sábado, 5 de outubro de 2019

A principal causa da confusão mental do idoso


Arnaldo Lichtenstein, médico disse:
Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes
do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
- Quais as causas que fazem o avô ou  avó terem
 confusão mental?
Alguns arriscam: "Tumor na cabeça".
Eu digo: "Não".
Outros apostam: "Doença de Alzheimer"
Respondo, novamente: "Não".
A cada negativa a turma espanta - se... E fica ainda mais
 boquiaberta quando enumero os três responsáveis
mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;  
- a família passou um dia inteiro nas compras, enquanto
o os idosos ficaram em casa.
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente o avô e
 a avó, sem sentir sede, deixam de beber líquidos.
Quando não há gente em casa para lembrá-los,
 desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afecta todo o organismo.
 Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão
arterial, aumento dos batimentos cardíacos (taquicardia),
 (angina de peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira.
Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco
 mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo
natural de envelhecimento.
Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.
Mas há outro factor: mesmo desidratados, eles não
 sentem vontade de beber água, pois os seus mecanismos
 de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
Conclusão:
Os idosos desidratam-se, facilmente, não apenas porque
 possuem reserva hídrica menor, mas também porque
 percebem menos a falta de água no seu corpo. Mesmo
 que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho
 das reacções químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:
 1 - O primeiro é para os avós: tornem voluntário o hábito
 de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sumos,
chás,  leite, sopa, gelatina e frutas ricas em água, como
melão, melancia, ananás, laranja e tangerina, também
 funcionam. O importante é que, a cada duas horas, beber
 algum líquido. Lembrem-se disso!
2 - Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam,
 com frequência, líquidos aos idosos. 
Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que 
rejeitam os líquidos e, de um dia para o outro, ficam
 confusos, irritados, aéreos, falta de atenção. 
É quase certo que sejam sintomas decorrentes de
 desidratação. Atitude a ter:
"Dar-lhes  líquidos e ir, rapidamente, a um serviço médico".


O pleonasmo

Vai dizer-me que nunca está atento aos “pequenos
 detalhes”? E que nunca partiu uma laranja em
 “metades iguais”? Ou que nunca deu os  “sentidos
pêsames”  à “viúva do falecido”?

Atenção que o que estou a dizer não é apenas a

 minha “opinião pessoal”. Baseio-me em  “factos
reais” para lhe dar este “aviso prévio” de que esta
 “doença má” atinge “todos sem excepção”.

O contágio da pleonasmite ocorre em qualquer lado.

 Na rua, há lojas que o aliciam com “ofertas gratuitas”.
 E agências de viagens que anunciam férias em
 “cidades do mundo”. No local de trabalho, o seu chefe
 pede-lhe um “acabamento final” naquele projecto.
Tudo para evitar “surpresas inesperadas” por parte
 do cliente. E quando tem uma discussão mais acesa
com a sua cara-metade, diga lá que às vezes não tem
vontade de “gritar alto”: “Cala a boca!”?
O que vale é que depois fazem as pazes e vão ao
cinema ver aquele filme que “estreia pela primeira vez”
 em Portugal.

E se pensa que por estar fechado em casa ficará a

salvo da pleonasmite, tenho más notícias para si.
Porque a televisão é, de“certeza absoluta”, a “principal
 protagonista” da propagação deste vírus.

Logo à noite, experimente ligar o telejornal e “verá

 com os seus próprios olhos” a pleonasmite em
directo no pequeno ecrã. Um jornalista vai dizer que
 a floresta “arde em chamas”. Um treinador de futebol
 queixar-se-á dos “elos de ligação” entre a defesa e
 o ataque. Um “governante” dirá que gere bem o
“erário público”. Um ministro anunciará o reforço das
 “relações bilaterais entre dois países”. E um qualquer
 “político da nação” vai pedir um “consenso
geral” para sairmos juntos desta crise.

E por falar em crise! Quer apostar que a próxima

 manifestação vai juntar uma “multidão de pessoas”?

Ao contrário de outras doenças, a pleonasmite não

 causa “dores desconfortáveis” nem “hemorragias de
 sangue”. E por isso podemos “viver a vida” com um 
“sorriso nos lábios”. Porque alguém a pleonasmar, 
está nas suas sete quintas. Ou, em termos mais técnicos,
 no seu “habitat natural”.

Mas como lhe disse no início, o descontrolo da
pleonasmite pode ser chato para os que o rodeiam e
 nocivo para a sua reputação. Os outros podem vê-lo
 como um redundante que só diz banalidades. Por isso,
 tente cortar aqui e ali um e outro pleonasmo. Vai ver
 que não custa nada. E “já agora” siga o meu
conselho: não “adie para depois” e comece ainda

 hoje a “encarar de frente” a pleonasmite!

