terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Um pouco de história


AMANHÃ, SERÁ TARDE DEMAIS !
a lição a tirar e aplicar enquanto é tempo . Broz Tito, mais conhecido por Marechal Tito, nascido em Maio de 1892 na Croácia, filho croata e mãe eslovena, fundou a República Jugoslávia , tendo conseguido manter a unidade e integridade territorial, entre 1953 e 1980, dos chamados “6 povos jugoslavos”: Croácia, Eslovénia,
 Sérvia, Montenegro, Macedónia e Bósnia.
Governou em plena Guerra Fria entre os imperialismos 
Americano e Soviético. Defensor de um socialismo-comunismo próprio, nunca alinhou com as ideologias
marxistas, nem de cariz soviético nem de influência chinesa.
A sul da Jugoslávia estava a Albânia, governada por Enver Hoxka
fervoroso esquerdista, defensor da linha comunista chinesa de Mao TseTung, o que originou que a Albânia se tornasse no país mais pobre e miserável  da Europa.

Tito movido por intenções solidárias e humanitárias
 criou condições e favoreceu a fuga de Albaneses para o Sul da Jugoslávia, mais precisamente para a província Sérvia do Kosovo, que fazia frnteira
 com a Albânia. 
 escolas, ensino da língua albanesa,
estruturas sociais, construção de Mesquitas.
 Centenas de milhares de albaneses fugiram para Kosovo.
Deu-se durante 4 décadas uma constante invasão demográfica pacífica de solo Sérvio.
O Kosovo está para a Sérvia, assim como Guimarães está para Portugal. Foi lá que nasceu nação Sérvia. Os albaneses tinham valores,religião, costumes, tradições, hábitos antagónicos aos sérvios.
A chegada de grandes massa albanesas à província Sérvia do Kosovo, trouxe como é óbvio, problemas sociais e de integração entre duas culturas diferentes
 Os sérvios que podiam, iam saindo da sua terra, fugindo ao caos que se foi instalando. Os albaneses são muçulmanos. Os Sérvios são cristãos Ortodoxos.
Até que em 2008 a província Sérvia do Kosovo,
dominada pelos muçulmanos albaneses declarou-se unilateralmente como estado independente, roubando à Sérvia parte do seu território e expulsando os sérvios que ainda lá habitavam. Nesta acção política maioria dos governos europeus já amedrontados com a supremacia e ideologia muçulmana, fomentou este roubo.
Vem isto a propósito do que está a acontecer na
Europa. Uma conquista muçulmana não militar.
Inicialmente de supostos refugiados de guerras no
 Médio Oriente, que evoluiu para uma invasão
organizada, premeditada, planeada e promovida
 pelos estados super ricos sunitas do Golfo (Arábia
 Saudita, Bharein, Katar, Kwait, Oman, Abu Dhabi,
Dubai), agora de povos africanos especialmente
 sub-saharianos, com vista à islamização da Europa.
E que fazem alguns estados europeus? Criam
 condições favoráveis à sua vinda, construindo
Mesquitas, instalando Madrassas, institucionalizando
 o ensino do árabe e sustentando com subsídios os
 invasores.
Destes invasores, 78% dos homens e 92% das
 mulheres não trabalham. Os factos históricos
são cíclicos e repetitivos.
O que aconteceu na antiga Jugoslávia, está a
 acontecer na Europa.
Parece haver um despertar nos europeus, para
 esta situação que tende para o abismo.
Recorde-se que não são os governos os respo
nsáveis, mas sim as populações que neles
votam e que sabem previamente as linhas de
 conduta futuros governantes.
Nos últimos meses tem-se assistido a uma
viragem no sentido de voto, favorecendo partidos
 claramente anti imigração, anti invasão e anti-Islão.
Neste momento há já 8 países da União Europeia
 com governos claramente anti- invasão:
Polónia, Hungria, Áustria, Eslováquia, Eslovénia,
 República Cheka, Bulgária e Itália.
A estes 7 já com maioria parlamentar e governos
, juntam-se mais 10,embora não tenham governos
 Decididamente anti Islão, já possuem deputados
 nacionalistas nos Parlamentos dos seus países: Alemanha, Bélgica,Chipre, Dinamarca, Finlândia,
 França, Grécia,Letónia, Holanda e Suécia.
Dos 27 países da União Europeia ainda há 9, em
 que os povos permanecem adormecidos e a fazer
 como a avestruz. Ainda não acordaram da letargia
que os poderes instituídos e a comunicação social
 lhes transmite incessantemente:
 Croácia, Espanha, Estónia, Irlanda, Lituânia
Luxemburgo, Malta, Portugal e Roménia.
Espera-se que, quando acordarem, não seja tarde



