domingo, 1 de dezembro de 2013

Les pierres mobiles

Ces mystérieuses pierres mobiles qui se déplacent
dans la boue du désert de la Vallée de la Mort ont
fait l’objet d’une polémique scientifique pendant
des décennies.
Des roches pesant jusqu'à des centaines de livres
parcourent des milles à la fois.
Quelques scientifiques ont suggéré que la
combinaison de vents violents à la surface glacée
expliquerait ces déplacements.
Cependant, cette théorie n'explique pas que
différentes roches commencent à se déplacer côte
à côte, pour ensuite aller à des vitesses et dans
des directions différentes.
De plus, les calculs en physique ne corroborent
pas vraiment cette théorie, car il faudrait des
vents de plusieurs centaines de miles à l’heure
pour déplacer certaines de ces pierres.
Les marées rouges
Les marées rouges sont également connues en 
tant que floraisons d'algues – des afflux soudains
d'algues unicellulaires colorées en quantité 
massive peuvent colorer des secteurs entiers d'un
 océan ou d'une plage en rouge sang.
Tandis que certaines sont relativement inoffensives,
d'autres peuvent être porteuses de toxines
mortelles causant la mort de poissons, d’oiseaux
et de mammifères marins.
Dans certains cas, même des humains ont été
incommodés par des marées rouges bien que
l’exposition humaine ne soit reconnue comme
mortelle.
S'ils peuvent être mortels, les phytoplanctons
constitutifs des marées ne sont pas nocifs en
petit nombre.
Les arcs-en-de ciel de feu
Un arc-en-ciel de feu circulaire et horizontal se
forme lorsque le soleil et certains nuages se
rencontrent accidentellement au bon moment
et au bon endroit.
Les cristaux à l’intérieur des nuages réfléchissent
la lumière des diverses vagues visibles du spectre,
mais seulement si elles sont correctement
alignées par rapport à la terre.
Comme il est rare que toutes ces conditions soient
réunies simultanément, il y a très peu de photos 
de ce phénomène remarquable.
Les colonnes de lumière
Les colonnes de lumière apparaissent comme des
piliers lumineux verticaux qui s’élèvent dans le
ciel, comme des cylindres dans l’espace,
apparemment sans origine connue.
Elles sont visibles quand la lumière reflète les
cristaux de glace provenant soit du soleil soit
de sources artificielles au sol telles que des
lumières de rues ou de parcs.
En dépit de leur apparence quasi solide, l'effet est
entièrement créé par la relativité de notre
propre point de vue.




Novo tipo de assalto a qualquer hora do dia


UM HOMEM VESTIDO COM O UNIFORME DE SEGURANÇA (FATO E
RÁDIO ) APROXIMA-SE DA VÍTIMA AINDA NO ESTACIONAMENTO E
AVISA QUE ELA DEIXOU O CARRO ABERTO.

A VÍTIMA RETORNA AO VEÍCULO PARA FECHÁ-LO.... O FALSO
SEGURANÇA OFERECE-SE PARA ACOMPANHÁ-LA.

AO CHEGAR NO CARRO, EMPURRA A VÍTIMA PARA O INTERIOR
DO VEÍCULO E SAI, LEVANDO A VÍTIMA, COM MALA, TELEMÓVEL
DINHEIRO, CHEQUES, CARTÕES...

ÁS VEZES , SOLTA A VÍTIMA NA RUA, MAS TAMBÉM PRATICA O
SEQUESTRO RELÂMPAGO, PARA TIRAR DINHEIRO DO MULTIBANCO.

MUITO CUIDADO COM ESSE NOVO GOLPE, JÁ QUE A ABORDAGEM
É FEITA DE MANEIRA PROFISSIONAL.

SE OCORRER CONSIGO, NUNCA VOLTE AO CARRO COM A PESSOA
QUE LHE ABORDOU!

DIGA QUE VAI A CASA DE BANHO...OU QUE ALGUÉM LHE ESPERA
NA ENTRADA D SHOPPING....

DÊ UMA DESCULPA, MAS NÃO VOLTE AO CARRO....

PROCURE OUTRO SEGURANÇA NO INTERIOR DO SHOPPING E
PEÇA AJUDA. FIQUE ALERTA!

