One day a florist went to a barber for a haircut. After the
cut, he asked about his bill, and the barber replied,
'I cannot accept money from you, I'm doing community service
this week.' The florist was pleased and left the shop.
When the barber went to open his shop the next morning, there
was a 'thank you' card and a dozen roses waiting for him at
his door.
Later, a cop comes in for a haircut, and when he tries to pay
his bill, the barber again replied, 'I cannot accept money from
you, I'm doing community service this week.' The cop was happy
and left the shop.
The next morning when the barber went to open up, there was a
'thank you' card and a dozen donuts waiting for him at his door.
Then the local Deputy came in for a haircut, and when he went to
pay his bill, the barber again replied, 'I cannot accept money
from you. I'm doing community service this week.' The Deputy was
very happy and left the shop, he gave nothing to the baber.
The next morning, when the barber went to open up, there were a
dozen deputys lined up waiting for a free haircut.
And that, my friends, illustrates the fundamental difference
between the citizens of our country and the politicians who
run it.
BOTH POLITICIANS AND DIAPERS NEED TO BE CHANGED
OFTEN AND FOR THE SAME REASON!
If you don't forward this you have no sense of humor. Nothing
bad will happen, however, you must live with yourself knowing
that laughter is not in your future.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
La crise notamment de L´Europe
La crise n´est pas pour tout le monde n´importe quel pays! On dit qu´il y a
une récession! Mais quelle récession?
Il parait que le monde est en récession. Et bien, la récession
mondiale n'a pas le même impact sur tout le monde... Vous
pouvez regarder bien partout des Mercedes Benz commandées par
des milliardaires.
Le nouveau moteur V10 a 4 turbos qui l'équipe et développe la
bagatelle de 1600 CV pour un couple de 2800 Nm le tout en
consommant du biocarburant. Grâce à cet atout de taille, ces
véhicule faisent le 0-100 km/h en moins de 2 secondes et il
parvient ainsi à franchir une mile en 6 secondes. Sa
carrosserie n'est pas en acier inoxydable malgré ce qu'on
pourrait croire.
Mesdames et messieurs, croyez le ou non, elle est fabriquée en
OR BLANC!!!
Je suis certain que vous dormirez mieux cette nuit en sachant
que vous payez votre essence à un prix exorbitant pour cette
bonne cause!...
Les riches sont les premiers á parler de la crise afin qui
puisssent gagner plus de l´argent avec ça!..
une récession! Mais quelle récession?
Il parait que le monde est en récession. Et bien, la récession
mondiale n'a pas le même impact sur tout le monde... Vous
pouvez regarder bien partout des Mercedes Benz commandées par
des milliardaires.
Le nouveau moteur V10 a 4 turbos qui l'équipe et développe la
bagatelle de 1600 CV pour un couple de 2800 Nm le tout en
consommant du biocarburant. Grâce à cet atout de taille, ces
véhicule faisent le 0-100 km/h en moins de 2 secondes et il
parvient ainsi à franchir une mile en 6 secondes. Sa
carrosserie n'est pas en acier inoxydable malgré ce qu'on
pourrait croire.
Mesdames et messieurs, croyez le ou non, elle est fabriquée en
OR BLANC!!!
Je suis certain que vous dormirez mieux cette nuit en sachant
que vous payez votre essence à un prix exorbitant pour cette
bonne cause!...
Les riches sont les premiers á parler de la crise afin qui
puisssent gagner plus de l´argent avec ça!..
Tropa de elite matou Osama Bin Laden
Militares da SEAL, a Tropa de Elite americana que executou
Osama bin Laden.
Formada por voluntários, recebe anualmente dezenas de pedidos
de adesão por parte dos melhores militares em ação. Mesmo
vindo de uma altíssima preparação, apenas 40% dos candidatos
são aprovados.
Embora pertença oficialmente à Marinha, seu raio de ação vai
além, como pode ser visto no caso da execução de bin Laden,
pois o ataque aconteceu numa região longínqua, sem mar. O fato
se justifica, pois o grupo está apto a atuar em qualquer terreno,
aliás o nome SEAL é na verdade um acrônimo das primeiras letras
das palavras inglesas para Mar (Sea), Ar (Air) e Terra (Land).
Os integrantes da SEAL são homens treinados para ações secretas
de caráter excepcional, levando em consideração as dificuldades e
perigos. Estão sempre preparados para agir a qualquer hora para
anularem qualquer ação terrorista em nichos de dificil acesso.
A SEAL foi criada nos anos 60, durante o Governo do Presidente
John Kennedy e já teve ações decisivas em Cuba, no Vietnãm,
Granada, Somália, Afeganistão, Iraque, Irão e agora no Paquistão.
O maior fracasso deste grupo se deu quando tentaram libertar
os prisioneiros seqüestrados na Embaixada dos Estados Unidos em
Teerão, nos anos 70. Já uma das ações mais bem sucedidas foi a
prisão dos seqüestradores do navio Achille Lauro, na década de 80.
No dia 7 de outubro de 1985, quatro terroristas da Frente de
Libertação da Palestina seqüestraram o navio italiano Achille
Lauro na rota de Alexandria para Port Said. Para liberar os
passageiros, os terroristas exigiam a libertação de 50
palestinos presos por atividades terroristas.
Como não tiveram suas exigências atendidas, os seqüestradores
perpetraram uma execução-espetáculo, atirando na testa de um
judeu que estava a bordo. Leon Klinghoffer tinha 63 anos, era
deficiente físico e se locomovia em cadeira de rodas. Os
terroristas forçaram o barbeiro do navio e um garçon a levar o
corpo de Leon para diante das câmeras e o atiraram nas águas.
O “espetáculo” foi captado pelas lentes e câmeras de centenas
de jornalistas que cobriam o seqüestro.
Graças à intervenção dos membros da SEAL, e sob a autorização
do Presidente Ronald Reagan, as forças especiais italianas
conseguiram prender os seqüestradores.