domingo, 5 de janeiro de 2020

Quase todos provérbios, aforismos ou adágios


 A ambição cerra o coração.
 A pressa é inimiga da perfeição.
 Águas passadas não movem moinhos.
 Amigo não empata amigo
 Amigos amigos negócios à parte.
 Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.
 A união faz a força.
 A ocasião faz o ladrão.
 A ignorância é a mãe de todas as doenças.
 Amigos dos meus amigos, meus amigos são.
 A cavalo dado não se olha a dente.
 Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo,
 não enganam o mundo.
 Antes só do que mal acompanhado.
 A pobre não prometas e a rico não devas.
 A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina.
 A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo.
 A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado.
 A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha.
 A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite
mata.
 A necessidade aguça o engenho.
 A noite é boa conselheira.
 A ocasião faz o ladrão.
 A preguiça é mãe de todos os vícios.
 A palavra é de prata e o silêncio é de ouro.
 A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas.
 A pensar morreu um burro.
 A roupa suja lava-se em casa.
 Antes tarde do que nunca.
 Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos
 o desamparam.
 Ao rico não faltes, ao pobre não prometas.
 As palavras voam, a escrita fica.
 As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas,
vêm umas atrás das outras.
 Até ao lavar dos cestos é vindima.
 Água e vento são meio sustento.
 Boi velho gosta de erva tenra.
 Boca que apetece, coração que padece.
 Baleias no canal, terás temporal.
 Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia.
 Boa romaria faz, quem em casa fica em paz.
 Boda molhada, boda abençoada.
 Burro velho não aprende línguas.
 Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
 Cada cabeça sua sentença.
 Chuva de São João, tira vinho e não dá pão.
 Casa roubada, trancas à porta.
 Casarás e amansarás.
 Comeu o arto que o demo amaçou.
 Criou a fama, deite-se na cama.
 Cada qual com seu igual.
 Cada ovelha com sua parelha.
 Cada macaco no seu galho.
 Casa de ferreiro, espeto de pau.
 Casamento, apartamento.
 Cada qual é para o que nasce.
 Cão que ladra não morde.
 Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato.
 Com vinagre não se apanham moscas.
 Coma para viver, não viva para comer.
 Com o direito do teu lado nunca receies dar brado.
 Candeia que vai à frente alumia duas vezes.
 Casa de esquina, ou morte ou ruína.
 Cada panela tem a sua tampa.
 Cada um sabe as linhas com se cose.
 Cada um sabe de si e Deus sabe de todos.
 Casa onde entra o sol não entra o médico.
 Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a
 ninguém.
 Cesteiro que faz um cesto faz um cento se lhe
derem verga e tempo.
 Com a verdade me enganas.
 Com papas e bolos se enganam os tolos.
 Comer e o coçar o mal é começar.
 Devagar se vai ao.
 Depois de fartos, não faltam pratos.
 Deu às de vila diogo - fugiu.
De noite todos os gatos são pardos.
 Desconfia do homem que não fala e do cão que
 não ladra.
 De Espanha nem bom vento nem bom casamento.
 De pequenino se torce o pepino.
 De grão a grão enche a galinha o paparão.
 Devagar se vai ao longe.
 De médico e de louco, todos temos um pouco.
 Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
 Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
 Depressa e bem não há quem.
 Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.
 Depois da tempestade vem a bonança.
 Da mão à boca vai-se a sopa.
 Deus ajuda, quem cedo madruga.
 Dos fracos não reza a história.
 Em casa de ferreiro, espeto de pau
 Enquanto há vida, há esperança.
 Entre marido e mulher, não se mete a colher.
 Em terra de cego quem tem olho é rei.
 Erva daninha a geada não mata.
 Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém
 tem razão.
 Em tempo de guerra não se limpam armas.
 Filho de peixe, sabe nadar.
 Gaivotas em terra, tempestade no mar.
 Guardado está o bocado para quem o há de comer.
 Galinha de campo não quer capoeira.
 Gato escaldado de água fria tem medo.
 Guarda o que comer, não guardes o que fazer.
 Homem prevenido vale por dois.
 Há males que vêm por bem.
 Homem pequenino ou velhaco ou dançarino.
 Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto.
 Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos
maus, serás pior do que eles.
 Lua deitada, marinheiro de pé.
 Lua nova trovejada, 30 dias é molhada.
 Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão.
 Longe da vista, longe do coração.
 Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar.
 Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital.
 Manda quem pode, obedece quem deve.
 Mãos frias, coração quente.
 Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de
 sardinha.
 Mais vale cair em graça do que ser engraçado.
 Mais depressa se apanha um mentiroso que um
 coxo.
 Mais vale perder um minuto na vida do que a
vida num minuto.
 Madruga e verás trabalha e terás.
 Mais vale um pé no travão que dois no caixão.
 Mais vale uma palavra antes que duas depois
 Mais vale prevenir que remediar.
 Meu amigo não é o que pensa como eu mas o que
 pensa comigo!
 Morra o homem e fique a fama.
Morreu o bicho, acabou-se a peçonha.
 Muita parra pouca uva.
 Muito alcança quem não se cansa.
 Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
