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AMANHÃ, SERÁ TARDE DEMAIS !
a lição a tirar e aplicar enquanto é tempo . Broz Tito, mais conhecido por Marechal Tito, nascido em Maio de 1892 na
Croácia, filho croata e mãe eslovena, fundou a República Jugoslávia ,
tendo conseguido manter a unidade e integridade territorial, entre 1953
e 1980, dos chamados “6 povos jugoslavos”: Croácia, Eslovénia,
Sérvia, Montenegro, Macedónia e Bósnia.
Governou em plena Guerra Fria entre os imperialismos Americano e Soviético. Defensor de um socialismo-comunismo próprio, nunca alinhou com as ideologias
marxistas, nem de cariz soviético nem
de influência chinesa.
A sul da Jugoslávia estava a Albânia, governada por Enver Hoxka fervoroso esquerdista, defensor da linha comunista chinesa de Mao TseTung, o que originou que a Albânia se tornasse no país mais pobre e miserável da Europa. Tito movido por intenções solidárias e humanitárias
criou condições e favoreceu a fuga de
Albaneses para o Sul da Jugoslávia, mais
precisamente para a província Sérvia do Kosovo, que fazia frnteira
com a Albânia.
escolas, ensino da língua albanesa,
estruturas sociais, construção de Mesquitas.
Centenas de milhares de albaneses fugiram
para Kosovo.
Deu-se durante 4 décadas uma constante invasão demográfica pacífica de solo Sérvio.
O Kosovo está para a Sérvia, assim como Guimarães está para Portugal. Foi lá
que nasceu nação Sérvia. Os albaneses tinham valores,religião, costumes,
tradições, hábitos antagónicos aos sérvios.
A chegada de grandes massa albanesas à província Sérvia do Kosovo, trouxe como é óbvio, problemas sociais e de integração entre duas culturas diferentes
Os sérvios que podiam, iam
saindo da sua terra, fugindo ao caos que se foi instalando. Os albaneses são
muçulmanos. Os Sérvios são cristãos Ortodoxos.
Até que em 2008 a província Sérvia do Kosovo,
dominada pelos muçulmanos albaneses
declarou-se unilateralmente como estado independente, roubando à Sérvia
parte do seu território e expulsando os sérvios que ainda lá habitavam. Nesta
acção política maioria dos governos europeus já amedrontados com a supremacia
e ideologia muçulmana, fomentou este roubo.
Vem isto a propósito do que está a acontecer na
Europa. Uma conquista muçulmana não militar.
Inicialmente de supostos refugiados de guerras no
Médio Oriente, que evoluiu para
uma invasão
organizada, premeditada, planeada e promovida
pelos estados super ricos sunitas
do Golfo (Arábia
Saudita, Bharein, Katar, Kwait,
Oman, Abu Dhabi,
Dubai), agora de povos africanos especialmente
sub-saharianos, com vista à
islamização da Europa.
E que fazem alguns estados europeus? Criam
condições favoráveis à sua vinda,
construindo
Mesquitas, instalando Madrassas, institucionalizando
o ensino do árabe e sustentando
com subsídios os
invasores.
Destes invasores, 78% dos homens e 92% das
mulheres não trabalham. Os factos
históricos
são cíclicos e repetitivos.
O que aconteceu na antiga Jugoslávia, está a
acontecer na Europa.
Parece haver um despertar nos europeus, para
esta situação que tende para o
abismo.
Recorde-se que não são os governos os respo
nsáveis, mas sim as populações que neles
votam e que sabem previamente as linhas de
conduta futuros governantes.
Nos últimos meses tem-se assistido a uma
viragem no sentido de voto, favorecendo partidos
claramente anti imigração, anti
invasão e anti-Islão.
Neste momento há já 8 países da União Europeia
com governos claramente anti-
invasão:
Polónia, Hungria, Áustria, Eslováquia, Eslovénia,
República Cheka, Bulgária e
Itália.