A intervenção da SEAL no caso Achille Lauro mostra o caráter
discreto deste grupo de elite, uma vez que até hoje pouco se
falou no papel que eles desempenharam no episódio. Não se sabe
até onde eles foram, mas sabe-se com certeza de que eles
estiveram lá.
Recentemente a SEAL também protagonizou outra difícil ação
quando resgatou das mãos de piratas somalis o capitão
estadunidense Richard Phillips.
Osama bin Laden.
Formada por voluntários, recebe anualmente dezenas de pedidos
de adesão por parte dos melhores militares em ação. Mesmo
vindo de uma altíssima preparação, apenas 40% dos candidatos
são aprovados.
Embora pertença oficialmente à Marinha, seu raio de ação vai
além, como pode ser visto no caso da execução de bin Laden,
pois o ataque aconteceu numa região longínqua, sem mar. O fato
se justifica, pois o grupo está apto a atuar em qualquer terreno,
aliás o nome SEAL é na verdade um acrônimo das primeiras letras
das palavras inglesas para Mar (Sea), Ar (Air) e Terra (Land).
Os integrantes da SEAL são homens treinados para ações secretas
de caráter excepcional, levando em consideração as dificuldades e
perigos. Estão sempre preparados para agir a qualquer hora para
anularem qualquer ação terrorista em nichos de dificil acesso.
A SEAL foi criada nos anos 60, durante o Governo do Presidente
John Kennedy e já teve ações decisivas em Cuba, no Vietnãm,
Granada, Somália, Afeganistão, Iraque, Irão e agora no Paquistão.
O maior fracasso deste grupo se deu quando tentaram libertar
os prisioneiros seqüestrados na Embaixada dos Estados Unidos em
Teerão, nos anos 70. Já uma das ações mais bem sucedidas foi a
prisão dos seqüestradores do navio Achille Lauro, na década de 80.
No dia 7 de outubro de 1985, quatro terroristas da Frente de
Libertação da Palestina seqüestraram o navio italiano Achille
Lauro na rota de Alexandria para Port Said. Para liberar os
passageiros, os terroristas exigiam a libertação de 50
palestinos presos por atividades terroristas.
Como não tiveram suas exigências atendidas, os seqüestradores
perpetraram uma execução-espetáculo, atirando na testa de um
judeu que estava a bordo. Leon Klinghoffer tinha 63 anos, era
deficiente físico e se locomovia em cadeira de rodas. Os
terroristas forçaram o barbeiro do navio e um garçon a levar o
corpo de Leon para diante das câmeras e o atiraram nas águas.
O “espetáculo” foi captado pelas lentes e câmeras de centenas
de jornalistas que cobriam o seqüestro.
Graças à intervenção dos membros da SEAL, e sob a autorização
do Presidente Ronald Reagan, as forças especiais italianas
conseguiram prender os seqüestradores.
A intervenção da SEAL no caso Achille Lauro mostra o caráter
discreto deste grupo de elite, uma vez que até hoje pouco se
falou no papel que eles desempenharam no episódio. Não se sabe
até onde eles foram, mas sabe-se com certeza de que eles
estiveram lá.
Recentemente a SEAL também protagonizou outra difícil ação
quando resgatou das mãos de piratas somalis o capitão
estadunidense Richard Phillips.
A dita geração à rasca
Um dia, isto tinha de acontecer. Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos
numa abastança caprichosa, protegendo-os das dificuldades e
escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a
lidar com o trabalho e frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e
também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua
infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão
pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos
anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida,
a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 400 e os 70
anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no
antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais
investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos
que eles quiseram afzer.
É ageração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também
lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos
locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos
de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes
faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram
goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama,
mesa e roupa lavada e carro para passear.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a
qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante
do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase)
todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego,
A vaquinha emagreceu, feneceu, secou. Foi então que os pais
ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos
enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e
discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem
continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa
de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e
vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da
água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos
prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda
larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads,
sempre de ultima geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a
ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a
ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque
eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles
têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons
e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante
pelo menos três décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou
muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que
aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que
colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado,
mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento
teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar
em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que
isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas
competências de leitura e interpretação da realidade em que se
insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e
frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para
o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão
social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento.
Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e
trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que
nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no
mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à
sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem
maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o
pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente
desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir
de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente
sobre e desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade
e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não
encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus
contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora
estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que
trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem
bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!,
são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no
último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes
de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada
dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os
invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos
vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas
almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena
destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha
firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar,
nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é
de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode
assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens
agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos
numa abastança caprichosa, protegendo-os das dificuldades e
escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a
lidar com o trabalho e frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e
também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua
infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão
pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos
anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida,
a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 400 e os 70
anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no
antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais
investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos
que eles quiseram afzer.
É ageração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também
lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos
locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos
de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes
faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram
goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama,
mesa e roupa lavada e carro para passear.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a
qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante
do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase)
todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego,
A vaquinha emagreceu, feneceu, secou. Foi então que os pais
ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos
enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e
discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem
continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa
de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e
vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da
água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos
prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda
larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads,
sempre de ultima geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a
ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a
ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque
eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles
têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons
e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante
pelo menos três décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou
muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que
aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que
colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado,
mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento
teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar
em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que
isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas
competências de leitura e interpretação da realidade em que se
insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e
frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para
o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão
social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento.
Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e
trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que
nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no
mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à
sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem
maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o
pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente
desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir
de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente
sobre e desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade
e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não
encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus
contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora
estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que
trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem
bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!,
são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no
último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes
de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada
dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os
invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos
vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas
almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena
destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha
firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar,
nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é
de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode
assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens
agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
quarta-feira, 4 de maio de 2011
P. USA OBAMA ordered to kill the american devil
WASHINGTON – Helicopters descended out of darkness on the most
important counterterrorism mission in U.S. history. It was an
operation so secret, only a select few U.S. officials knew what
was about to happen.