 Muito riso pouco siso.
 Muitos cozinheiros estragam a sopa.
 Não há mal que sempre dure, nem bem que não
 se acabe.
 Nuvem baixa sol que racha.
 Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu.
 Nem tudo o que reluz é ouro.
 Não há bela sem senão.
 Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
 Não há fome que não dê em fartura.
 Não vendas a pele do urso antes de o mata.r
 Não há duas sem três.
 No meio é que está a virtude.
 No melhor pano cai a nódoa.
 Nem contas com parentes nem dívidas com
 ausentes.
 Nem oito nem oitenta.
 Nem tudo o que vem à rede é peixe.
 No aperto e no perigo se conhece o amigo.
 No poupar é que está o ganho.
 Não dá quem tem, dá quem quer bem.
 Não há sábado sem sol, domingo sem missa.
 nem segunda sem preguiça.
 O saber não ocupa lugar.
 Os cães ladram e caravana passa.
 O seguro morreu de velho.
 O prometido é devido.
 O que arde cura o que coça sara e o que aperta
segura.
 O segredo é a alma do negócio.
 O bom filho à casa retorna.
 O casamento e a mortalha no céu se talha.
 O futuro a Deus pertence.
 O homem põe e Deus dispõe.
 O que não tem remédio remediado está.
 O saber não ocupa lugar.
 O seu a seu dono.
 O sol quando nasce é para todos.
 O óptimo é inimigo do bom.
 Os amigos são para as ocasiões.
 Os opostos atraem-se.
 Os homens não se medem aos palmos.
 Para frente é que se anda.
 Pau que nasce torto jamais se endireita.
 Pedra que rola não cria limo.
 Para bom entendedor meia palavra basta.
 Por fora bela viola, por dentro pão bolorento.
 Para baixo todos os santos ajudam.
 Por morrer uma andorinha não acaba a primavera.
 Patrão fora, dia santo na loja.
 Para grandes males, grandes remédios.
 Preso por ter cão, preso por não ter.
 Paga o justo pelo pecado.r
 Para morrer basta estar vivo.
 Para quem é, bacalhau basta.
 Passarinhos e pardais, não são todos iguais.
 Peixe não puxa carroça,
 Pela boca morre o peixe,
 Perde-se o velho por não poder e o novo por não
saber.
 Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
 Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
 Pródigo é mau conselheiro.
 Quando a esmola é grande o santo desconfia
 Quem espera sempre alcança.
 Quando um não quer, dois não discutem
 Quem tem telhados de vidro não atira pedras
 Quem vai à guerra dá e leva.
 Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte,
 ou é tolo ou não tem arte.
 Quem sai aos seus não degenera
 Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento
 perde o assento.
 Quem semeia ventos colhe tempestades
 Quem vê caras não vê corações
 Quem não aparece, esquece; mas quem muito
aparece,
 tanto lembra que aborrece
 Quem casa quer casa
 Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
 Quem com ferros mata, com ferros morre
 Quem corre por gosto não cansa
 Quem muito fala pouco acerta
 Quem quer festa, sua-lhe a testa
 Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
 Quem dá aos pobres empresta a Deus
 Quem cala consente
 Quem mais jura é quem mais mente
 Quem não tem cão, caça com gato
 Quem diz as verdades, perde as amizades
 Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
 Quem não deve não teme
 Quem avisa amigo é
 Quem ri por último ri melhor
 Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
 Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
 Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
 Quem diz o que quer, ouve o que não quer
 Quem não chora não mama
 Quem desdenha quer comprar
 Quem canta seus males espanta
 Quem feio ama, bonito lhe parece
 Quem não arrisca não petisca
 Quem tem boca vai a Roma
 Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o
 mexilhão
 Quando um cai todos o pisam
 Quanto mais depressa mais devagar
 Quem entra na chuva é pra se molhar
 Quem boa cama fizer nela se deitará
 Quem brinca com o fogo queima-se
 Quem cala consente
 Quem comeu a carne que roa os ossos
 Quem está no convento é que sabe o que lhe vai
 dentro
 Quem muito escolhe pouco acerta
 Quem nada não se afoga
 Quem nasceu para a forca não morre afogado
 Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
 Quem não sabe é como quem não vê
 Quem não tem dinheiro não tem vícios
 Quem não tem panos não arma tendas
 Quem não trabuca não manduca
 Quem o alheio veste, na praça o despe
 Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
 Quem paga adiantado é mal servido
 Quem parte velho paga novo
 Quem sabe faz, quem não sabe ensina
 Quem tarde vier comerá do que trouxer
 Quem te cobre que te descubra
 Quem tem burro e anda a pé mais burro é
 Quem tem capa sempre escapa
 Quem tem cem mas deve cem pouco tem
 Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
 Quem tudo quer tudo perde
 Quem vai ao mar avia-se em terra
 Quem é vivo sempre aparece
 Querer é poder
 Recordar é viver
 Roma e Paiva não se fez em um dia
 Rei morto, rei posto
 Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
 Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
 Santos da casa não fazem milagres
 São mais as vozes que as nozes
 Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
 Todo o homem tem o seu preço
 Todos os caminhos vão dar a Roma
 Tristezas não pagam dívidas
 Uma mão lava a outra
 Uma desgraça nunca vem só
 Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
 Vozes de burro não chegam aos céus
 Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdade

Bebida milagrosa


Se o seu objetivo é ter uma excelente saúde
e um corpo cheio de vitalidade,...tome nota!
Esta bebida milagrosa já existia há muito
tempo, originalmente os médicos naturistas de
China recomendavam-na aos seus doentes.

Conhecemo-la graças ao Sr. Leafar que que
 não é uma celebridade pública, é um homem
normal como todos nós, que comprovou os
resultados desta bebida visto que se curou
da doença que padecia.

Este individuo tinha
 Câncer do pulmão e comenta
 que esta bebida lhe foi recomendada por um
famoso ervanário  da China.

Ele tomou esta bebida, diligentemente, durante
 3 meses e agora a sua saúde restabeleceu-se
durante esse tempo.
tanto assim que, por isso, a quis torná-la publica
 para dar a conhecer as maravilhas de uma 
alimentação saudável.

É um alimento ao alcance de todos com um
custo ínfimo.
Se padece de algum tipo cancro, ou qualquer outra
doença, para esta bebida milagrosa que protege 
o corpo do  Câncer
e outras doenças promovendo a cura.
Esta bebida milagrosa, segundo ele "trava"o
desenvolvimento das células cancerígenas.

De que é feita?
A fórmula é muito simples,
 necessita somente:

1 Beterraba
2 Cenouras
1 Maçã
É tudo o que precisa para fazer.

Inutilizar telemóveis roubados

Como se "vingar"de quem te rouba o telemóvel... Quando
roubam um telemóvel, sabemos que recuperá-lo é quase
impossível. Os ladrões conseguem vende-los rapidamente.
A experiência é muito desagradável, mas as operadoras
 telefónicas pouco se importam com quem está o telemóvel.
que a operadora quer é consumo. Porém, existe algo muito
 interessante que vocês devem conhecer e é a forma de se
do ladrão que te roubou. Todos os telemóveis GSM (ou seja
 que tem cartão ou chip) têm um registo de série único que
em nenhum telefone a nível mundial se repete e que se 
chama:
 IMEI. As operadoras, como é lógico, não o têm registado
 para te ajudar. Só os donos do aparelho podem ter acesso 
ao código.
Para obtê-lo digitem como número de chamada: *#06# 
só isso e NÃO PRESSIONE NENHUMA TECLA. No ecrã
 aparecerá o código IMEI. Anote-o e guarde o num lugar
 seguro.
 Se te roubarem o telemóvel, ligue para a operadora e 
indique o código IMEI.
 O telemóvel será bloqueado completamente
 e mesmo que o ladrão mude de cartão ou chip, não poderá
 usá-lo para fazer chamadas. Provavelmente não recuperas
mais o teu telemóvel, mas pelo menos terás a certeza de
quem o tiver roubado não poderá utilizá-lo nunca. Se todos
 nós soubéssemos disto, o roubo de telemóveis diminuiria
 porque não teria sentido roubar um aparelho que não
 funciona

Esta é uma pura realidade dos tempos actuais


Um transmontano da região do Vale da
 Vilariça  que vive em Lisboa deu uma
resposta em relação à intenção de alguns
estudantes do seu país de fazerem "greve
 às aulas, pelo clima".
 Disse-lhes:
- Jovens, vocês são a primeira geração
 que possui aparelhos de todo o tipo
de ar condicionado em cada sala de aula,
os vossos deveres são todos feitos em