A estes 7 já com maioria parlamentar e governos
, juntam-se mais 10,embora não tenham governos
Decididamente anti Islão, já
possuem deputados
nacionalistas nos Parlamentos dos
seus países: Alemanha, Bélgica,Chipre, Dinamarca, Finlândia,
França, Grécia,Letónia, Holanda e
Suécia.
Dos 27 países da União Europeia ainda há 9, em
que os povos permanecem
adormecidos e a fazer
como a avestruz. Ainda não
acordaram da letargia
que os poderes instituídos e a comunicação social
lhes transmite incessantemente:
Croácia, Espanha, Estónia,
Irlanda, Lituânia
Luxemburgo, Malta, Portugal e Roménia.
Espera-se que, quando acordarem, não seja tarde |
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
Um pouco de história
domingo, 5 de janeiro de 2020
Quase todos provérbios, aforismos ou adágios
A
ambição cerra o coração.
A pressa é inimiga da perfeição.
Águas passadas não movem moinhos.
Amigo não empata amigo
Amigos amigos negócios à parte.
Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.
A união faz a força.
A ocasião faz o ladrão.
A ignorância é a mãe de todas as doenças.
Amigos dos meus amigos, meus amigos são.
A cavalo dado não se olha a dente.
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo,
Águas passadas não movem moinhos.
Amigo não empata amigo
Amigos amigos negócios à parte.
Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.
A união faz a força.
A ocasião faz o ladrão.
A ignorância é a mãe de todas as doenças.
Amigos dos meus amigos, meus amigos são.
A cavalo dado não se olha a dente.
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo,
não enganam o mundo.
Antes só do que mal acompanhado.
A pobre não prometas e a rico não devas.
A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina.
A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo.
A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado.
A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha.
A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite
Antes só do que mal acompanhado.
A pobre não prometas e a rico não devas.
A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina.
A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo.
A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado.
A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha.
A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite
mata.
A necessidade aguça o engenho.
A noite é boa conselheira.
A ocasião faz o ladrão.
A preguiça é mãe de todos os vícios.
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro.
A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas.
A pensar morreu um burro.
A roupa suja lava-se em casa.
Antes tarde do que nunca.
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos
A necessidade aguça o engenho.
A noite é boa conselheira.
A ocasião faz o ladrão.
A preguiça é mãe de todos os vícios.
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro.
A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas.
A pensar morreu um burro.
A roupa suja lava-se em casa.
Antes tarde do que nunca.
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos
o desamparam.
Ao rico não faltes, ao pobre não prometas.
As palavras voam, a escrita fica.
As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas,
Ao rico não faltes, ao pobre não prometas.
As palavras voam, a escrita fica.
As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas,
vêm
umas atrás das outras.
Até ao lavar dos cestos é vindima.
Água e vento são meio sustento.
Boi velho gosta de erva tenra.
Boca que apetece, coração que padece.
Baleias no canal, terás temporal.
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia.
Boa romaria faz, quem em casa fica em paz.
Boda molhada, boda abençoada.
Burro velho não aprende línguas.
Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
Cada cabeça sua sentença.
Chuva de São João, tira vinho e não dá pão.
Casa roubada, trancas à porta.
Casarás e amansarás.
Comeu o arto que o demo amaçou.
Até ao lavar dos cestos é vindima.
Água e vento são meio sustento.
Boi velho gosta de erva tenra.
Boca que apetece, coração que padece.
Baleias no canal, terás temporal.
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia.
Boa romaria faz, quem em casa fica em paz.
Boda molhada, boda abençoada.
Burro velho não aprende línguas.
Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
Cada cabeça sua sentença.
Chuva de São João, tira vinho e não dá pão.
Casa roubada, trancas à porta.
Casarás e amansarás.
Comeu o arto que o demo amaçou.
Criou
a fama, deite-se na cama.
Cada qual com seu igual.
Cada ovelha com sua parelha.
Cada macaco no seu galho.
Casa de ferreiro, espeto de pau.
Casamento, apartamento.
