domingo, 3 de novembro de 2019

Uma história verídica

Poderão pensar que é anedota mas não, estas nossas
 leis, é que fazem rir, ou melhor dizendo, fazem chorar
 e muito e, como tal, deveremos precaver-nos.


Portanto:
Se forem assaltados (espero bem que não, mas aqui
i fica o aviso) recebam o assaltante de braços abertos,
conduzam-no até aos sítios onde possam existir artigos
 que sejam do seu interesse e após a entrega do saque,
 ofereçam uma uma bebida, conduzindo-o, amavelmente,
 até à porta a fim de que o sujeito saia com a dignidade
 que merece.
Não lhe batam, não lhe dêem um tiro, nem lhe preparem
nenhuma armadilha, outrossim poderá acontecer-vos o
 mesmo que aconteceu ao Agostinho Vieira, de 79 anos,
 sito em Ermesinde, com o seu armazém de sucata,
várias vezes assaltado.
O dito senhor, infelizmente, não avisado para ter a
actuação que eu vos informo que devem ter, decidiu
 montar várias armadilhas no armazém, para tentar
apanhar o ladrão que lhe provocava prejuízos.

Sucede que um dos invasores, meteu um pé num fio,
que estava ligado não se sabe bem onde nem a quê,
(não era arma de fogo) e apanhou com uma cartuchada
 numa perna.

O dito senhor Agostinho Vieira, não deve ter tido o
 cuidado de pedir desculpa ao ladrão, ou inclusive,
 de o conduzir de imediato ao hospital mais próximo,
 não deixando de acompanhar a sua presença com o
saque pretendido pelo assaltante e, disto resultou que
dada a sua idade(eventualmente com uma
vida contínua de trabalho, o que, mais do que certo,
o tal assaltante nunca teve) o Senhor Agostinho Vieira 
saiu ontem, amparado por familiares,   do  tribunal de
 São João Novo, no Porto, com a seguinte sentença:

PASMEM- SE PESSOAS DE BOA FÉ

O Senhor Agostinho Vieira, pessoa de 79 anos, várias
 vezes tendo o seu armazém assaltado pelo mesmo
invasor, "foi condenado a 5 anos de pena suspensa",
 por ter tentado dar uma cartuchada no dito cujo
 ladrão e ter várias armadilhas instaladas, de forma a
 tentar apanhar o assaltante.

Como se tal não fosse já um pouco bárbaro, o idoso
 e várias vezes assaltado, foi ainda condenado a pagar
 ao assaltante, de 40 anos, uma indemnização de
€37.500,00.

Agora a parte ainda mais anedótica...
O senhor assaltante, de 40 anos de idade e nome
Manuel Marques, não ficou nada satisfeito com a
indemnização e queria, no mínimo, € 80.000,00,
 alegando que, dado o ferimento, agora não
consegue,  arranjar trabalho! O  que ele nunca
gostou de fazer.
Vai  continuar a roubar para ser indemnizado caso
 seja apnhado e ferido .
O ladrão está sempre em vantagem, se não for
 apanhado a roubar leva o produto roubado.


Um casamento e divorcio no ceu

Um homem passou a vida inteira sozinho, sem
encontrar uma mulher para amar. Aos 102 anos,
 morre e vai para o céu.
Ao mesmo tempo, uma mulher passou a vida
toda sozinha, sem encontrar o amor da sua vida.
Aos 96 anos, ela morre e vai também para o céu.
Por acaso, os dois encontram-se na biblioteca
Celestial, e descobrem que ambos têm um
 profundo gosto pelos livros. Começam a
conversar e, surpreendentemente, após uma vida
 inteira de solidão e infelicidade, apaixonam - se.
Eles marcam uma audiência com o S. Pedro e
pedem-lhe para se casarem.
 -Esperem que venha um padre para o Céu, para
os casar disse S. Pedro: voltarei com a resposta
logo que possível. Esta é uma situação
extraordinária. Seis anos se passaram, e o casal
esperou pacientemente.
 Finalmente, S. Pedro aparece com um padre e diz
ao homem e à mulher que o padre pode casá-los.
Durante 10 anos que viveram juntos e sentiam
felizes.
Passado esse tempo. Já não havia amor entre eles.
Então decidiram marcar outra audiência com
 S. Pedro e desta vez pedem, infelizmente, o divórcio.
 O S. pedro responde, exasperado:
 - Levei seis anos para encontrar um padre neste
 lugar. Quanto tempo vocês acham que vou levar
 para encontrar um advogado que venha para aqui
 para os divorciar?...