Ou então esqueça este texto. Porque, afinal de contas,

 eu posso estar só “maluco da cabeça”!


O homem perante a mulher


São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero de Antioquia,
 bispo de Constantinopla, doutor da Igreja.
 Foi sábio e eloquente. Por isso, lhe chamaram CRISÓSTOMO,
 que significa BOCA DE OURO.
Viveu no séc. IV, mas sem resquícios obscuros do Antigo
Testamento, porque seguiu a quem veio aperfeiçoar a Lei
 com um amor eterno.
Todo o homem, seja avô, pai, filho ou neto, poderá seguir
os ensinamentos de São João Crisóstomo para presta
 HOMENAGEM À MULHER, não só em 8 de Março, mas
 durante a vida inteira.
A tal propósito, faz-se a seguinte transcrição:
Homilia 20 de São João Crisóstomo sobre a Carta aos
Efésios, 4, 8, 9: PG 62, 140ss.
«O homem deixará pai e mãe para se unir à sua esposa, e
 os dois serão uma só carne.
O que deves dizer à tua mulher? Diz-lhe com muita ternura
: «Escolhi-te, amo-te e prefiro-te à minha própria vida.
 A existência presente nada é; por essa razão
, as minhas orações, as minhas recomendações e todas
as minhas ações destinam-se a fazer com que nos seja
dado passar esta vida de tal maneira, que voltemos a
reunir-nos na vida futura sem qualquer receio de sermos 
separados. O tempo que vivemos é breve e frágil. Se
nos for dado agradar a Deus durante esta vida, estaremos
para sempre com Cristo e um com o outro, numa felicidade
 sem limites. O teu amor arrebata-me mais que tudo, e
infelicidade tão insuportável como a de estar separado 
de ti. Mesmo que tivesse de perder tudo, de ser pobre que
nem um mendigo, de passar pelos maiores perigos e de
sofrer fosse o que fosse, tudo isso me seria suportável
desde que o teu afeto por mim não diminuísse. Só com
base neste amor desejo ter filhos.»
E convém que adeques o teu comportamento a essas
palavras. [...] Mostra à tua mulher que aprecias viver com
ela e que, por causa dela, preferes estar em casa que na
rua. Prefere-a a todos os teus amigos,
 e mesmo aos filhos que ela te deu; que estes sejam
 amados por ti por causa dela. [...]
Fazei as vossas orações em comum. Ide à igreja e, ao
 regressar a casa, contai um ao outro o que foi dito e o
que foi lido. [...] Aprendei a temer a Deus, e tudo o resto
 decorrerá daqui, e a vossa casa encher-se-á de inúmeros
 bens. 
Aspiremos aos bens incorruptíveis, que os outros não
nos faltarão. Procurai primeiro o Reino de Deus, e o resto
ser-vos-á dado por acréscimo, como nos diz o evangelho
 (Mt 6,33)


O muro de berlim

RDA ou mais real  RDA (Républica déspota da
Alemanha Oriental)

lO IDEALIZADOR DO MURO
Ninguém desejava uma muralha de pedra e concreto
armado mais do que Walter Ulbricht, o chefe de
Estado da República Democrática Alemã (RDA).
Ele precisava dela para impedir o êxodo de milhares
de pessoas para serem livres no outro Estado alemão, 
a República Federal da Alemanha. A União Soviética 
não apoiou com muita convicção a 'muralha 
antifascista' de Ulbricht. Não obstante, a fronteira 
de 155 quilômetros , foi cercanda por esse muro que 
tanto prejudicou  separou familias e matou tantas 
pessoas! que tentaram a liberdade.
TANQUES CARA A CARA
Nas semanas que se seguiram à construção do Muro
 de Berlim, a Guerra Fria atingiu um dos seus
momentos mais dramáticos. A tensão entre os EUA
e a União Soviética podia ser vista claramente no
posto de controle da rua Friedrich, o chamado
Checkpoint Charlie, no centro de Berlim: tanques
americanos e soviéticos permaneceram durante dias,
 frente a frente, à espera de um comando de ação
militar.
UMA FORTALEZA
Partes do Muro de Berlim tinham o aspecto de uma
verdadeira fortaleza: com pista para o transporte
de soldados e guarita para controlar as ocorrências
nos dois lados da linha divisória. Além da muralha,
uma 'terra de ninguém' com campo minado e cerca
de arame farpado impedia o acesso ao Muro, no lado
 oriental. Os comunistas portugueses diziam que 
aquele  regime era um paraíso! Mas para quem la 
vivia era um inferno, cheio de limitações de todo 
género. 