The location was a fortified compound in an affluent Pakistani
town two hours outside Islamabad. The target was Osama Bin
Laden.
Intelligence officials discovered the compound in August while
monitoring an al-Qaida courier. The CIA had been hunting that
courier for years, ever since detainees told interrogators that
the courier was so trusted by bin Laden that he might very well
be living with the al-Qaida leader.
Nestled in an affluent neighborhood, the compound was surrounded
by walls as high as 18 feet, topped with barbed wire. Two
security gates guarded the only way in. A third-floor terrace
was shielded by a seven-foot privacy wall. No phone lines or
Internet cables ran to the property. The residents burned their
garbage rather than put it out for collection. Intelligence
officials believed the million-dollar compound was built five
years ago to protect a major terrorist figure. The question was,
who?
The CIA asked itself again and again who might be living
behind those walls. Each time, they concluded it was almost
certainly Bin Laden.
President Barack Obama described the operation in broad
strokes Sunday night. Details were provided in interviews with
counterterrorism and intelligence authorities, senior
administration officials and other U.S. officials. All spoke on
condition of anonymity to discuss the sensitive operation.
By mid-February, intelligence from multiple sources was clear
enough that Obama wanted to "pursue an aggressive course of
action," a senior administration official said. Over the next
two and a half months, Obama led five meetings of the National
Security Council focused solely on whether bin Laden was in
that compound and, if so, how to get him, the official said.
Normally, the U.S. shares its counterterrorism intelligence
widely with trusted allies in Britain, Canada, Australia and
elsewhere. And the U.S. normally does not carry out ground
operations inside Pakistan without collaboration with
Pakistani intelligence. But this mission was too important
and too secretive.
On April 29, Obama approved an operation to kill bin Laden.
It was a mission that required surgical accuracy, even more
precision than could be delivered by the government's
sophisticated Predator drones. To execute it, Obama tapped a
small contingent of the Navy's elite SEAL Team Six and put
them under the command of CIA Director Leon Panetta, whose
analysts monitored the compound from afar.
Panetta was directly in charge of the team, a U.S. official
said, and his conference room was transformed into a
command center.
Details of exactly how the raid unfolded remain murky. But
the al-Qaida courier, his brother and one of bin Laden's
sons were killed. No Americans were injured. Senior
administration officials will only say that Bin Laden
"resisted." And then the man behind the worst terrorist
attack on U.S. soil died from an American bullet to his head.
It was mid-afternoon in Virginia when Panetta and his team
received word that bin Laden was dead. Cheers and applause
broke out across the conference room.
important counterterrorism mission in U.S. history. It was an
operation so secret, only a select few U.S. officials knew what
was about to happen.
The location was a fortified compound in an affluent Pakistani
town two hours outside Islamabad. The target was Osama Bin
Laden.
Intelligence officials discovered the compound in August while
monitoring an al-Qaida courier. The CIA had been hunting that
courier for years, ever since detainees told interrogators that
the courier was so trusted by bin Laden that he might very well
be living with the al-Qaida leader.
Nestled in an affluent neighborhood, the compound was surrounded
by walls as high as 18 feet, topped with barbed wire. Two
security gates guarded the only way in. A third-floor terrace
was shielded by a seven-foot privacy wall. No phone lines or
Internet cables ran to the property. The residents burned their
garbage rather than put it out for collection. Intelligence
officials believed the million-dollar compound was built five
years ago to protect a major terrorist figure. The question was,
who?
The CIA asked itself again and again who might be living
behind those walls. Each time, they concluded it was almost
certainly Bin Laden.
President Barack Obama described the operation in broad
strokes Sunday night. Details were provided in interviews with
counterterrorism and intelligence authorities, senior
administration officials and other U.S. officials. All spoke on
condition of anonymity to discuss the sensitive operation.
By mid-February, intelligence from multiple sources was clear
enough that Obama wanted to "pursue an aggressive course of
action," a senior administration official said. Over the next
two and a half months, Obama led five meetings of the National
Security Council focused solely on whether bin Laden was in
that compound and, if so, how to get him, the official said.
Normally, the U.S. shares its counterterrorism intelligence
widely with trusted allies in Britain, Canada, Australia and
elsewhere. And the U.S. normally does not carry out ground
operations inside Pakistan without collaboration with
Pakistani intelligence. But this mission was too important
and too secretive.
On April 29, Obama approved an operation to kill bin Laden.
It was a mission that required surgical accuracy, even more
precision than could be delivered by the government's
sophisticated Predator drones. To execute it, Obama tapped a
small contingent of the Navy's elite SEAL Team Six and put
them under the command of CIA Director Leon Panetta, whose
analysts monitored the compound from afar.
Panetta was directly in charge of the team, a U.S. official
said, and his conference room was transformed into a
command center.
Details of exactly how the raid unfolded remain murky. But
the al-Qaida courier, his brother and one of bin Laden's
sons were killed. No Americans were injured. Senior
administration officials will only say that Bin Laden
"resisted." And then the man behind the worst terrorist
attack on U.S. soil died from an American bullet to his head.
It was mid-afternoon in Virginia when Panetta and his team
received word that bin Laden was dead. Cheers and applause
broke out across the conference room.
Ser poliglota é importante
É preciso perceber linguagem mímica e desenhada
Um industrial de Paços de Ferreira foi à Noruega comprar madeira
para a sua fábrica de móveis.
À noite, sozinho no bar do hotel, repara numa loira encostada ao
bar.
Não sabendo falar norueguês, pediu ao barman um bloco e uma caneta.
Desenhou um copo com dois cubos de gelo e mostrou-o à loira.
Ela, sorriu e tomaram um copo.
De seguida começou a tocar uma música romântica.
Ele, pega novamente no bloco, desenha um casal a dançar e
mostra-lhe. Ela levanta-se e vão dançar.
