade vida.

Não te agarres a pergaminhos e conceitos ancestrais

 Obsoletos que te podem amachucar cada vez mais a

tua solidão.  

 Geronto é só aquele que considera que sua tarefa está

cumprida.

É aquele que se levanta sem metas não te esperanças



SOLEIL ET LES ANIMAUX


Vous savez peut-être qu'un peu de soleil

 chaque jour est excellent pour notre corps

 de différentes manières. Mais c'est encore

 plus vital pour les animaux. Par exemple,

 saviez-vous que les rayons du soleil, bien

 qu'ils soient à des millions de kilomètres,

 fournissent une abondance de ressources

pour des animaux de toutes formes et tailles? 

Plusieurs animaux comptent sur le soleil du

matin pour stimuler leur métabolisme, c'est

 pourquoi vous constaterez souvent que

 beaucoup d'entre eux aiment très bien tous

 bienprennent le soleil le matin .

C'est exactement ce qui les dynamise pour la

 journée, et maintenant que vous connaissez

 toute la science derrière les bains de soleil de

 vos animaux chaque matin, il y a aussi le fait

 que les regarder faire est tout simplement trop

mignon et souvent même très drôle!

 História verídica que serve de lição de vida


Um cão era tão fiel a uma mulher que podia deixar seu

 bébê com ele e sair rapidamente para e fazer algumas 

corridas. (dromoterapia).

 Quase sempre, quando regressava dessa romonade 

 encontrava criança a dormir profundamente com dog.

Mas um dia,  algo trágico pararecia que lhe aconteceu.

A mulher, como sempre, deixou o bebê nas mãos seu  

estimado fiel perro e foi às compras.

Quando ela voltou, descobriu uma cena horrível e havia

 uma bagunça total. O bebê não estava em seu berço, 

fraldas e roupas em pedaços, com manchas de sangue

 por todo o quarto num shock,

 a mulher assustada começou a procurar o bebê.

De repente, ela viu o cão fiel sair debaixo da cama, 

coberto de sangue por todo o lado, lambendo a boca 

como se tivesse acabado de comer uma deliciosa

 refeição.

A mulher ficou convencida de que o cachorro tinha

comido o  seu bebê.

Sem pensar muito, ela espancou com raiva o canino 

com uma com xilo até a morte.

Ela então prosseguiu a pesquisa para encontrar pelo 

menos parte do seu filho. Logo ela está passando por 

outra cena. 

Atrás da cama. Viu  o seu bébé sem um arranhão e uma

 grande cobra morta desfeita perto do seu bébe.

Julgar sem factos verídicos é deslador. Não se pode 

acreditar em testemunhos outivos nem ser assomadiço 

em decisões de muita responsabilidade moral e física.

O arrependiemento posterior já de nada vale.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

 