Cada qual é para o que nasce.
Cão que ladra não morde.
Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato.
Com vinagre não se apanham moscas.
Coma para viver, não viva para comer.
Com o direito do teu lado nunca receies dar brado.
Candeia que vai à frente alumia duas vezes.
Casa de esquina, ou morte ou ruína.
Cada panela tem a sua tampa.
Cada um sabe as linhas com se cose.
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos.
Casa onde entra o sol não entra o médico.
Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a
Cada qual com seu igual.
Cada ovelha com sua parelha.
Cada macaco no seu galho.
Casa de ferreiro, espeto de pau.
Casamento, apartamento.
Cada qual é para o que nasce.
Cão que ladra não morde.
Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato.
Com vinagre não se apanham moscas.
Coma para viver, não viva para comer.
Com o direito do teu lado nunca receies dar brado.
Candeia que vai à frente alumia duas vezes.
Casa de esquina, ou morte ou ruína.
Cada panela tem a sua tampa.
Cada um sabe as linhas com se cose.
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos.
Casa onde entra o sol não entra o médico.
Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a
ninguém.
Cesteiro que faz um cesto faz um cento se lhe
Cesteiro que faz um cesto faz um cento se lhe
derem
verga e tempo.
Com a verdade me enganas.
Com papas e bolos se enganam os tolos.
Comer e o coçar o mal é começar.
Devagar se vai ao.
Com a verdade me enganas.
Com papas e bolos se enganam os tolos.
Comer e o coçar o mal é começar.
Devagar se vai ao.
Depois
de fartos, não faltam pratos.
Deu
às de vila diogo - fugiu.
De noite
todos os gatos são pardos.
Desconfia do homem que não fala e do cão que
Desconfia do homem que não fala e do cão que
não ladra.
De Espanha nem bom vento nem bom casamento.
De pequenino se torce o pepino.
De grão a grão enche a galinha o paparão.
Devagar se vai ao longe.
De médico e de louco, todos temos um pouco.
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
Depressa e bem não há quem.
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.
Depois da tempestade vem a bonança.
Da mão à boca vai-se a sopa.
Deus ajuda, quem cedo madruga.
Dos fracos não reza a história.
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Enquanto há vida, há esperança.
Entre marido e mulher, não se mete a colher.
Em terra de cego quem tem olho é rei.
Erva daninha a geada não mata.
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém
De Espanha nem bom vento nem bom casamento.
De pequenino se torce o pepino.
De grão a grão enche a galinha o paparão.
Devagar se vai ao longe.
De médico e de louco, todos temos um pouco.
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
Depressa e bem não há quem.
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.
Depois da tempestade vem a bonança.
Da mão à boca vai-se a sopa.
Deus ajuda, quem cedo madruga.
Dos fracos não reza a história.
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Enquanto há vida, há esperança.
Entre marido e mulher, não se mete a colher.
Em terra de cego quem tem olho é rei.
Erva daninha a geada não mata.
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém
tem razão.
Em tempo de guerra não se limpam armas.
Filho de peixe, sabe nadar.
Gaivotas em terra, tempestade no mar.
Guardado está o bocado para quem o há de comer.
Galinha de campo não quer capoeira.
Gato escaldado de água fria tem medo.
Guarda o que comer, não guardes o que fazer.
Homem prevenido vale por dois.
Há males que vêm por bem.
Homem pequenino ou velhaco ou dançarino.
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto.
Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos
Em tempo de guerra não se limpam armas.
Filho de peixe, sabe nadar.
Gaivotas em terra, tempestade no mar.
Guardado está o bocado para quem o há de comer.
Galinha de campo não quer capoeira.
Gato escaldado de água fria tem medo.
Guarda o que comer, não guardes o que fazer.
Homem prevenido vale por dois.
Há males que vêm por bem.
Homem pequenino ou velhaco ou dançarino.
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto.
Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos
maus,
serás pior do que eles.
Lua deitada, marinheiro de pé.
Lua nova trovejada, 30 dias é molhada.
Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão.
Longe da vista, longe do coração.
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar.
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital.
Manda quem pode, obedece quem deve.
Lua deitada, marinheiro de pé.
Lua nova trovejada, 30 dias é molhada.
Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão.
Longe da vista, longe do coração.
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar.
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital.
Manda quem pode, obedece quem deve.
Mãos
frias, coração quente.
Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de
Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de
sardinha.
Mais vale cair em graça do que ser engraçado.
Mais depressa se apanha um mentiroso que um
Mais vale cair em graça do que ser engraçado.
Mais depressa se apanha um mentiroso que um
coxo.
Mais vale perder um minuto na vida do que a
Mais vale perder um minuto na vida do que a
vida
num minuto.
Madruga e verás trabalha e terás.
Mais vale um pé no travão que dois no caixão.
Mais vale uma palavra antes que duas depois
Mais vale prevenir que remediar.
Madruga e verás trabalha e terás.
Mais vale um pé no travão que dois no caixão.
Mais vale uma palavra antes que duas depois
Mais vale prevenir que remediar.
Meu amigo não é o
que pensa como eu mas o que
pensa comigo!
Morra o homem e fique a fama.
Morra o homem e fique a fama.
Morreu
o bicho, acabou-se a peçonha.
Muita parra pouca uva.
Muito alcança quem não se cansa.
Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
Muito riso pouco siso.
Muitos cozinheiros estragam a sopa.
Não há mal que sempre dure, nem bem que não
Muita parra pouca uva.
Muito alcança quem não se cansa.
Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
Muito riso pouco siso.
Muitos cozinheiros estragam a sopa.
Não há mal que sempre dure, nem bem que não
se acabe.
Nuvem baixa sol que racha.
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu.
Nem tudo o que reluz é ouro.
Não há bela sem senão.
Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Não há fome que não dê em fartura.
Não vendas a pele do urso antes de o mata.r
Não há duas sem três.
No meio é que está a virtude.
No melhor pano cai a nódoa.
Nem contas com parentes nem dívidas com
Nuvem baixa sol que racha.
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu.
Nem tudo o que reluz é ouro.
Não há bela sem senão.
Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Não há fome que não dê em fartura.
Não vendas a pele do urso antes de o mata.r
Não há duas sem três.
No meio é que está a virtude.
No melhor pano cai a nódoa.
Nem contas com parentes nem dívidas com
ausentes.
Nem oito nem oitenta.
Nem tudo o que vem à rede é peixe.
No aperto e no perigo se conhece o amigo.
No poupar é que está o ganho.
Não dá quem tem, dá quem quer bem.
Não há sábado sem sol, domingo sem missa.
Nem oito nem oitenta.
Nem tudo o que vem à rede é peixe.
No aperto e no perigo se conhece o amigo.
No poupar é que está o ganho.
Não dá quem tem, dá quem quer bem.
Não há sábado sem sol, domingo sem missa.
nem segunda sem preguiça.
O saber não ocupa lugar.
Os cães ladram e caravana passa.
O seguro morreu de velho.
O prometido é devido.
O que arde cura o que coça sara e o que aperta
O saber não ocupa lugar.
Os cães ladram e caravana passa.
O seguro morreu de velho.
O prometido é devido.
O que arde cura o que coça sara e o que aperta
segura.
O segredo é a alma do negócio.
O bom filho à casa retorna.
O casamento e a mortalha no céu se talha.
O futuro a Deus pertence.
O homem põe e Deus dispõe.
O que não tem remédio remediado está.
O saber não ocupa lugar.
O seu a seu dono.
O sol quando nasce é para todos.
O óptimo é inimigo do bom.
Os amigos são para as ocasiões.
Os opostos atraem-se.
Os homens não se medem aos palmos.
Para frente é que se anda.
Pau que nasce torto jamais se endireita.
Pedra que rola não cria limo.
Para bom entendedor meia palavra basta.
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento.
Para baixo todos os santos ajudam.
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera.
Patrão fora, dia santo na loja.