Terminada a música, regressam ao bar e desta vez é a loira que
pega no bloco. Desenha uma cama, uma cadeira e uma cómoda e
mostra-lhe. Ele vê e diz:
- "Sim, sim, sou de Paços de Ferreira, da capital do móvel em
Portugal"
Este só queria vender mobílias! Mas consta-se que enquanto
alguns destes Grandes Industriais estão envolvidos com os
negócios quando estão no estrangeiro,as suas mulheres sabem
aproveitar bem a estadia praticando a poliandria!...
Um industrial de Paços de Ferreira foi à Noruega comprar madeira
para a sua fábrica de móveis.
À noite, sozinho no bar do hotel, repara numa loira encostada ao
bar.
Não sabendo falar norueguês, pediu ao barman um bloco e uma caneta.
Desenhou um copo com dois cubos de gelo e mostrou-o à loira.
Ela, sorriu e tomaram um copo.
De seguida começou a tocar uma música romântica.
Ele, pega novamente no bloco, desenha um casal a dançar e
mostra-lhe. Ela levanta-se e vão dançar.
Terminada a música, regressam ao bar e desta vez é a loira que
pega no bloco. Desenha uma cama, uma cadeira e uma cómoda e
mostra-lhe. Ele vê e diz:
- "Sim, sim, sou de Paços de Ferreira, da capital do móvel em
Portugal"
Este só queria vender mobílias! Mas consta-se que enquanto
alguns destes Grandes Industriais estão envolvidos com os
negócios quando estão no estrangeiro,as suas mulheres sabem
aproveitar bem a estadia praticando a poliandria!...
Une anecdote française
Récit succinct d´un fait piquant
Un policier patrouille de nuit et aperçoit une voiture
stationnée, éclairée par la lumière intérieure.
Il s'approche de l'auto et voit un couple tranquillement
installé.
Un jeune homme, assis au volant du véhicule, feuillette
un magazine d'informatique tandis qu'une jeune femme,
assise sur la banquette arrière, tricote.
Curieux devant cette drôle de situation, le fonctionnaire
s'approche et cogne sur la vitre.
Le jeune homme baisse la vitre :
- Que faites-vous là ? demande le policier
- Eh bien... Je lis un magazine !
Et pointant du doigt la jeune femme, le policier demande
- Et elle, que fait-elle ?
Le jeune homme hausse les épaules
- Je crois qu'elle tricote un chandail.
Le policier est totalement confus. Un jeune couple seul dans
une auto la nuit... et il ne se passe rien d'immoral
- Quel âge as-tu, jeune homme ?
- J'ai 30 ans
- Et elle, quel âge a-t-elle ?
Le jeune homme regarde sa montre et dit :
- Elle aura 18 ans dans vingt minutes!...
Il faut attendre quelque temps à cause du crime par stupre.
Un policier patrouille de nuit et aperçoit une voiture
stationnée, éclairée par la lumière intérieure.
Il s'approche de l'auto et voit un couple tranquillement
installé.
Un jeune homme, assis au volant du véhicule, feuillette
un magazine d'informatique tandis qu'une jeune femme,
assise sur la banquette arrière, tricote.
Curieux devant cette drôle de situation, le fonctionnaire
s'approche et cogne sur la vitre.
Le jeune homme baisse la vitre :
- Que faites-vous là ? demande le policier
- Eh bien... Je lis un magazine !
Et pointant du doigt la jeune femme, le policier demande
- Et elle, que fait-elle ?
Le jeune homme hausse les épaules
- Je crois qu'elle tricote un chandail.
Le policier est totalement confus. Un jeune couple seul dans
une auto la nuit... et il ne se passe rien d'immoral
- Quel âge as-tu, jeune homme ?
- J'ai 30 ans
- Et elle, quel âge a-t-elle ?
Le jeune homme regarde sa montre et dit :
- Elle aura 18 ans dans vingt minutes!...
Il faut attendre quelque temps à cause du crime par stupre.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Alguma publicidade enganosa na internet
Quando um dos meus amigos estava a navegar na internet, surgiu-lhe
no ecrã do seu computador alguns aparelhos a convidá-lo a acertar
neles. Ele sem se aperceber o que estaria por detrás, seguiu a
sugestão e logo recebeu uma mensagem (SMS) informá-lo, que poderia
ganhar um IPod. Mas tinha que introduzir o número do seu telemóvel.
Ao fazê-lo, recebeu outra mensagem (SMS) com um código para inserir
numa janela do ecrã do seu computador.
Passado pouco tempo recebeu uma terceira mensagem que indicou o
desconto de 2,00 euros do saldo do seu cartão. Perante este desconto
sem qualquer justificação, resolveu anular este serviço. Perdeu mais
2,00 euros com a respectiva anulação. Desta maneira, o meu amigo
gastou 4,00 euros sem saber para onde foram!
Considerando estes casos anómalos, verifica-se que as pessoas
continuam desprotegidas com os anúncios que aparecem, porque omitem
elementos obrigatórios que deviam esclarecer toda a publicidade.
Constata-se todos os dias que há certas maneiras de atrair clientes
que nem sempre é feita de uma de forma transparente.
Geralmente, quando se pretende um esclarecimento sobre estes assuntos
a datatalk só disponibiliza o atendimento automático.
Muitas vezes, quando os anúncios em revistas, televisão e net não
são suficientes para essas empresas, Resolvem optar por enviar SMS não
solicitados, com propostas para participar em concursos com serviços
de chamadas de valor acrescentado.
Em conclusão acerca de tudo isto, revela que nem a lei não impede o
consumidor de continuar à mercê destas empresas exploradoras.
Para obviar incómodos e despesas sem justa causa em termos de
comunicações, é aconselhável pedir a operadora o barramento destes
serviços ou inscrevermo-nos na lista nacional de não recepção de
publicidade.
Publicidade Enganosa
Vê-se em cartazes, rádio, televisão e jornais numa linguagem
apelativa de doutores incentivando à oniomania dos consumidores,
causando-lhes golpes fatais no seu pecúlio.