Quando o povo paga pela inocència de um Rei

O dia 4 de Agosto marca o maior desastre da história
 militar portuguesa, não só pelo número de militares
envolvidos mas também pelas consequências trágicas
que teve.
A batalha de Alcácer Quibir (ou batalha dos três reis
marca o princípio do fim da II dinastia portuguesa e do
 período do império português da Índia e é o prenúncio
 de um período de 60 anos em que o reino de Portugal
governado por monarcas estrangeiros.
A 4 de Agosto de 1578, perto de Alcácer-Quibir onde
hoje uma aldeia denominada Suaken, com o exército
esgotado pela fome, pelo cansaço e pelo calor, deu-se
batalha.
O exército marroquino avançou em uma ampla frente,
cercar as fileiras de D. Sebastião. Era composto por
1000 cavaleiros nos seus flancos, tendo no seu centro
mouros vindos de Espanha, os quais guardavam especial
 ressentimento dos cristãos. Apesar da sua doença o
Sultão Abdal Malique deixou a sua liteira e liderou a
suas tropas a cavalo.
O exército português nesta batalha tinha uma primeira
(vanguarda) composta pelos “aventureiros” portugueses
comandados por Cristóvão de Távora, e pelos voluntários
mercenários estrangeiros, por uma ala esquerda de
pesada comandada pelo rei D. Sebastião e por uma
A batalha começou com uma troca de fogo de
e artilharia, por ambos os exércitos. Thomas Stukley
comandante dos voluntários italianos, foi morto por
uma bala de canhão no começo da batalha. A cavalaria
 moura, superior em número, avançou cercando o
 exército português, enquanto as forças principais se
engam.
Próximo do acampamento do líder mouro, o ataque
português perdeu impulso após o comandante se ter
ficado demasiado afastados do restante.
Assim correndo risco de isolamento, e começa a recuar.
Vendo os seus flancos comprometidos pelo ataque da
cavalaria moura, ameaçado ele próprio pela mesma, e
A batalha terminou após quatro horas de combate com
a completa derrota dos exércitos de D. Sebastião e Abu
Mohammed II Saadi, com quase 9 mil mortos e 16 mil
prisioneiros, nos quais se incluem grande parte da
nobreza portuguesa. Talvez 100 sobreviventes tenham 
escapado com custo, do local da batalha.
Mulei Mohammed, aliado dos portugueses, tentou fugir
ao massacre em que a batalha se convertera mas morreu
 afogado ao atravessar o rio Mocazim. O Sultão Abdal
(Mulei Moluco) também morreu durante a batalha, mas
de causas naturais, uma vez que o esforço da batalha
demais para o seu estado, debilitado por um
envenenamento que sofrera. D. Sebastião, por
vez, desapareceu liderando uma carga de cavalaria
contra o inimigo, e seu corpo jamais foi encontrado
Nestas condições, o exército português, em que
alguns atos de grande bravura, foi completamente
 derrubado. Apesar de na época duvidarem da morte
do rei é muito provável que ele nesta batalha tenha 
perecido.
D. SEBASTIÃO, REI DE PORTUGAL
Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há
Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nella ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadaver addiado  que procria?

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Soneto com substantivos coletivos


Banda, bando, congresso, ninhada,
Arquipélago, choupal, vinha, colmeia,
Caravana, cáfila, corja, cambada
Chorrilho, chusma, cardume, alcateia,


Tripulação, enxame, esquadra, flotilha,
 Cordilheira, nuvem, matilha, pinhal,
 Frota, regimento, choldra, esquadrilha,
 Súcia, falange, leva, multidão, olival,


Ramalhete, manada, rancho, mato
Vara, vinha, souto, réstia, quinzena,
 Serra, récua, rebanho, assembleia, fato


Universo, universidade, religião,
 Horda, magote, campanha, novena,
 Seminário, conclave, cacho, legião.

It was made by Rafael





Mais
A MULHER DO RABINO

Antes das orações e cerimónias de sexta-feira
 à noite, Leafar foi até seu amigo Isaac e disse:
- Preciso que me faças um favor. Eu vou estar
 com a esposa do Rabino em casa deles, podes manter conversa com ele durante cerca de
horas duas horas na sinagoga depois das
e rituais do shabbat ?
Isaac não gostou muito da ideia, mas, sendo
 amigo de toda a vida de Leafar, ele concordou
 com  alguma relutância.

Após os serviços, Isaac iniciou umas conversas
com o rabino, fazendo-lhe todo tipo de perguntas
estúpidas, apenas só para passar o tempo e para mantê-lo ocupado.
Depois de algum tempo, o sábio rabino
perguntou- lhe: 
 - Isaac, o que você realmente fazendo?
Isaac, cheio de sentimentos de culpa e remorso
 confessou ao rabino:
- Sinto muito, rabino. Mas um meu amigo está
com a tua mulher em tua casa!
O rabino sorriu, colocou a mão fraterna no ombro
de Isaac e disse:
 -É melhor você se apressar para chegar em sua casa,Isaac. Por que esse leafar é muito filógino!
Minha esposa morreu há dois anos.