Para grandes males, grandes remédios.
Preso por ter cão, preso por não ter.
Paga o justo pelo pecado.r
Para morrer basta estar vivo.
Para quem é, bacalhau basta.
Passarinhos e pardais, não são todos iguais.
Peixe não puxa carroça,
Pela boca morre o peixe,
Perde-se o velho por não poder e o novo por não
O segredo é a alma do negócio.
O bom filho à casa retorna.
O casamento e a mortalha no céu se talha.
O futuro a Deus pertence.
O homem põe e Deus dispõe.
O que não tem remédio remediado está.
O saber não ocupa lugar.
O seu a seu dono.
O sol quando nasce é para todos.
O óptimo é inimigo do bom.
Os amigos são para as ocasiões.
Os opostos atraem-se.
Os homens não se medem aos palmos.
Para frente é que se anda.
Pau que nasce torto jamais se endireita.
Pedra que rola não cria limo.
Para bom entendedor meia palavra basta.
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento.
Para baixo todos os santos ajudam.
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera.
Patrão fora, dia santo na loja.
Para grandes males, grandes remédios.
Preso por ter cão, preso por não ter.
Paga o justo pelo pecado.r
Para morrer basta estar vivo.
Para quem é, bacalhau basta.
Passarinhos e pardais, não são todos iguais.
Peixe não puxa carroça,
Pela boca morre o peixe,
Perde-se o velho por não poder e o novo por não
saber.
Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
Pródigo é mau conselheiro.
Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
Pródigo é mau conselheiro.
Quando
a esmola é grande o santo desconfia
Quem espera sempre alcança.
Quando um não quer, dois não discutem
Quem tem telhados de vidro não atira pedras
Quem vai à guerra dá e leva.
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte,
Quando um não quer, dois não discutem
Quem tem telhados de vidro não atira pedras
Quem vai à guerra dá e leva.
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte,
ou é
tolo ou não tem arte.
Quem sai aos seus não degenera
Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento
Quem sai aos seus não degenera
Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento
perde o assento.
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem vê caras não vê corações
Quem não aparece, esquece; mas quem muito
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem vê caras não vê corações
Quem não aparece, esquece; mas quem muito
aparece,
tanto lembra que aborrece
Quem casa quer casa
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem corre por gosto não cansa
Quem muito fala pouco acerta
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem cala consente
Quem mais jura é quem mais mente
Quem não tem cão, caça com gato
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem não deve não teme
Quem avisa amigo é
Quem ri por último ri melhor
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem não chora não mama
Quem desdenha quer comprar
Quem canta seus males espanta
Quem feio ama, bonito lhe parece
Quem não arrisca não petisca
Quem tem boca vai a Roma
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o
Quem casa quer casa
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem corre por gosto não cansa
Quem muito fala pouco acerta
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem cala consente
Quem mais jura é quem mais mente
Quem não tem cão, caça com gato
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem não deve não teme
Quem avisa amigo é
Quem ri por último ri melhor
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem não chora não mama
Quem desdenha quer comprar
Quem canta seus males espanta
Quem feio ama, bonito lhe parece
Quem não arrisca não petisca
Quem tem boca vai a Roma
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o
mexilhão
Quando um cai todos o pisam
Quanto mais depressa mais devagar
Quem entra na chuva é pra se molhar
Quem boa cama fizer nela se deitará
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cala consente
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai
Quando um cai todos o pisam
Quanto mais depressa mais devagar
Quem entra na chuva é pra se molhar
Quem boa cama fizer nela se deitará
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cala consente
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai
dentro
Quem muito escolhe pouco acerta
Quem nada não se afoga
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não trabuca não manduca
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem parte velho paga novo
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
Quem tudo quer tudo perde
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem é vivo sempre aparece
Querer é poder
Recordar é viver
Roma e Paiva não se fez em um dia
Rei morto, rei posto
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Todo o homem tem o seu preço
Todos os caminhos vão dar a Roma
Tristezas não pagam dívidas
Uma mão lava a outra
Uma desgraça nunca vem só
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vozes de burro não chegam aos céus
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdade
Quem muito escolhe pouco acerta
Quem nada não se afoga
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não trabuca não manduca
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem parte velho paga novo
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
Quem tudo quer tudo perde
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem é vivo sempre aparece
Querer é poder
Recordar é viver
Roma e Paiva não se fez em um dia
Rei morto, rei posto
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Todo o homem tem o seu preço
Todos os caminhos vão dar a Roma
Tristezas não pagam dívidas
Uma mão lava a outra
Uma desgraça nunca vem só
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vozes de burro não chegam aos céus
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdade
Bebida milagrosa
Se o seu objetivo é ter uma excelente saúde
e um corpo cheio de vitalidade,...tome nota!