computadores, vocês têm um televisor
em cada sala, passam os vossos dias a
usar aparelhos electrónicos… em vez
de irem a pé para a escola, como ele foi
que andava todos os dias a pé oito
quilómetros  quer chovesse quer fizesse
 frio. Vocês utilizam uma frota de meios
 motorizados de transporte que entopem
as vias públicas.
Vocês são os MAIORES CONSUMIDORES
 de bens de consumo de toda a História,
 comprando compulsivamente as roupas
mais caras para serem "trendy" (andar
na moda)
 O vosso protesto é divulgado através
de meios digitais e electrónicos…
 Por isso, antes de protestarem,
desliguem os vossos ares condicionados,
 vão a pé para a Escola, desliguem os
vossos telemóveis e leiam um livro,
façam vocês mesmos uma sanduíche
em vez de comprarem comida enlatada
 “Can food “!
Mas, como é óbvio, não farão nada
disso porque vocês são egoístas, mal-
educados, manipulados pelas pessoas
que os usam, proclamando ter uma
causa nobre enquanto se refastelam
no luxo ocidental mais desenfreado.
Acordem, amadureçam e fechem
o corta-palha!...
Repensem em todos os factos antes de
protestarem.


quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Poema sobre a gerontologia e tanatologia


Os anos vão subindo e o tempo avança
Que é a natureza própria da vida humana
O tudo começa e acaba amizades, esperança
Na velhice já tudo nos confunde e engana

                                                 
O ser humano é forçado para a mudança
A idade altera funções e o discernimento
Todos entramos na inefável contra dança
Que nos traz declínio solidão e sofrimento

                                                 
Acabam as alegrias, diminuem as paixões
Mudam os hábitos e fisionomia o retrato
Tudo muda na vida até as grandes ilusões

                                                
É a vida peregrina comum a todos os seres
Todos na partida para o Além só levam o fato
Deixam tudo, a família, os amigos e haveres










Lisboa a cidade muito importante antes do terremoto 1755


Lisboa chegou a ser considerada uma “segunda Roma”, com uma
igreja ou convento em cada esquina. Muitos destes monumentos
desapareceram no terramoto de 1755, outros foram reconstruídos,
por isso a maioria das igrejas da cidade data dos finais do século
XVIII. Os interiores refletem os estilos e o gosto da época, um
gosto muito português, em que a talha dourada se mistura com
painéis de azulejos azuis e brancos.
Os mais belos exemplos encontram-se muitas vezes onde menos
se espera, escondidos em conventos ou nas igrejas mais
pequenas:

1 | Igreja de Santa Maria de Belém »
O abobadamento da igreja do Mosteiro dos Jerónimos é
considerado uma das mais impressionantes obras de arquitetura
de tecnologia gótica em toda a Europa. Classificado como
Património Mundial, todo o monumento é o mais notável feito da
arquitetura manuelina, com uma ornamentação que conjuga
símbolos religiosos e régios, e elementos naturalistas.
É nesta igreja que se encontram os túmulos de Camões e de
Vasco da Gama.