Com uma emissão escrita, falada tão apelativa conseguem pormover
pechinchas ditas de qualidade superior, mas que não correspondem
à verdade.Com tanto saber, arte,brilho e com tanta cor!
Tudo isto põe de repente todos os incautos à deriva.
Cria no consumidor ambição uma quase patológica, as pessoas correm
desalmadas às promoções compram tudo sem precisarem e sem lógica.
Parece ver-se gente desprovida de maturidade. É a publicidade que
as guia para estas situações, que por vezes corta-lhes toda a
a liberdade de escolha per si.
no ecrã do seu computador alguns aparelhos a convidá-lo a acertar
neles. Ele sem se aperceber o que estaria por detrás, seguiu a
sugestão e logo recebeu uma mensagem (SMS) informá-lo, que poderia
ganhar um IPod. Mas tinha que introduzir o número do seu telemóvel.
Ao fazê-lo, recebeu outra mensagem (SMS) com um código para inserir
numa janela do ecrã do seu computador.
Passado pouco tempo recebeu uma terceira mensagem que indicou o
desconto de 2,00 euros do saldo do seu cartão. Perante este desconto
sem qualquer justificação, resolveu anular este serviço. Perdeu mais
2,00 euros com a respectiva anulação. Desta maneira, o meu amigo
gastou 4,00 euros sem saber para onde foram!
Considerando estes casos anómalos, verifica-se que as pessoas
continuam desprotegidas com os anúncios que aparecem, porque omitem
elementos obrigatórios que deviam esclarecer toda a publicidade.
Constata-se todos os dias que há certas maneiras de atrair clientes
que nem sempre é feita de uma de forma transparente.
Geralmente, quando se pretende um esclarecimento sobre estes assuntos
a datatalk só disponibiliza o atendimento automático.
Muitas vezes, quando os anúncios em revistas, televisão e net não
são suficientes para essas empresas, Resolvem optar por enviar SMS não
solicitados, com propostas para participar em concursos com serviços
de chamadas de valor acrescentado.
Em conclusão acerca de tudo isto, revela que nem a lei não impede o
consumidor de continuar à mercê destas empresas exploradoras.
Para obviar incómodos e despesas sem justa causa em termos de
comunicações, é aconselhável pedir a operadora o barramento destes
serviços ou inscrevermo-nos na lista nacional de não recepção de
publicidade.
Publicidade Enganosa
Vê-se em cartazes, rádio, televisão e jornais numa linguagem
apelativa de doutores incentivando à oniomania dos consumidores,
causando-lhes golpes fatais no seu pecúlio.
Com uma emissão escrita, falada tão apelativa conseguem pormover
pechinchas ditas de qualidade superior, mas que não correspondem
à verdade.Com tanto saber, arte,brilho e com tanta cor!
Tudo isto põe de repente todos os incautos à deriva.
Cria no consumidor ambição uma quase patológica, as pessoas correm
desalmadas às promoções compram tudo sem precisarem e sem lógica.
Parece ver-se gente desprovida de maturidade. É a publicidade que
as guia para estas situações, que por vezes corta-lhes toda a
a liberdade de escolha per si.
Acordo ortográfico
Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavras
arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram
hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto,
para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família.
Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles,
porque já não se entendem. Em veem e leem, por uma questão de
fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os
meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem
privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe,
flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P algumas
palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já
não tenham.
As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que
vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos.
Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do Cê não me faça
perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto
ou abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual
nem atuante com um Cê a atrapalhar.
arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram
hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto,
para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família.
Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles,
porque já não se entendem. Em veem e leem, por uma questão de
fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os
meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem
privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe,
flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P algumas
palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já
não tenham.
As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que
vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos.
Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do Cê não me faça
perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto
ou abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual
nem atuante com um Cê a atrapalhar.
Uma das medidas para aliviar a crise
Considerando a grande crise que afecta toda a Europa e muito
especial Portugal. Urge tomar medidas acertadas para amenizar esta
degradante situação económica que nos assola.
Temos que criar vias rápidas para as exportações e fazermos todo
o possível para encontrarmos novos mercados. Apesar dos países da
zona euro continuarem a ser os nossos principais parceiros comerciais. Hodiernamente, a riquezas estão a deslocar-se muito rapidamente para
novas regiões do globo que estão a emergir como grandes pólos de
atracção.
Perante esta realidade, Portugal precisa de apostar mais na
diversificação das suas exportações para os novos mercados, para os
países como: o Brasil, Rússia, Indonésia, a China, etc. Quer na
América latina quer na Asia são hoje as regiões onde cresce mais a
economia em relação aos outros continentes.
Os nossos empresários e exportadores têm que estar preparados,
arriscar e devem ser apoiados para poderem entrar nos epicentros
dos maiores desenvolvimentos económicos do mundo.
Portugal tem nome internacional e capacidade em todos os aspectos
para poder criar um contexto favorável, para que os nossos produtos
do sector agro-alimentar que sejam bem aceites nos países
supracitados como o vinho, azeite, cortiça, calçado, vestuário de
qualidade, etc. Pois, só com muitas exportações poderemos atenuar a
crise que nos está a sufocar e a empenhar o futuro.
especial Portugal. Urge tomar medidas acertadas para amenizar esta
degradante situação económica que nos assola.
Temos que criar vias rápidas para as exportações e fazermos todo
o possível para encontrarmos novos mercados. Apesar dos países da
zona euro continuarem a ser os nossos principais parceiros comerciais. Hodiernamente, a riquezas estão a deslocar-se muito rapidamente para
novas regiões do globo que estão a emergir como grandes pólos de
atracção.
Perante esta realidade, Portugal precisa de apostar mais na
diversificação das suas exportações para os novos mercados, para os
países como: o Brasil, Rússia, Indonésia, a China, etc. Quer na
América latina quer na Asia são hoje as regiões onde cresce mais a
economia em relação aos outros continentes.