O mendigo e o seu fiel amigo

Lígio era um velho mendigo que perambulava pelas ruas
da cidade do Funchal.
Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata, cão, que deu
nome de Malhado. Ligio nunca pedia dinheiro.
Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo
ou um almoço feito com sobras de comida dos mais
abastados desta bonita Urbe Atlântica.
Quando suas roupas estavam imprestavéis, logo era
socorrido por alguma alma caridosa
Mudava sua apresentação e era logo alvo de brincadeiras.
Júlio era conhecido como um homem bom, que perdera a
razão, a família, os amigos e até a identidade.
Não bebia bebidas alcoólicas, estava sempre muito
tranquilo, mesmo quando não havia recebido nem
um pouco de comida.
Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e,
sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe
dava uma porção de alimentos. Lígio agradecia com
reverência e rogava a Deus pelas pessoas que o
ajudava.
Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que,
paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco.
Não tinha onde dormir, onde anoitecia, lá dormiam.
Quando chovia, procuravam abrigo de baixo de um
alpendre,tinham por colchão bocados de cartão
e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar
perdido no horizonte.
Um dia o Sr Leafar quis saber algo mais da situação deste
mendigo. daquela vida vegetativa, sem progresso, sem
esperança e sem um futuro promissor, que tinha por
único interlocutor o seu cão. Com o pretexto lhe
oferecer algo para comer foi falar com o velho Lígio.
Iniciou a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade
dele, o que Lígio, não sabia.
Dizia não ter idéia, porque se encontraram um certo dia
quando ambos andavam pelas ruas da cidade.
A amizade entre eles começara com um pedaço de pão,
ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco
do meu almoço e ele agradeceu, abanando o rabo,
e daí, não me largou mais.
Ele ajuda-me muito e eu retribuo essa ajuda sempre que
posso. Curioso perguntou-lhe: Como vocês se ajudam?
Ele me vigia de noite quando estou dormindo; ninguém pode
chegar perto que ele late e ataca.
Também quando ele dorme de dia , eu fico a vigiá-lo

Continuando a conversa, Leafar perguntou:
ligio, você tem algum desejo na vida? Sim, respondeu
ele tenho vontade de comer um cachorro quente,
daqueles que a Zezé vende ali na esquina.
- Só isso? Indagou
- É, no momento é só isso que eu desejo.
- Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo.
Saíu e comprou um cachorro quente para o mendigo. Voltou
e entregou-lho.
Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e
em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e
comeu o pão com os temperos.
Leafar não entendeu aquele gesto do mendigo, pois
imaginava ser a salsicha o melhor pedaço, não se conteve e
perguntou-lhe intrigado:
Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha?
Ele com a boca cheia respondeu:
Para o melhor amigo, o melhor pedaço!
E continuou comendo, alegre e satisfeito. Despediu se do
Lígio, passei a mão pelo Malhado e sai pensando...
Aprendi como é bom ter amigos.
Pessoas em que possamos confiar.
Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação
de ser reconhecido como tal.
Jamais esquecerei a sabedoria daquele mendigo:
PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO"
Será muito imitar Lígio?...


France- Les jardins d´Eyrgnac

Quand vous auriez en france ne pas oublier à visiter
ce beaus jardins, se que j´ai fait.
Les Jardins du Manoir d'Eyrignac peuvent être visités à
Salignac-Eyvigues, dans le Périgord noir (région Aquitaine)
et sont de typiques jardins à la française. Ils sont situés non
loin des Grottes de Lascaux et de Sarlat.
Un peu d´histoir sur les jardins:
Le Manoir actuel fut reconstruit par Antoine de Costes de la
Calprenède au XVIIe siècle sur les ruines de l'ancien
repaire noble.
Les premiers jardins ont été conçus au XVIIIe siècle, à
l'initiative de Louis-Antoine Gabriel de la Calprenède (
l'arrière-petit-fils d'Antoine): jardins à la française inspirés par
ceux des villas d‘Italie comme le goût de l'époque le voulait.
Ils furent complètement remaniés au XIXème siècle pour
suivre la nouvelle mode, et devinrent un parc à l’anglaise.
Ces jardins furent créés à l'origine au XVIIIème siècle, dans
le style très particulier des jardins à la française.
Ils ont été transmis en héritage par les fils et les filles de la
même famille depuis cinq cents ans: vingt-deux générations
se sont succédé depuis la construction du premier « castel »
qui datait du haut Moyen Age.
Le père de l'actuel propriétaire redonna vie aux jardins à la
française d'Eyrignac. S'en remettant à sa propre inspiration,
il rechercha sur le terrain toutes les traces de l'ancien jardin:
murets, escaliers, ancien bassin, etc. Il dessina lui-même le
jardin si souvent imaginé et qui correspondait à son caractère.
Ce jardin à la française se décline dans toutes les teintes de
vert: ifs, buis, charmes et cyprès sont les essences principales
du jardin. Les formes très géométriques et les allées très
rectilignes, rappellent le style d'origine.
Ce sont les volumes des topiaires qui font la spécificité
d'Eyrignac: sculptures végétales, chambres de verdure,
broderies de buis, parterres à la française, etc.
La diversité des formes n'en reste pas moins en harmonie
avec les lignes architecturales du manoir et du domaine
naturel préservé (de deux cents hectares) qui l'entoure.