Esta bebida milagrosa já existia há muito
tempo, originalmente os médicos naturistas de
China recomendavam-na aos seus doentes.
Conhecemo-la graças ao Sr. Leafar que que
não é uma celebridade pública, é um
homem
normal como todos nós, que comprovou os
resultados desta bebida visto que se curou
da doença que padecia.
Este individuo tinha Câncer do pulmão e comenta
que esta bebida lhe foi recomendada
por um
famoso ervanário da China.
Ele tomou esta bebida, diligentemente, durante
3 meses e agora a sua saúde
restabeleceu-se
durante esse tempo.
tanto assim que, por isso, a quis torná-la publica
para dar a conhecer as maravilhas de
uma
alimentação saudável.
É um alimento ao alcance de todos com um
É um alimento ao alcance de todos com um
custo ínfimo.
Se padece de algum tipo cancro, ou qualquer outra
doença, para esta bebida milagrosa que protege
o corpo do Câncer
e outras doenças promovendo a cura.
Esta bebida milagrosa, segundo ele "trava"o
desenvolvimento das células cancerígenas.
De que é feita?
De que é feita?
A fórmula é muito simples,
necessita somente:
1 Beterraba
2 Cenouras
1 Maçã
1 Beterraba
2 Cenouras
1 Maçã
É tudo o que precisa para fazer.
Inutilizar telemóveis roubados
Como se "vingar"de quem te
rouba o telemóvel... Quando
roubam um telemóvel, sabemos que
recuperá-lo é quase
impossível. Os ladrões conseguem
vende-los rapidamente.
A experiência é muito desagradável,
mas as operadoras
telefónicas pouco se importam com quem está o
telemóvel.
que a operadora quer é consumo.
Porém, existe algo muito
interessante que vocês devem conhecer e é a
forma de se
do ladrão que te roubou. Todos os
telemóveis GSM (ou seja
que tem cartão ou chip) têm um registo de
série único que
em nenhum telefone a nível mundial se
repete e que se
chama:
chama:
IMEI. As operadoras, como é lógico, não o têm
registado
para te ajudar. Só os donos do aparelho podem ter acesso
ao código.
Para obtê-lo digitem como número de chamada: *#06#
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só isso e NÃO PRESSIONE NENHUMA TECLA. No
ecrã
aparecerá o código IMEI. Anote-o e guarde o num lugar
seguro.
Se te roubarem o telemóvel, ligue para a operadora e
indique o código IMEI.
O telemóvel será bloqueado completamente
aparecerá o código IMEI. Anote-o e guarde o num lugar
seguro.
Se te roubarem o telemóvel, ligue para a operadora e
indique o código IMEI.
O telemóvel será bloqueado completamente
e mesmo que o ladrão mude de cartão ou chip,
não poderá
usá-lo para fazer chamadas. Provavelmente não
recuperas
mais o teu telemóvel, mas pelo menos
terás a certeza de
quem o tiver roubado não poderá
utilizá-lo nunca. Se todos
nós soubéssemos disto, o roubo de telemóveis
diminuiria
porque não teria sentido roubar um aparelho
que não
funciona
Esta é uma pura realidade dos tempos actuais
Um transmontano da região do Vale da
Vilariça
que vive em Lisboa deu uma
resposta em relação à intenção de alguns
estudantes do seu país de fazerem
"greve
às aulas, pelo clima".