Os nossos empresários e exportadores têm que estar preparados,
arriscar e devem ser apoiados para poderem entrar nos epicentros
dos maiores desenvolvimentos económicos do mundo.
Portugal tem nome internacional e capacidade em todos os aspectos
para poder criar um contexto favorável, para que os nossos produtos
do sector agro-alimentar que sejam bem aceites nos países
supracitados como o vinho, azeite, cortiça, calçado, vestuário de
qualidade, etc. Pois, só com muitas exportações poderemos atenuar a
crise que nos está a sufocar e a empenhar o futuro.
Combustiveis de low-cost
Considerando a procura crescente de combustíveis mais baratos
e a sistemática recusa das gasolineiras em fornecerem a todos
revendedores a gasolina e gasóleo a preços mais baixos. O governo
devia regulamentar todos os preços relativamente ao mercado dos
combustíveis.
Este constante subir do preço do combustível sempre que o barril
de petróleo está caro e o descer para metade quando volta para
os níveis anteriores é quase intolerável, como um comércio sem
leinem roca! As principais gasolineiras impõem os preços que bem
entendem e ninguém os controla.
Em Portugal os combustíveis têm uma base comum. O aparelho
refinador do nosso país está nas mãos da Petrogal. Onde se faz a
refinação dos produtos petrolíferos e com um transporte semelhante.
Não se compreende por isso que a venda dos chamados combustíveis
de Low-cost ou pouco aditivos estejam arredados de uma grande
maioria dos vendedores! O que iria possibilitar a escolha a todos
os consumidores.
Hodiernamente, a diferença de preços entre as diversas bombas de
gasolina atinge por vezes os 20 cêntimos por litro, se enchermos o
depósito de um carro que leve 65 litros equivale a uma diferença de
13 euros!
As gasolineiras de bandeiras insistem em não disponibilizarem a
todos cidadãos combustíveis mais baratos, persistindo na venda
exclusiva de produtos aditivados e superaditivados, bastante mais
caros.
Perante esta postura dos proprietários dos combustíveis, há uma
grande maioria de consumidores que não têm acesso a esses produtos
não aditivados.
e a sistemática recusa das gasolineiras em fornecerem a todos
revendedores a gasolina e gasóleo a preços mais baixos. O governo
devia regulamentar todos os preços relativamente ao mercado dos
combustíveis.
Este constante subir do preço do combustível sempre que o barril
de petróleo está caro e o descer para metade quando volta para
os níveis anteriores é quase intolerável, como um comércio sem
leinem roca! As principais gasolineiras impõem os preços que bem
entendem e ninguém os controla.
Em Portugal os combustíveis têm uma base comum. O aparelho
refinador do nosso país está nas mãos da Petrogal. Onde se faz a
refinação dos produtos petrolíferos e com um transporte semelhante.
Não se compreende por isso que a venda dos chamados combustíveis
de Low-cost ou pouco aditivos estejam arredados de uma grande
maioria dos vendedores! O que iria possibilitar a escolha a todos
os consumidores.
Hodiernamente, a diferença de preços entre as diversas bombas de
gasolina atinge por vezes os 20 cêntimos por litro, se enchermos o
depósito de um carro que leve 65 litros equivale a uma diferença de
13 euros!
As gasolineiras de bandeiras insistem em não disponibilizarem a
todos cidadãos combustíveis mais baratos, persistindo na venda
exclusiva de produtos aditivados e superaditivados, bastante mais
caros.
Perante esta postura dos proprietários dos combustíveis, há uma
grande maioria de consumidores que não têm acesso a esses produtos
não aditivados.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Diferença psicológica entre 1940 e 2010
Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe
e perturba todos os colegas.
1940: É mandado à sala do director, fica parado á espera 1
hora, vem o director, dá-lhe um pontapé no rabo e volta
tranquilo à classe. Mais tarde consegue ser um bom técnico.
2010: É mandado ao departamento de psiquiatria,
diagnosticam-no como hiperactivo, com transtornos de
ansiedade e deficit de atenção em ADD, o psiquiatra
receita-lhe fármacos. Transforma-se num Zombí. Os pais
reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
Cenário 2: Luís quebra o farol de um carro no seu bairro.
1940: Seu pai tira o cinto e aplica-lhe umas sonoras
cinturadas no traseiro... Ao Luís nem lhe volta a passar
pela cabeça fazer outra vez o mesmo, cresce normalmente,
vai à universidade e se transforma num profissional de
sucesso.
2010: Prendem o pai de Luís por maus tratos.
Condenam-no a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve
abster-se de ver o seu filho. Sem o guia de uma
figura paterna, Luís volta-se para a droga e fica preso
num presídio especial para adolescentes.
Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio,
machuca o joelho. A sua professora Maria, encontra-o
a chorar e abraça-o para o confortar...
1940: Rapidamente, João sente-se melhor e continua a
brincar.
2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual,
condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos
de terapia em terapia. Os seus pais processam o colégio
por negligência e a professora por danos psicológicos,
ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra
em aguda depressão e suicida-se...
Cenário 4: Disciplina escolar
1940: Fazíamos bagunça na classe... O professor dava-nos
umas boas "reguadas" e/ou encaminhava para a direcção;
chegando a casa, o nosso pai castigava-nos novamente.
2010: Fazemos bagunça na classe. O professor pede-nos
desculpas por nos repreender e fica com a culpa por
fazê-lo. O nosso velho vai até ao colégio queixar-se do
docente e para consolá-lo compra uma moto para o
filhinho.
Cenário 5, em 1940,depois de sairmos das aulas e nas férias
iamos ajudar os nossos pais em todas as tarefas em casa,
no campo ou em qualquer trabalho e progrediamos nos estudos
quando tinham possibilidades de continuar a estudar.
Em 2010, os estudantes não fazem nada para além das
aulas e pouco estudam, só pensam em divertimentos.
Apesar de terem todas as condições para estudarem os
resultados são escassos em tudo.
e perturba todos os colegas.