2 | Igreja do Convento da Madre de Deus »
O Convento da Madre de Deus é hoje o Museu Nacional do
Azulejo. A igreja é um dos monumentos mais extraordinários do
país, misturando o azulejo barroco, a talha dourada e a pintura em
tela. Os azulejos são da autoria de artistas holandeses e
portugueses, e as 20 telas no teto, que ilustram a vida da Virgem,
são do pintor Marcos da Cruz, criadas entre 1660 e 1670.

3 | Igreja de Santa Catarina »
Curiosamente, esta igreja é pouco conhecida e pouco visitada,
apesar de se encontrar às portas do Bairro Alto e de ser uma das
mais monumentais da cidade. O interior suntuoso é das obras
artísticas mais impressionantes de Lisboa, desde o estuque
rococó no teto à talha dourada completada em 1727.
Dois dos pintores mais importantes do século XVIII em Portugal,
Vieira Lusitano e André Gonçalves, foram os autores das pinturas
emolduradas pela talha.

4 | Igreja de São Roque »
Conhecida por ter a capela que muitos dizem ser “a mais valiosa
do mundo”, esta igreja tem das fachadas mais simples mas um
dos mais magníficos interiores de Lisboa. A tal capela é a de São
João Batista, encomendada em Roma em 1742, para ser trazida
peça por peça para Lisboa. É um tesouro considerado uma
verdadeira obra de arte total, pela riqueza dos materiais (marfim,
ágata, lápis-lazúli e ouro) e pela boa condução artística dos
trabalhos. As outras capelas são ricas em talha dourada,
mármore, azulejos e telas.

5 | Basílica da Estrela »
É um dos mais belos monumentos de Lisboa, por dentro e por
fora. Foi uma das últimas grandes igrejas barrocas, com um
interior coberto de mármore. É conhecida pelo seu enorme
presépio do escultor Machado de Castro, e pelo túmulo de Dona
Maria I.

6 | Igreja do Convento dos Cardaes »
A igreja do Convento dos Cardaes é um dos mais notáveis
exemplos do barroco português, misturando a talha dourada e a
azulejaria. Sobrevivente do terramoto de 1755, a igreja apresenta
um conjunto de onze painéis figurativos de azulejos a azul e
branco, da autoria do holandês Jan van Oort, datados de 1692. A
talha dourada emoldura oito telas de vários artistas da época.

7 | Igreja de São Miguel »
Apesar de se encontrar no coração de Alfama, por onde passam
muitos turistas, esta igreja abre apenas uma vez por semana, para
missa. Tem um dos mais belos e ricos interiores em talha
dourada, que cobre as paredes e o altar, e que emoldura pinturas
atribuídas a Bento Coelho da Silveira, pintor régio de D. Pedro II e
um dos mais conceituados artistas portugueses do século XVII.

8 | Igreja do Menino de Deus »
Teve porta aberta no dia em que completou três séculos, em julho
de 2011, mas esta igreja encontra-se sempre fechada. No
entanto, basta tocar a campaínha da porta ao lado, e terá acesso
ao belo interior. Mandada construir por D. João V em 1711, fica
quase escondida perto do castelo. Destaca-se pelo uso de
mármore e de outros materiais nobres, e serviu de modelo para
muitas outras construções barrocas pelo país.

9 | Igreja da Encarnação »
Das igrejas do Chiado, todas construídas ou reconstruídas depois
do terramoto de 1755, esta é a mais bela. É a reconstrução da
primeira inaugurada em 1708, e só ficou concluída em 1873. O
interior, revestido de mármores, apresenta elementos decorativos
rocaille, e uma escultura de Nossa Senhora da Encarnação do
escultor Machado de Castro. Os belos tetos, de telas pregadas
sobre madeira, foram pintados entre 1784 e 1824.

10 | Igreja dos Anjos »
É uma pequena igreja muito pouco conhecida, mas preserva um
dos mais valiosos interiores em talha dourada. É um interior do
século XVII, mas o edifício tem apenas um século, pois é a
reconstrução de uma igreja que teve de ser demolida para a
abertura da Avenida Almirante Reis. A talha dourada foi
cuidadosamente recolocada, preenchendo grande parte do
espaço.