A minha primeira aula de Direito

Uma manhã, quando nosso novo professor de
 "Introdução ao Direito" entrou na sala, a primeira
 coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que
 estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me  João, senhor Doutor
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca
mais! 
- gritou o desagradável professor.
João estava desconcertado. Quando voltou a si,
 levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu
da sala. Todos estávamos assustados e indignados,
porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que
servem as leis?...
Seguíamos assustados, porém pouco a pouco
começamos a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente a aluna
 Manuela Gonçalves.
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começávamos a ficar incomodados pela
 atitude tão grosseira do professor.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salva guardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado... Para premiar a
 quem faz o bem...
- Ok, não está mal, porém... respondam a esta pergunta:
 - agi correctamente ao expulsar João da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguém respondeu.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém disse nada?
Para que queremos leis e regras se não dispomos da 
vontade necessária para praticá-las?
- Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando
 presenciar uma injustiça. Todos de hoje em diante,
não voltem a ficar calados, nunca mais!
- Vâo buscar o João - disse, olhando-nos fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso 
de Direito.
Quando não defendemos nossos direitos perdemos
 a dignidade e a dignidade não se negocia.

 I ´ll never forget this my first lesson of the law.
Rafael.

P. S.
"PREÇO A PAGAR PELA TUA NÃO PARTICIPAÇÃO 
NA POLÍTICA É SERES GOVERNADO POR QUEM PODE
SER INFERIOR A TI".- PLATÃO (C. 428 - 347 A.C.)


quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Soneto sobre Rafael


            Sou homem polidoente, tomo remédio,
            Para a doença física, e para o intelecto?
            Mas é difícil encontrar  fármaco  certo,
            Estar na base do  saber causa me tédio.
      

            Por plutas causas a patogenia me fez fragil
            Fui muito limitado no meu exíguo talento,
            Assim fiquei  no rés-do-chão do conhecimento,
            Não pude subir mais alto, ser ativo e  ágil.
           

            Eliminar as patologias do escasso saber,
            Não há  fármacos que me façam efeito,
            Quando  provêm das condições do  nascer.

            Se meu desejo de ir além fosse permitido
            E não me alargar por excesso nem defeito,                  
           A minha vida teria outro melhor sentido.





O avental da minha avó

O primeiro fim do avental da avó foi proteger a roupa de baixo.
Depois... serviu como luva para tirar a panela do fogão...
Foi maravilhoso para secar as lágrimas dos netos e também para limpar
as suas caras sujas.
Do galinheiro, o avental foi usado para transportar os ovos e, às
vezes, os pintainhos.
Quando os visitantes chegavam, o avental servia para proteger as
crianças tímidas.
Quando fazia frio, à avó servia de agasalho.
Esse velho avental era um fole agitado, para avivar o lume da lareira.
Era nele que levava as batatas e a madeira seca para a cozinha.
Da horta, servia como um cesto para muitos legumes, depois de
apanhadas as ervilhas, era a vez de arrecadar nabos e couves.
E, pela chegada do Outono, usava-o para apanhar as maçãs caídas.
Quando os visitantes apareciam, inesperadamente, era surpreendente ver
quão rápido esse velho avental podia limpar o pó.
Quando era a hora da refeição, da varanda, a avó sacudia o avental e
os homens, a trabalhar no campo, sabiam, imediatamente, que  tinham
que ir para a mesa.
A avó também o usou para tirar a tarte de maçã do forno e colocá-la na
janela para arrefecer.
Passarão muitos anos, até que alguma outra invenção ou objeto possa
substituir esse velho avental da minha Avó

Foto de grupo

Todas as crianças tinham ficado na fotografia e a professora

estava a tentar convencê-los a comprar uma cópia da foto do

 grupo.
- 'Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e
todos digam
«ali está a Catarina, é advogada,» ou também «este é o
Miguel. Agora é médico»'.
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
- 'E ali está a professora! Que Já morreu'

Conversa entre mãe e filha pequena

Um dia, uma menina estava sentada na cozinha observando

a mãe a lavar os pratos, e de repente percebeu que a mãe
 tinha vários cabelos brancos sobressaindo entre a sua
cabeleira escura.
 Olhou para a mãe e perguntou:
 - 'Por que é que tens tantos cabelos brancos, mamã?'

 A mãe respondeu:

 - 'Bom, cada vez que te portas mal e me fazes chorar ou
 ficar triste,um dos meus cabelos fica branco'.
 A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e
 disse de imediato:
 - 'Mãe, por que é que todos os cabelos da avó estão brancos? '