1940: É mandado à sala do director, fica parado á espera 1
hora, vem o director, dá-lhe um pontapé no rabo e volta
tranquilo à classe. Mais tarde consegue ser um bom técnico.
2010: É mandado ao departamento de psiquiatria,
diagnosticam-no como hiperactivo, com transtornos de
ansiedade e deficit de atenção em ADD, o psiquiatra
receita-lhe fármacos. Transforma-se num Zombí. Os pais
reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
Cenário 2: Luís quebra o farol de um carro no seu bairro.
1940: Seu pai tira o cinto e aplica-lhe umas sonoras
cinturadas no traseiro... Ao Luís nem lhe volta a passar
pela cabeça fazer outra vez o mesmo, cresce normalmente,
vai à universidade e se transforma num profissional de
sucesso.
2010: Prendem o pai de Luís por maus tratos.
Condenam-no a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve
abster-se de ver o seu filho. Sem o guia de uma
figura paterna, Luís volta-se para a droga e fica preso
num presídio especial para adolescentes.
Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio,
machuca o joelho. A sua professora Maria, encontra-o
a chorar e abraça-o para o confortar...
1940: Rapidamente, João sente-se melhor e continua a
brincar.
2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual,
condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos
de terapia em terapia. Os seus pais processam o colégio
por negligência e a professora por danos psicológicos,
ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra
em aguda depressão e suicida-se...
Cenário 4: Disciplina escolar
1940: Fazíamos bagunça na classe... O professor dava-nos
umas boas "reguadas" e/ou encaminhava para a direcção;
chegando a casa, o nosso pai castigava-nos novamente.
2010: Fazemos bagunça na classe. O professor pede-nos
desculpas por nos repreender e fica com a culpa por
fazê-lo. O nosso velho vai até ao colégio queixar-se do
docente e para consolá-lo compra uma moto para o
filhinho.
Cenário 5, em 1940,depois de sairmos das aulas e nas férias
iamos ajudar os nossos pais em todas as tarefas em casa,
no campo ou em qualquer trabalho e progrediamos nos estudos
quando tinham possibilidades de continuar a estudar.
Em 2010, os estudantes não fazem nada para além das
aulas e pouco estudam, só pensam em divertimentos.
Apesar de terem todas as condições para estudarem os
resultados são escassos em tudo.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Ser Feliz ou ter razão
Para reflexão...
São oito da noite, um casal rurícola e rurígena, incola de
uma freguesia do concelho de Vila Flor, chega a Lisboa na
sua própria viatura e entra numa avenida muito movimentada.
Devido à exígua propensão do marido para a condução, já estão
atrasados para um jantar na casa de uns amigos urbícolas. Que
Era a primeira vez que os iam visitar.
Como o seu carro não tinha GPS (Global Systm Positioning, a
esposa consultou no mapa urbano da capital e viu qual era a
rua que deviam seguir antes de sair de casa. Ele muito
atrapalhado dentro da cidade, conduz o carro com pouca à vontade.
Ela começa a dizer ao marido que tenha calma e a orientá-lo,
logo que vê o nome da rua que devia seguir, pede-lhe para que
vire, nessa rua à esquerda.
Ele teima e diz que tem certeza que é à direita e discutem.
Ela percebendo, que além de estarem atrasados, poderiam ficar
muito zangados. Deixa, que ele siga a rua errada.
Ele vira à direita e só mais tarde percebe, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que seguiu a rua errada,
enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema querido se chegarmos
alguns minutos atrasados. Mas ele ainda insistiu:
- Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho
errado, porque nao insististe um pouco mais?...
Ela muito sobriamente respondeu:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. porque
estávamos à beira de uma forte discussão, se eu insistisse,
iriamos chegar mais atrasados e estragado a noite!...
São oito da noite, um casal rurícola e rurígena, incola de
uma freguesia do concelho de Vila Flor, chega a Lisboa na
sua própria viatura e entra numa avenida muito movimentada.
Devido à exígua propensão do marido para a condução, já estão
atrasados para um jantar na casa de uns amigos urbícolas. Que
Era a primeira vez que os iam visitar.
Como o seu carro não tinha GPS (Global Systm Positioning, a
esposa consultou no mapa urbano da capital e viu qual era a
rua que deviam seguir antes de sair de casa. Ele muito
atrapalhado dentro da cidade, conduz o carro com pouca à vontade.
Ela começa a dizer ao marido que tenha calma e a orientá-lo,
logo que vê o nome da rua que devia seguir, pede-lhe para que
vire, nessa rua à esquerda.
Ele teima e diz que tem certeza que é à direita e discutem.
Ela percebendo, que além de estarem atrasados, poderiam ficar
muito zangados. Deixa, que ele siga a rua errada.
Ele vira à direita e só mais tarde percebe, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que seguiu a rua errada,
enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema querido se chegarmos
alguns minutos atrasados. Mas ele ainda insistiu:
- Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho
errado, porque nao insististe um pouco mais?...
Ela muito sobriamente respondeu:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. porque
estávamos à beira de uma forte discussão, se eu insistisse,
iriamos chegar mais atrasados e estragado a noite!...
Uma das panaceias para aliviar a crise
Considerando a grande crise que afecta toda a Europa e muito
em especial Portugal, urge tomar medidas acertadas para
amenizar esta degradante situação económica que nos assola.
Temos que criar vias rápidas para as exportações e fazermos
todo o possível para encontrarmos novos mercados.
Apesar dos países da zona euro continuarem a ser os nossos
principais parceiros comerciais. Hodiernamente, a riquezas
estão a deslocar-se muito rapidamente para novas regiões que
estão a emergir como grandes pólos de atracção.
Perante esta realidade, Portugal precisa de apostar mais na
diversificação das suas exportações para esses novos mercados.
Os países como: o Brasil, Rússia, Indonésia, a China,
etc. Quer na América latina quer na Asia são hoje, as regiões
onde cresce mais a economia em relação aos outros continentes.