domingo, 8 de setembro de 2019

Bem-vindo ao XXI


Aqui o sexo é livre e o amor tornou-se um
 bolso cheio de notas. 
Onde perder o telemóvel é pior que perder os
teus valores. Onde a moda é fumar e beber e, se não
 fizeres isto, és "cota".
Onde a casa de banho tornou-se estúdio para fotos
 e a igreja, o lugar perfeito para check in.
Século XXI, onde homens e mulheres temem uma
 gravidez muito mais que HIV.
Onde o serviço de entrega de pizzas chega mais
 rápido que a ambulância.
Onde as pessoas morrem de medo de terroristas
e de criminosos muito mais do que temem a Deus.
Onde as roupas decidem o valor de uma pessoa e
ter dinheiro é mais importante do que ter amigos
ou até mesmo família.
Século XXI, onde as crianças são capazes
de desistir dos seus pais pelo seu amor virtual.
Onde os pais esquecem de reunir a família à mesa
 para um jantar harmonioso, conversando sobre o dia
 a dia. Pois, estão entretidos no seu trabalho ou telemóvel.
Onde homens e mulheres muitas vezes, só querem
 relações sem obrigações e o seu único "compromisso"
 é fazer poses para fotos e publicar nas redes sociais
 jurando amor eterno.
Onde o amor se tornou público ou uma peça de teatro.
Onde o mais popular ou o mais seguido com mais
"Gostos" em fotos é aquele que aparenta esbanjar
 felicidade; aquele que publica fotos em lugares
fantásticos e paradisíacos, rodeado por "amizades
 vazias", com "amores incertos" e "famílias desunidas".
Onde as pessoas se esqueceram de cuidar do espírito, da
alma vazia e resolveram cuidar e tatuar os seus corpos.
Onde vale mais uma lipoaspiração para ter o corpo
 desejado do "mundo artístico" do que um diploma
 universitário.
Onde uma foto no ginásio tem muito mais
"Gostos" 
que uma foto estudando ou praticando boas acções.
Século XXI, aqui só sobrevives se jogares com a
 "razão" e és destruído se agires com o teu coração!


Anúncio " Enólogo precisa-se"



Num grande armazém de vinhos, o provador faleceu
 e os co-proprietários começaram a procurar alguém
 que fizesse o trabalho de provar os vinhos. 
Um velhote potomaníaco do vinho que parecia ébrio 
 e mal vestido, apresentou-se para solicitar o lugar. 
Os proprietários, não gostaram do candidato, e
 pensaram como poderiam livrar-se dele. 
Então, na presença de todo pessoal  da empresa,
 deram-lhe um copo de vinho para ele testar.
O velho provou e disse:
- É um Moscatel de três anos, elaborado com uvas
colhidas na parte norte desta região, guardado num
 barril inox. É de baixa qualidade, porém, aceitável.
- Correto, disse o chefe!
 Outro copo por favor.
- É um cabernet, safra 2008, com uvas colhidas nas
 encostas ao sul da região, guardado num barril de
carvalho americano a 8 graus de temperatura. Ainda
faltam uns três anos para que alcance a sua mais
alta qualidade.
- Absolutamente correto! 
Um terceiro copo.
- É um espumante elaborado com uvas chardonnay,
 completada com 15% pinot noir, de alta qualidade e
 exclusiva, disse o candidato.
Os proprietários não acreditavam no que estava ouvindo 
e fizeram um sinal com os olhos à secretária  pedindo-lhe
 que ela fizesse algo.
 Ela saiu da sala e regressou com um copo de urina
 misturada com vinho.
O bêbado provou e, calmamente, disse:
- É vinho marteleiro misturado com xixi, de uma loira de
 26 anos de idade, com dois meses de gravidez e se não
 me derem o emprego, digo quem é o pai! e acuso-o se
 ela fizer um aborto!...
 Tiveram que lhe dar o emprego por que ele  eram um 
verdadeiro identificador de vinhos e sabia muito do que
 se passava no armazém de vinhos!...
Moral da história:
A vestimenta e o parecer não significa ignorância 
ou melhor o traje não identifica o traste,



Avoir des oubis n´est pas Alzheimer!