Os estranhos que convivem connosco

 Há 40 anos que  um estranho chegou à minha casa.
Desde o princípio, fiquei fascinado com esta encantadora
 personagem que se  aliou e recebeu o apoio de toda minha 
família.
O estranho desde esse tempo tem estado connosco.
Quando passava o tempo agarrado a ele  verifiquei que 
começava a ter lugar na minha família e  na minha mente 
já tinha um lugar muito especial.
Este  estranho era nosso instrutor.  mantinha-nos
enfeitiçados com certas coisas que nos revelava.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que
quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia 
os nomes dos dos presidentes e ministros de todo mundo.
Também conhecia tudo do passado, do presente e até 
podia prever o futuro! Fazia-me rir, e  fazia chorar.
O estranho sabia de todos os acontecimentos que havia em 
todo planeta  terra e também parte dos outros planetas!
Mostrava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus
comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos,
e geralmente vergonhosos para os de maior pudor  do foro
sexual.  Apesar de há muitas dezenas de anos, que havia 
orgias, bacanais, troca de mulher, sexo em grupo à escolha
 entre casais, mas isso era tabu. Restrito às classes ditas
 superiores, porque tinham o poder de sigilar todas ações 
de carácter imoral. O dinheiro era rei e continua a mandar!
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram
influenciados fortemente durante 33 anos pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso.
Os valores e certos preconceitos e pergaminhos que meus 
 pais me transmitiram foram profundamente  alterados.
Portanto passaram-se esses  que o estranho veio para ficar
 com  minha família. Desde então mudou muito; já não é 
tão fascinante como era ao principio, mas continua a ter
 influência.
Este estranho chama-se computador. Agora tem uma esposa que se 
chama Internet e neto telemóvel. Estes estranhos estão 
 hodiernamente  a influenciar grandemente o mundo e 
consta-se,  que  é mais para o perigo do que para o bem-estar
 das famílias!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Quando as emoções são saudáveis

A emoção mais saudável do ser humano, segundo 
especialistas em psicologia, não é o amor, mas sim
a generosidade e a gratidão. Ser grato, na verdade,
aumenta a nossa imunidade: torna nos mais
resistente ao stress e menos susceptível à doenças.
Pessoas gratas são pessoas felizes. Por outro lado,
pessoas ingratas são miseráveis e egoístas porque
nada as deixam felizes. Nunca estão satisfeitas;
sempre colocam defeito, nada é bom o bastante.
A generosidade ajuda a regular as emoções, o que
causa impacto positivo sobre a saúde e sobre a nossa
mente.
Se nosso instinto biológico automático do tipo
lutar ou correr” ficar activo demais por causa do
stress, o sistema cardiovascular é afectado e a
imunidade do corpo enfraquece. “É difícil ficar
zangado, ressentido ou amedrontado quando se
demonstra amor altruísta pelos outros . A
generosidade pode criar uma onda significativa de
mudanças à nossa volta.”
Vários estudos sobre a generosidade revelaram
que há um vínculo entre a generosidade e o gene
que liberta a dopamina, neuro transmissor que
proporciona bem-estar.
A pesquisa, publicada em 1991 no livro The Healing
Power of Doing Good (O poder curativo de fazer o
bem), verificou que as pessoas que tinham atitudes
gentis e generosas descreviam ter uma sensação
física boa.
Muitos disseram sentir-se mais cheios de energia,
mais calorosos, mais calmos, com mais amor-próprio
e auto-estima , fenómeno que ele chama de “a
onda de ajudar”.
A generosidade tem outra semelhança com a
felicidade: não pode ser comprada. A generosidade,
portanto, tem de começar por dentro, é apenas uma
questão de opção: é uma atitude que adoptamos e que
pode fazer diferença na vida dos outros,
mas principalmente na nossa vida.
A boa notícia é que é fácil aprender a ser generoso.
Basta praticar mais actos de generosidade do que
estamos acostumados, e de forma regular; Quer
saber como?
Por exemplo: Quando temos alguma coisa que já não
precisamos, colocamos a venda. Que tal doar
esse utensílio para alguém que tenha menos do que
nós? Ou dar de presente a alguém que fará um bom
uso, independente de ter menos ou mais do que nós?
Tente....!
Normalmente damos aos outros roupas velhas e que
já não nos servem. Você já pensou em tirar do seu
guarda-roupas uma peça bem bonita e “DAR” a aquela
pessoa que não pode comprar uma igual? Veja a
expressão de felicidade no rosto dessa pessoa, e sinta o
quão é gostoso poder deixar alguém feliz. Experimente!
Há muitas pessoas que sofrem de depressão por
egoísmo, desconhecem a terapia da solidariedade
O segredo da felicidade também é encontrar a nossa
alegria na alegria dos outros.