Disse-lhes:
- Jovens, vocês são a primeira geração
que possui aparelhos de todo o
tipo
de ar condicionado em cada sala de aula,
os vossos deveres são todos feitos em
computadores, vocês têm um televisor
em cada sala, passam os vossos dias
a
usar aparelhos electrónicos… em vez
de irem a pé para a escola, como ele foi
que andava todos os dias a pé oito
quilómetros quer chovesse quer fizesse
frio. Vocês utilizam uma frota de meios
motorizados de transporte que entopem
as vias públicas.
Vocês são os MAIORES CONSUMIDORES
de bens de consumo de toda a História,
comprando compulsivamente as roupas
mais caras para serem "trendy"
(andar
na moda)
O vosso protesto é divulgado
através
de meios digitais e electrónicos…
Por isso, antes de protestarem,
desliguem os vossos ares condicionados,
vão a pé para a Escola, desliguem os
vossos telemóveis e leiam um livro,
façam vocês mesmos uma sanduíche
em vez de comprarem comida enlatada
“Can food “!
Mas, como é óbvio, não farão nada
disso porque vocês são egoístas, mal-
educados, manipulados pelas pessoas
que os usam, proclamando ter uma
causa nobre enquanto se refastelam
no luxo ocidental mais desenfreado.
Acordem, amadureçam e fechem
o corta-palha!...
Repensem em todos os factos antes de
protestarem.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Poema sobre a gerontologia e tanatologia
Os anos vão subindo e o tempo avança
Que é a natureza
própria da vida humanaO tudo começa e acaba amizades, esperança
Na velhice já tudo nos confunde e engana
O ser humano é forçado para a mudança
A idade altera funções e o discernimento
Todos entramos na inefável contra dança
Todos entramos na inefável contra dança
Que nos traz declínio solidão e sofrimento
Acabam as alegrias, diminuem as paixões
Mudam os hábitos e fisionomia o retrato
Tudo muda na vida até as grandes ilusões
Mudam os hábitos e fisionomia o retrato
Tudo muda na vida até as grandes ilusões
É a vida peregrina comum a todos os seres
Todos na partida para o Além só levam o fato
Deixam tudo, a família, os amigos e haveres
Todos na partida para o Além só levam o fato
Deixam tudo, a família, os amigos e haveres
Lisboa a cidade muito importante antes do terremoto 1755
Lisboa chegou a ser considerada uma
“segunda Roma”, com uma
igreja ou convento em cada esquina.
Muitos destes monumentos
desapareceram no terramoto de 1755,
outros foram reconstruídos,
por isso a maioria das igrejas da
cidade data dos finais do século
XVIII. Os interiores refletem os
estilos e o gosto da época, um
gosto muito português, em que a talha
dourada se mistura com
painéis de azulejos azuis e brancos.
Os mais belos exemplos encontram-se
muitas vezes onde menos
se espera, escondidos em conventos ou
nas igrejas mais
pequenas:
1 | Igreja de Santa Maria de Belém »
O abobadamento da igreja do Mosteiro
dos Jerónimos é
considerado uma das mais
impressionantes obras de arquitetura
de tecnologia gótica em toda a
Europa. Classificado como
Património Mundial, todo o monumento
é o mais notável feito da
arquitetura manuelina, com uma
ornamentação que conjuga
símbolos religiosos e régios, e
elementos naturalistas.
É nesta igreja que se encontram os
túmulos de Camões e de
Vasco da Gama.
2 | Igreja do Convento da Madre de
Deus »
O Convento da Madre de Deus é hoje o
Museu Nacional do
Azulejo. A igreja é um dos monumentos
mais extraordinários do
país, misturando o azulejo barroco, a
talha dourada e a pintura em
tela. Os azulejos são da autoria de
artistas holandeses e
portugueses, e as 20 telas no teto,
que ilustram a vida da Virgem,
são do pintor Marcos da Cruz, criadas
entre 1660 e 1670.
