segunda-feira, 1 de abril de 2019

Nada acontece por acaso!


O maior erro do ser humano, é tentar tirar da cabeça
 aquilo que não sai do coração.
 Um rapaz muito pobre com doze anos de idade
andava a vender ao domicílio algumas mercadorias
 para prosseguir os seus seus estudos no liceu.
 Num daqueles dias tinha fome, mas faltavam-lhe vinte
 cêntimos para comprar um pão com manteiga.
Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém,
seus nervos traíram-no quando uma encantadora
 mulher jovem  dos seus trinta anos lhe abriu a porta.
Em vez de comida, pediu um copo de água. Ela
deduziu que jovem parecia faminto e assim lhe deu
um grande copo de leite e uma sanduiche.
Ele comeu bebeu devagar e depois perguntou-lhe:
-Quanto lhe devo minha senhora?
-Não me deves nada - respondeu ela.
E continuou:
 - Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar
 pagamento por uma oferta caridosa a pessoas que
 têm fome.
Ele disse:
-Pois  agradeço-lhe de todo coração.
Quando o jovem J. Souza Coelho
saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte
 fisicamente,mas também sua fé em Deus e nos
 homens ficou mais forte.
Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.
 Mas como teve sorte nas vendas ao domicilio
conseguiu arranjar dinheiro para estudar.
Mais tarde pode entrar na faculdade de medicina
 do Porto.
Completou o curso e escolheu uma das especialidades
das patologias mais difíceis daquele tempo.
Trinta anos depois a tal senhora ficou gravemente
 doente.                          
  Os médicos locais estavam  muito confusos com os
 sintomas que essa senhora dizia sentir.
Finalmente enviaram-na para o hospital de Santo
 António no Porto.
Logo que chegou chamaram um especialista para
estudar sua rara enfermidade.
Chamaram o Dr. Souza Coelho
Quando escutou o nome do povoação de onde
ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos, ele
 imediatamente, vestido com a sua bata de médico,
foi ver a paciente.
Ele reconheceu imediatamente aquela senhora.
Determinou-se a fazer tudo do melhor que podia e 
sabiapara salvar aquela vida. 
Depois de estar curada daquela rara enfermidade.
O Dr. Souza Coelho pediu a administração do hospital
que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprová-la.
Ele conferiu-a, depois escreveu algo e mandou entregá-la
 no quarto da paciente.
Ela até teve medo de abri-la, porque sabia que levaria o
resto da sua vida para pagar todos os gastos com os
 médicos e o enternamento no hospital de santo António.
Mas finalmente abriu a fatura algo lhe chamou a atenção,
pois estava escrito o seguinte:
 "Totalmente pago há muitos anos com uma sanduiche
e um copo de leite ass.: Dr. Souza Coelho
Lágrimas de alegria lhe correram dos olhos da mulher e
seu coração ficou feliz por ter feito tão pouco e receber
 tanto!
Moral da história faz bem sem olhares a quem. E não
 faças alardo das oblações, como faziam os antigos
 romanos plutocratas e outros quejandos. Quando
 distribuíam algumas migalhas de arto ao povo tocam
 uma sineta para toda  gente saber das suas dávidas!

Subir e descer escadas em Lisboa

Avenidas, becos, calçadas, largos  e 
travessas com escadas em Lisboa:

Travessa de Gaspar Trigo
Rua de Guilherme Braga
Caracol da Graça
Largo da Graça
Beco de Santa Helena
Rua da Hera
Avenida Infante Santo (a escavacar 
legalmente" o ramal do Aqueduto...)
Jardim das Janelas Verdes
Travessa do Jasmim
Arco de Jesus
Escadinhas de João de Deus 
Rua da Oliveira ao Carmo
Rua João de Lemos
Escadinhas de São João Nepomuceno
Travessa do Jordão
Beco da Lapa
Travessa da Laranjeira
Calçada do Lavra
Beco dos Lóios
Alto do Longo
Beco do Loureiro
Escadinhas da Rua do Loureiro 
 Travessa do Loureiro
Calçada de São Lourenço
Rua de São Lourenço
Beco de São Luis da Pena
Travessa da Madalena
Rua da Mãe d'Água (escadinhas)
beco do Maquinez
Beco da Maria da Guerra
Postigo do Largo do Marquês do Lavradio
Escadinhas do Marquês de Ponte de Lima
Calçada do Marquês de Tancos
Rua de Martim Vaz 
Travessa do Meio do Forte
Arco de São Miguel
Escadinhas de São Miguel
Beco das Mil Patacas
Escadinhas do Monte
Calçada da Mouraria 
Travessa da Nazaré
Rua Norberto de Araújo 
 Beco do Outeirinho da Amendoeira
Largo do Outeirinho da Amendoeira
Travessa das Parreiras
Rua Particular 1 à Calçada da Quintinha
Escadinhas da Rua Particular 
1 para a Rua Particular 
2 à Calçada da Quintinha
Rua Particular 2 à Calçada da Quintinha
Beco dos Paus 
Miradouro de São Pedro de Alcântara
Escadinhas da Porta do Carro
Escadinhas das Portas do Mar
Travessa da Portuguesa
Rua Possidónio da Silva
Beco do Quebra Costas 
Paço da Raínha
Beco dos Ramos
Escadinhas dos Remédios
Rua dos Remédios à Lapa
Beco da Ricarda 
Rua do Salvador
Escadinhas da Saúde
Miradouro da Senhora do Monte
Largo do Sequeira
Rua do Sol a Sant'Ana
Beco do Surra
Beco dos Surradores
Escadinhas dos Terramotos
Escadinhas do Terreiro do Trigo
Calçada do Tijolo
Rua do Triângulo Vermelho
Calçada de São Vicente 
Largo do Sequeira
Rua do Vigário








A culpa é do corneteiro


Consta-se que nos primeiros tempos da fundação da nacionalidade
Mais precisamente no tempo do nosso rei D. Afonso Henriques.
No fim de uma batalha ganha o seu exército vencedor tinha direito
 ao saque sobre os vencidos.
 (Saque é o ato de saquear). Roubo público legitimado pelo rei.
 Estas ações desonestas já vinham dos anciens regimes, governantes,
que mandavam os seus corsários assaltar os navios que pertenciam
aos países com quem eles estavam em guerra para os enfraquecerem..
 Contrariamente aos piratas que estes roubavam por conta própria.
Muitos enriqueceram no assalto aos navios que podiam assaltar de
noite em pleno mar alto.
Pois bem, após cada uma dessas batalhas, ganhas pelo nosso 1º Rei de
Portugal, mandava o seu corneteiro  tocar para dar "início ao saque"
Era talvez, aquilo que as tropas tinham direito como ordenado, eles
só combatiam para terem direito ao saque.
O referido saque só terminava quando o mesmo corneteiro desse o
toque para pôr fim a esse roubo.
 Mas, devido alguma maleita ou ferimento, o dito corneteiro ou
 mesmo a morte dele  antes de conseguir tocar o "fim ao saque".
 E, até hoje, ninguém voltou a tocar, anunciando o fim do saque.
 Afinal a culpa é mesmo do corneteiro!... Não haverá por aí
alguém maestro que saiba tocar para acabar com o saque!