Conflito de gerações

Falando sobre conflitos de gerações, um dos grandes
filósofos de Trás-os Montes da região do Nordeste
transmontano,numa conferência citou quatro frases:

1. "A nossa juventude adora o luxo, é mal-educada,
despreza a autoridade e não tem o menor respeito pelos
mais velhos (uma senhora octogenária ia de pé num
 transporte público e disse: "hoje já não há homens"!
 Responde um jovem que ia bem sentado. "Homens há, 
mas não há lugares!). Os nossos filhos hoje são 
verdadeiros tiranos.
Eles não se levantam nem saúdam quando o seu chefe
 passa,respondem aos pais e são simplesmente maus."

2. "Já não tenho nenhuma esperança no futuro do nosso
país se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque
esta juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente
horrível. Querem que nada lhes falte sem fazerem qualquer
esforço. A maior parte deles são ergófobos, preferem viver
a conta dos pais.

3. "O mundo ocidentalizado atingiu o seu ponto crítico.
Os filhos não ouvem os conselhos dos pais. Não há união
nas famílias, todos andamos stressados.O fim do mundo não
pode estar muito longe."

4. "Esta juventude está estragada até ao fundo do coração.
Os jovens são maus e preguiçosos. Eles nunca serão como a
juventude de antigamente... A juventude de hoje não será

capaz de manter a nossa cultura." Ultimamente intitularam-se
 de "juventude à carrasca"! Mas quem está à são os  pais que
têm que os sustentar e dar-lhes dinheiro para os divertimentos.
Futebol,para espectáculos,etc 

Vis ta vie sans jalousie et haine

Ne te sous-estime pas en te comparant aux autres.
C’est précisément parce que nous sommes tous
différents que nous sommes tous uniques.
Ne fixe pas tes buts en fonction des autres car toi
seul sait ce qui est bon pour toi.
Sois toujours à l’écoute de tes rêves et de tes souhaits.
Tiens à eux comme tu tiens à la vie,car sans eux, la
vie n’est rien.
Ne laisse pas la vie filer entre tes doigts en songeant
sans cesse au passé.
Vis ta vie au jour le jour et ainsi tu apprécieras mieux
chaque instant de chaque jour !
Ne baisse pas les bras alors que tu as encore tant de
choses à apprendre et surtout à découvrir.
Rien n’est jamais perdu tant que tu continues à lutter.
N’écarte pas l’amitié de ta vie car l'ami est le lien le
plus sacré !
N’aie pas peur d’admettre que tu n’es pas parfait(e).
C’est le lien fragile de ton humilité qui te relie aux autres.
Le meilleur moyen de trouver l’amour est de le donner.
Le meilleur moyen de perdre l'amour est de le retenir
prisonniern’est jamais perdu tant que tu continues à lutter.
Le meilleur moyen de garder l'amour est de lui donner
des ailes.
Ne pas avoir de rêve, c’est vivre sans espoir.
Et vivre sans espoir, c’est errer sans but.
La vie n’est pas une course, mais un voyage dont
il faut savoir goûter chaque étape.
La vie est faite de petits bonheurs qu’il faut savoir
apprécier en tout temps.
ntinues à lutter.


Quem os viu e quem nos vê!