Depuis un certain temps...
J’oublie les noms des ex-camarades se ne me
 souviens plus où j’ai rangé certaines choses...
 En parlant, il m’arrive de m’arrêter et ne plus
savoir de quoi je parlais.
Avant, je craignais qu’il s’agissait d’un début
d’Alzheimer...mais aujourd’hui, à la lecture de cet
 article, je suis rassuré.
Si quelqu’un à conscience de ses problèmes de
 mémoire, c’est qu’il n’a pas l’Alzheimer.
Il s’agit de l’anosognosie ou l’oubli temporaire.
 La moitié des gens de 60 ans et plus présentent
certains symptômes qui sont plutôt dus à l’âge
 qu’à la maladie. il faut savoir ça
Ce qui arrive souvent chez les personnes de 60 ans
et plus qu’elles se plaignent que la mémoire leur
 fait défaut :
Les cas les plus répandus sont l’oublis du nom
d’une personne, le fait de se rendre dans une pièce
 de la maison et ne plus se rappeler pourquoi on y
 allait,un blanc de mémoire pour un titre de film ou
d’un acteur, d’une actrice, une perte de temps à
chercher où on a laissé ses lunettes ou ses clés.
Après 60 ans, la plupart  des gens présentent une
 Telle difficulté, ce qui indique qu’il ne s’agit pas
d’une maladie mais plutôt que c’est une
caractéristique due au passage des années.
Bien des gens sont préoccupés de ces oublis.
 D’où l’importance de l’affirmation  suivante :

«Ceux qui sont conscients de souffrir de ces
 oublis sont ceux qui n’ont pas de problèmes
sérieux de la mémoire alors que ceux qui souffrent 
 d’une maladie de la mémoire –dont l’Alzheimer– ne
se rendent pas compte de ce qui se passe.»

As Forças Armadas de Portugal.


Tenho cinco irmãos e todos fizemos o serviço militar
obrigatório. Só eu, de todos ascendentes e outros
 parentes, que eu saiba, por uma questão de melhor
 emprego época,decidi segui a carreira militar, da qual 
estou reformado. 
Muitos anos depois convivi muito de perto com centenas
 de militares dos três ramos das F. Armadas  quer em 
África (durante 13 anos de guerra) e em Portugal.
Durante trinta e quatro que estive na Marinha. Aí, pude
 testemunhar as qualidades de carácter, honra, palavra,
 coragem e espírito de serviço das nossas Forças
 Armadas.
Não digo isto por favor; digo-o por justiça. Os militares
 são, sem dúvida, “boa moeda” que o país não aprecia
 devidamente e que os políticos respeitam com  um
 indisfarçável enfado do dever de ofício.
Às vezes esquecem que as Forças Armadas são a
garantia da soberania de qualquer Estado! Para além
da segurança e defesa do território e dos cidadãos e
 da cooperação em contingentes internacionais
humanitários e de paz. Onde têm recolhido grandes
elogios unânimes pela elevada qualidade do seu
 trabalho, desempenham outras missões insubstituíveis no
 apoio às populações, em busca e salvamento, evacuações
 médicas, transporte de órgãos para transplante, combate
 a incêndios e auxílio em catástrofes naturais. E ainda outras
 missões interesse público, não relacionadas com a defesa.
Também esquecem, muitas vezes, a singularidade da
condição militar. Quem mais de nós está obrigado,
moralmente, por juramento diante da bandeira nacional,
e juridicamente, por imposição legal expressa, a sacrificar
 a própria vida pelo País? Em todas as funções são
 exigidos sacrifícios, mas uma pessoa vincular-se ao deve
 jurídico de dar a vida pelos outros não tem paralelo! Isto
não é teoria nem conversa. Há neste momento centenas
de homens e mulheres destacados em missões
internacionais, várias delas em palcos de elevado risco,
como no Afeganistão, Iraque e República Centro-
Africana.
Os nossos militares entram muitas vezes em acções de
combate armado.
 Desde 1991 destacámos 36.363 militares nessas
 missões internacionais e tivemos 20 mortes em serviço
(17 das
Forças Armadas e três da GNR). Ainda recentemente,
um jovem soldado, de 23 anos de idade, perdeu as
 duas pernas na República Centro-Africana, numa
missão de transporte logístico.
Isto para nem falar das sequelas psicológicas com
que muitos regressam às famílias. Segundo o estudo
As Consequências a Nível da Saúde Psicológica da
 Participação nas Guerras de África, do Afeganistão e
Iraque, Kosovo, etc.
Recentemente, o Presidente da República chamou a
atenção para a necessidade de aumentar as
remunerações nas Forças Armadas. Nisso tem razão.
E há mais coisas que precisam ser vistas. Como
alertou o chefe de Estado-Maior General das Forças
 Armadas, os recursos humanos necessários para
 assegurar as missões estão numa situação
insustentável.
Falta pessoal na Marinha no Exercito e Força Aérea.
É o ponto fulcral: 
Exigem muito, a quem dá tudo e em troca de pouco!
O carácter de uma nação vê-se como trata os seus
 seus combatentes. Os militares morrem mais 
cedo quando a Pátria se esquece deles!