Uma razão para não se pensar pensar em divorcio.


O divórcio pode salutar para certos homens.
 Um viajante visitou uma vez uma pequena aldeia
 na zona rural. No bar local, alguém lhe perguntou
 se ele era casado. Ele respondeu:
-Divorciado, Nunca consegui encontrar uma mulher
 com quem eu não brigasse muitas vezes!

- Então você deve ir falar com o velho casal que
 vive naquela colina fora da aldeia - dizem que eles
estão casados ​​há mais de 70 anos e nunca brigaram.

- O que?! Isso é impossível! Todos os casais brigam!
 Exclamou o viajante, mas o homem jurou que era
 verdade.

O viajante foi até a essa colina e, pela manhã, bateu
 à porta da pequena casa. Ele foi imediatamente
 atendido pelo marido, que o convidou para entrar.
 Depois que o viajante explicou por que estava lá,
o homem sorriu e acenou com a cabeça.

- É verdade, nós nunca brigamos.
 - Por favor, implorou o viajante, você pode me
dizer o seu segredo?
 - Bem, disse o velho, Tudo começou quando
 casamos , logo após nosso casamento. Nós
fomos A Braga no meu cavalo, quando ele tropeçou
 numa pedra nós  caímos e minha esposa disse:
 "Essa é a primeira".
 Continuamos no cavalo, e ele tropeçou
 novamente em outra pedra, o que fez minha
 esposa imediatamente dizer: "Essa é a segunda".
 Dois minutos depois, o cavalo tropeçou numa
 pedra novamente. Minha esposa disse: "Essa é
 a terceira".
Sacou uma arma que eu nem sabia que ela tinha e
 atirou à cabeça do cavalo sem pensar duas vezes!
 Fiquei chocado e gritei com ela: O que diabos, tu
pensaste bem o que fizestes?
 Nós precisávamos deste cavalo!Tu parece que
estás louca?!
 Minha esposa olhou- me directo nos olhos e disse:
- Essa é a primeira vez que me criticas. Á terceira
terás problemas.
 E nós nunca mais tivemos brigas desde então!..
 As mulheres que teve o viajante discutiam, a
 mulher do velho não discutia actuava!...

A gerontologia


Só na velhice a mesa fica repleta de ausências.
Chego ao fim, uma corda que aprende seu limite
após arrebentar-se em música.
Creio na cerração das manhãs.
Conforto- me em ser apenas homem.
Envelheci, tenho muita infância pela frente.

Retrato
"Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste,
assim magro, nem estes olhos tão vazios nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e
 mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil:
em que espelho ficou perdida a minha face?”

"Assim como os picos cobertos de neves são bonitos,
os cabelos brancos da velhice também tem sua beleza.
Não apenas beleza, mas sabedoria também, de que
nenhum jovem pode se vangloriar.
A Beleza da Velhice. O filho pequeno, com a curiosidade
de quem ouviu uma nova palavra, mas ainda não entendeu
 seu significado, perguntou à sua mãe:
- Mamãe, o que é velhice?

 Na fração de segundo antes da resposta, ela fez uma
viagem ao passado. Lembrou-se dos momentos de luta, das
dificuldades, das decepções. Sentiu todo o peso da idade e da
responsabilidade em seus ombros. Tornou a olhar para o
 filho, que, sorrindo, aguardava uma resposta:
- Olhe para o meu rosto, filho,  disse ela.
- Isto é a velhice.
E imaginou o garoto vendo as rugas e a tristeza em seus olhos.
Depois de alguns instantes, o menino respondeu:
- Mamãe! Como a velhice é bonita! Não sei...
Se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que
nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos
no coração das pessoas.
Não seja nem curta nem longa demais mas que ela seja
intensa, verdadeira, pura...Enquanto durar.
Minha natureza é envelhecer.
Não há nenhum modo de escapar do envelhecimento.
Minha natureza é ter doença e saúde.
Não há nenhum modo de escapar de ter
doença e saúde. Minha natureza é morrer.
Não há nenhum modo de escapar da morte.
Tudo que desejo e todos a quem amo
tem a natureza da mudança Não há nenhum modo de
escapar da mudança.
Minhas ações são meus únicos pertences verdadeiros.
Eu não posso escapar das conseqüências de minhas ações.
Minhas ações são o solo onde estou