Os nossos empresários e exportadores têm que estar preparados,
arriscar e devem ser apoiados para poderem entrar nos
epicentros dos maiores desenvolvimentos económicos do mundo.
Portugal has Background, Know-how and internacional name for
taking off. Por isso, pode criar um contextos favoráveeis,
para que os nossos produtos do sector agro-alimentar que sejam
bem aceites nos países supracitados como o vinho, azeite, cortiça,
calçado, vestuário de qualidade, etc. Pois, só com muitas
exportações poderemos atenuar a crise que nos está a sufocar.
em especial Portugal, urge tomar medidas acertadas para
amenizar esta degradante situação económica que nos assola.
Temos que criar vias rápidas para as exportações e fazermos
todo o possível para encontrarmos novos mercados.
Apesar dos países da zona euro continuarem a ser os nossos
principais parceiros comerciais. Hodiernamente, a riquezas
estão a deslocar-se muito rapidamente para novas regiões que
estão a emergir como grandes pólos de atracção.
Perante esta realidade, Portugal precisa de apostar mais na
diversificação das suas exportações para esses novos mercados.
Os países como: o Brasil, Rússia, Indonésia, a China,
etc. Quer na América latina quer na Asia são hoje, as regiões
onde cresce mais a economia em relação aos outros continentes.
Os nossos empresários e exportadores têm que estar preparados,
arriscar e devem ser apoiados para poderem entrar nos
epicentros dos maiores desenvolvimentos económicos do mundo.
Portugal has Background, Know-how and internacional name for
taking off. Por isso, pode criar um contextos favoráveeis,
para que os nossos produtos do sector agro-alimentar que sejam
bem aceites nos países supracitados como o vinho, azeite, cortiça,
calçado, vestuário de qualidade, etc. Pois, só com muitas
exportações poderemos atenuar a crise que nos está a sufocar.
Dez Fuzileiros a patrulhar a Costa Moçambicana
Nos anos sessenta do século passado, os Marinheiros Fuzileiros
tinham por missão patrulhar as costas marítimas de Angola, Guiné
e Moçambique.De modo que, os guerrilheiros independentistas não
fossem abastecidos de material bélico por via marítima. Estas
patrulhas por vezes eram prolongadas por dois meses consecutivos
e pessoal não podiam ir a terra durante esse tempo.
Como tinham necessidade de fisiológicas do foro sexual, muitas
das vezes estes Fuzileiros recorriam ao onanismo. Numa dessas
vezes decidiram fazer colheita do sémen de todos durante três
dias, e guardá-lo numa caixa de plástico. Assim, cada onanista
projectou o seu sémen na dita caixa.
Quando a caixa estava quase cheia, fecharam-na bem e resolveram
pô-la a boiar no mar para que se deslocasse à lobina. Na intenção
que essa semente fosse aproveitada noutras paragens!..
Alguns meses depois, uma notícia estranha apareceu no Diário de
Noticias! “60 Freiras ficaram grávidas ao mesmo tempo num
Convento da Ilha X". Uma equipa de médicos foi designada para
desvendar este mistério e insólito caso.
Logo que a referida equipa de iatros chegou ao convento, o chefe
perguntou às Freiras:
- Há quanto tempo não aparece um homem nesta ilha?
- Há 15 anos! - afirmou a Madre.
- Houve algum acontecimento estranho ou desembarque noturno nesta
ilha, que as irmãs dessem conta nos últimos meses?
- Nada muito importante. Só me lembro que há poucos meses surgiu
na praia uma caixa que continha quase um quilograma de parafina.
Pensámos que tivesse caído ao mar de alguma embarcação daquelas
que passam próximo da nossa bonita ilha.
- E o que fizeram com essa parafina? - Perguntou um outro membro
da equipa médica.
- Decidimos fazer algumas velas!...
Um dos biólogos dos técnicos de saúde analisou o material com o
qual as velas tinha sido feitas. Chegou à conclusão, que
os habitantes do supracitado Convento iriam aumentar 98%!...
tinham por missão patrulhar as costas marítimas de Angola, Guiné
e Moçambique.De modo que, os guerrilheiros independentistas não
fossem abastecidos de material bélico por via marítima. Estas
patrulhas por vezes eram prolongadas por dois meses consecutivos
e pessoal não podiam ir a terra durante esse tempo.
Como tinham necessidade de fisiológicas do foro sexual, muitas
das vezes estes Fuzileiros recorriam ao onanismo. Numa dessas
vezes decidiram fazer colheita do sémen de todos durante três
dias, e guardá-lo numa caixa de plástico. Assim, cada onanista
projectou o seu sémen na dita caixa.
Quando a caixa estava quase cheia, fecharam-na bem e resolveram
pô-la a boiar no mar para que se deslocasse à lobina. Na intenção
que essa semente fosse aproveitada noutras paragens!..
Alguns meses depois, uma notícia estranha apareceu no Diário de
Noticias! “60 Freiras ficaram grávidas ao mesmo tempo num
Convento da Ilha X". Uma equipa de médicos foi designada para
desvendar este mistério e insólito caso.
Logo que a referida equipa de iatros chegou ao convento, o chefe
perguntou às Freiras:
- Há quanto tempo não aparece um homem nesta ilha?
- Há 15 anos! - afirmou a Madre.
- Houve algum acontecimento estranho ou desembarque noturno nesta
ilha, que as irmãs dessem conta nos últimos meses?
- Nada muito importante. Só me lembro que há poucos meses surgiu
na praia uma caixa que continha quase um quilograma de parafina.
Pensámos que tivesse caído ao mar de alguma embarcação daquelas
que passam próximo da nossa bonita ilha.
- E o que fizeram com essa parafina? - Perguntou um outro membro
da equipa médica.
- Decidimos fazer algumas velas!...
Um dos biólogos dos técnicos de saúde analisou o material com o
qual as velas tinha sido feitas. Chegou à conclusão, que
os habitantes do supracitado Convento iriam aumentar 98%!...
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