3 | Igreja de Santa Catarina »
Curiosamente, esta igreja é pouco
conhecida e pouco visitada,
apesar de se encontrar às portas do
Bairro Alto e de ser uma das
mais monumentais da cidade. O
interior suntuoso é das obras
artísticas mais impressionantes de
Lisboa, desde o estuque
rococó no teto à talha dourada
completada em 1727.
Dois dos pintores mais importantes do
século XVIII em Portugal,
Vieira Lusitano e André Gonçalves,
foram os autores das pinturas
emolduradas pela talha.
4 | Igreja de São Roque »
Conhecida por ter a capela que muitos
dizem ser “a mais valiosa
do mundo”, esta igreja tem das
fachadas mais simples mas um
dos mais magníficos interiores de
Lisboa. A tal capela é a de São
João Batista, encomendada em Roma em
1742, para ser trazida
peça por peça para Lisboa. É um
tesouro considerado uma
verdadeira obra de arte total, pela
riqueza dos materiais (marfim,
ágata, lápis-lazúli e ouro) e pela
boa condução artística dos
trabalhos. As outras capelas são
ricas em talha dourada,
mármore, azulejos e telas.
5 | Basílica da Estrela »
É um dos mais belos monumentos de
Lisboa, por dentro e por
fora. Foi uma das últimas grandes
igrejas barrocas, com um
interior coberto de mármore. É
conhecida pelo seu enorme
presépio do escultor Machado de
Castro, e pelo túmulo de Dona
Maria I.
6 | Igreja do Convento dos Cardaes »
A igreja do Convento dos Cardaes é um
dos mais notáveis
exemplos do barroco português,
misturando a talha dourada e a
azulejaria. Sobrevivente do terramoto
de 1755, a igreja apresenta
um conjunto de onze painéis
figurativos de azulejos a azul e
branco, da autoria do holandês Jan
van Oort, datados de 1692. A
talha dourada emoldura oito telas de
vários artistas da época.
7 | Igreja de São Miguel »
Apesar de se encontrar no coração de
Alfama, por onde passam
muitos turistas, esta igreja abre
apenas uma vez por semana, para
missa. Tem um dos mais belos e ricos
interiores em talha
dourada, que cobre as paredes e o
altar, e que emoldura pinturas
atribuídas a Bento Coelho da
Silveira, pintor régio de D. Pedro II e
um dos mais conceituados artistas
portugueses do século XVII.
8 | Igreja do Menino de Deus »
Teve porta aberta no dia em que
completou três séculos, em julho
de 2011, mas esta igreja encontra-se
sempre fechada. No
entanto, basta tocar a campaínha da
porta ao lado, e terá acesso
ao belo interior. Mandada construir
por D. João V em 1711, fica
quase escondida perto do castelo.
Destaca-se pelo uso de
mármore e de outros materiais nobres,
e serviu de modelo para
muitas outras construções barrocas
pelo país.
9 | Igreja da Encarnação »
Das igrejas do Chiado, todas
construídas ou reconstruídas depois
do terramoto de 1755, esta é a mais
bela. É a reconstrução da
primeira inaugurada em 1708, e só
ficou concluída em 1873. O
interior, revestido de mármores,
apresenta elementos decorativos
rocaille, e uma escultura de Nossa
Senhora da Encarnação do
escultor Machado de Castro. Os belos
tetos, de telas pregadas
sobre madeira, foram pintados entre
1784 e 1824.
10 | Igreja dos Anjos »
É uma pequena igreja muito pouco
conhecida, mas preserva um
dos mais valiosos interiores em talha
dourada. É um interior do
século XVII, mas o edifício tem
apenas um século, pois é a
reconstrução de uma igreja que teve
de ser demolida para a
abertura da Avenida Almirante Reis. A
talha dourada foi
cuidadosamente recolocada,
preenchendo grande parte do
espaço.
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