Para que a memória não se apague! Fez 60 anos em
27 de Fevereiro de 2013, o acordo que foi assinado
em Londres sobre as dívidas da Alemanha. Os países
que perdoaram 50% da dívida alemã foram a Espanha,
Grécia e Irlanda.
D
epois de duras negociações com representantes 
de 26 países, com especial relevância para os EUA,
Holanda, Reino Unido e Suíça, onde estava 
concentrada a parte essencial da dívida.
A dívida total foi avaliada em 32 biliões de marcos,
repartindo-se em partes iguais em dívida originada 
antes e após a II Guerra.Os EUA começaram por propor 
perdão da dívida contraída após a II Guerra mundial.
Mas, perante a recusa dos outros credores, chegou-se
 a um compromisso.
Foi perdoada cerca de 50% (Entre os países que
perdoaram a dívida estão a Espanha, Grécia e Irlanda)
da dívida e feito o reescalonamento da dívida restante
para um período de 30 anos. Para uma parte da dívida
este período foi ainda mais alongado.
O acordo de pagamento visou, não o curto prazo, mas
antes procurou assegurar o crescimento económico do
devedor e a sua capacidade efectiva de pagamento.
O acordo adoptou três princípios fundamentais:
Perdão/redução substantial da dívida;
Reescalonamento do prazo da divída para um
prazo longo;
Condicionamento das prestações
à capacidade de pagamento do devedor.
O pagamento devido em cada ano não pode exceder
a capacidade da economia. Em caso de dificuldades,
foi prevista a possibilidade de suspensão e de
renegociação dos pagamentos. O valor do
montantes afectos ao serviço da dívida não poderia 
ser superior a 5% do valor das exportações. As taxas de
juro foram moderadas, variando entre 0 e 5%.
A grande preocupação foi gerar excedentes para
 possibilitar os pagamentos sem reduzir o consumo.
 Como ponto de partida, foi considerado inaceitável
reduzir o consumo para pagar a dívida.
O pagamento foi escalonado entre 1953 e 1983. 
Entre 1953 e 1958 foi concedida a situação de carência
 durante a qual só se pagaram juros.
Outra característica especial do acordo de Londres
de 1953, que não
encontramos nos acordos de hoje, é que no acordo
de Londres eram impostas
também condições aos credores - e não só aos 
países endividados. Os países credores, obrigavam-se,
 na época, a garantir de forma duradoura, a
capacidade negociadora e a fluidez económica 
da Alemanha.
Uma parte fundamental deste acordo foi que o 
pagamento da dívida deveria ser feito somente com 
o superavit da balança 
comercial. 0 que, "trocando por miúdos", significava
que a RFA só era obrigada a pagar o serviço da 
dívida quando conseguisse um saldo de divisas
 através de um excedente na exportação, pelo que
o Governo alemão não precisava de utilizar as suas
reservas cambiais.
EM CONTRAPARTIDA, os credores obrigavam-se
 também a permitir um superavit na balança comercial
 com a RFA - concedendo à Alemanha o direito de, 
 segundo as suas necessidades, levantar barreiras
 unilaterais às importações que a prejudicassem.
Hoje, pelo contrário, os países do Sul são obrigados 
a pagar o serviço da dívida sem que seja levado em
conta o défice crónico das suas balanças comerciais






O silêncio das palavras

Há muitas coisas que são lindas demais para serem
descritas por palavras.
É necessário admirá-las em silêncio para apreciá-las
em toda a sua plenitude.
As grandes falas servem, frequentemente, para
confundir ou doutrinar. Às vezes, o silêncio é mais
esclarecedor que um fluxo de palavras. Olhe para uma
mãe diante do seu filho no berço. Ele consegue muito
bem tudo o que quer sem dizer nenhuma palavra!
Na realidade, as palavras devem ser a embalagem dos
pensamentos. Não adianta fazer longos discursos para
expressar os sentimentos de seu coração. Um olhar diz
muito mais que um jorro de palavras!
Creio que, em sua grande sabedoria, a natureza nos deu
apenas uma língua e dois ouvidos para escutarmos mais e
falarmos menos.
Se as palavras não são mais bonitas do que o silêncio,
então é preferível não dizer nada. Quanto mais o coração
é grande e generoso menos úteis são as palavras.
É necessário lembrar do provérbio dos filósofos: as
verdadeiras palavras não são sempre bonitas e as palavras
bonitas nem sempre são verdades.
As grandes mentes fazem com que, em poucas palavras,
muitas coisas sejam ouvidas. As mentes pequenas acham
que têm, pelo contrário, a concessão para falar e não
dizer nada.
Poucas palavras são necessárias para expressar “eu gosto
de você.” Portanto, todas as outras que poderiam ser
ditas são supérfluas Não seja um "chatter box"!
...e não são palavras curtas e fáceis de serem ditas.
São aquelas que causam as maiores consequências.
São necessários apenas dois anos para que o ser humano
aprenda a falar e toda uma vida para que ele aprenda
a ficar em silêncio.
Ser comedido com as palavras é uma prova de profunda
sabedoria.
Saber ouvir também.