domingo, 8 de setembro de 2019

Bem-vindo ao XXI


Aqui o sexo é livre e o amor tornou-se um
 bolso cheio de notas. 
Onde perder o telemóvel é pior que perder os
teus valores. Onde a moda é fumar e beber e, se não
 fizeres isto, és "cota".
Onde a casa de banho tornou-se estúdio para fotos
 e a igreja, o lugar perfeito para check in.
Século XXI, onde homens e mulheres temem uma
 gravidez muito mais que HIV.
Onde o serviço de entrega de pizzas chega mais
 rápido que a ambulância.
Onde as pessoas morrem de medo de terroristas
e de criminosos muito mais do que temem a Deus.
Onde as roupas decidem o valor de uma pessoa e
ter dinheiro é mais importante do que ter amigos
ou até mesmo família.
Século XXI, onde as crianças são capazes
de desistir dos seus pais pelo seu amor virtual.
Onde os pais esquecem de reunir a família à mesa
 para um jantar harmonioso, conversando sobre o dia
 a dia. Pois, estão entretidos no seu trabalho ou telemóvel.
Onde homens e mulheres muitas vezes, só querem
 relações sem obrigações e o seu único "compromisso"
 é fazer poses para fotos e publicar nas redes sociais
 jurando amor eterno.
Onde o amor se tornou público ou uma peça de teatro.
Onde o mais popular ou o mais seguido com mais
"Gostos" em fotos é aquele que aparenta esbanjar
 felicidade; aquele que publica fotos em lugares
fantásticos e paradisíacos, rodeado por "amizades
 vazias", com "amores incertos" e "famílias desunidas".
Onde as pessoas se esqueceram de cuidar do espírito, da
alma vazia e resolveram cuidar e tatuar os seus corpos.
Onde vale mais uma lipoaspiração para ter o corpo
 desejado do "mundo artístico" do que um diploma
 universitário.
Onde uma foto no ginásio tem muito mais
"Gostos" 
que uma foto estudando ou praticando boas acções.
Século XXI, aqui só sobrevives se jogares com a
 "razão" e és destruído se agires com o teu coração!


Anúncio " Enólogo precisa-se"



Num grande armazém de vinhos, o provador faleceu
 e os co-proprietários começaram a procurar alguém
 que fizesse o trabalho de provar os vinhos. 
Um velhote potomaníaco do vinho que parecia ébrio 
 e mal vestido, apresentou-se para solicitar o lugar. 
Os proprietários, não gostaram do candidato, e
 pensaram como poderiam livrar-se dele. 
Então, na presença de todo pessoal  da empresa,
 deram-lhe um copo de vinho para ele testar.
O velho provou e disse:
- É um Moscatel de três anos, elaborado com uvas
colhidas na parte norte desta região, guardado num
 barril inox. É de baixa qualidade, porém, aceitável.
- Correto, disse o chefe!
 Outro copo por favor.
- É um cabernet, safra 2008, com uvas colhidas nas
 encostas ao sul da região, guardado num barril de
carvalho americano a 8 graus de temperatura. Ainda
faltam uns três anos para que alcance a sua mais
alta qualidade.
- Absolutamente correto! 
Um terceiro copo.
- É um espumante elaborado com uvas chardonnay,
 completada com 15% pinot noir, de alta qualidade e
 exclusiva, disse o candidato.
Os proprietários não acreditavam no que estava ouvindo 
fizeram um sinal com os olhos à secretária  pedindo-lhe
 que ela fizesse algo.
 Ela saiu da sala e regressou com um copo de urina
 misturada com vinho.
O bêbado provou e, calmamente, disse:
- É vinho marteleiro misturado com xixi, de uma loira de
 26 anos de idade, com dois meses de gravidez e se não
 me derem o emprego, digo quem é o pai! e acuso-o se
 ela fizer um aborto!...
 Tiveram que lhe dar o emprego por que ele  eram um 
verdadeiro identificador de vinhos e sabia muito do que
 se passava no armazém de vinhos!...
Moral da história:
A vestimenta e o parecer não significa ignorância 
ou melhor o traje não identifica o traste,



Avoir des oubis n´est pas Alzheimer!


Depuis un certain temps...
J’oublie les noms des ex-camarades se ne me
 souviens plus où j’ai rangé certaines choses...
 En parlant, il m’arrive de m’arrêter et ne plus
savoir de quoi je parlais.
Avant, je craignais qu’il s’agissait d’un début
d’Alzheimer...mais aujourd’hui, à la lecture de cet
 article, je suis rassuré.
Si quelqu’un à conscience de ses problèmes de
 mémoire, c’est qu’il n’a pas l’Alzheimer.
Il s’agit de l’anosognosie ou l’oubli temporaire.
 La moitié des gens de 60 ans et plus présentent
certains symptômes qui sont plutôt dus à l’âge
 qu’à la maladie. il faut savoir ça
Ce qui arrive souvent chez les personnes de 60 ans
et plus qu’elles se plaignent que la mémoire leur
 fait défaut :
Les cas les plus répandus sont l’oublis du nom
d’une personne, le fait de se rendre dans une pièce
 de la maison et ne plus se rappeler pourquoi on y
 allait,un blanc de mémoire pour un titre de film ou
d’un acteur, d’une actrice, une perte de temps à
chercher où on a laissé ses lunettes ou ses clés.
Après 60 ans, la plupart  des gens présentent une
 Telle difficulté, ce qui indique qu’il ne s’agit pas
d’une maladie mais plutôt que c’est une
caractéristique due au passage des années.
Bien des gens sont préoccupés de ces oublis.
 D’où l’importance de l’affirmation  suivante :

«Ceux qui sont conscients de souffrir de ces
 oublis sont ceux qui n’ont pas de problèmes
sérieux de la mémoire alors que ceux qui souffrent 
 d’une maladie de la mémoire –dont l’Alzheimer– ne
se rendent pas compte de ce qui se passe.»

As Forças Armadas de Portugal.


Tenho cinco irmãos e todos fizemos o serviço militar
obrigatório. Só eu, de todos ascendentes e outros
 parentes, que eu saiba, por uma questão de melhor
 emprego época,decidi segui a carreira militar, da qual 
estou reformado. 
Muitos anos depois convivi muito de perto com centenas
 de militares dos três ramos das F. Armadas  quer em 
África (durante 13 anos de guerra) e em Portugal.
Durante trinta e quatro que estive na Marinha. Aí, pude
 testemunhar as qualidades de carácter, honra, palavra,
 coragem e espírito de serviço das nossas Forças
 Armadas.
Não digo isto por favor; digo-o por justiça. Os militares
 são, sem dúvida, “boa moeda” que o país não aprecia
 devidamente e que os políticos respeitam com  um
 indisfarçável enfado do dever de ofício.
Às vezes esquecem que as Forças Armadas são a
garantia da soberania de qualquer Estado! Para além
da segurança e defesa do território e dos cidadãos e
 da cooperação em contingentes internacionais
humanitários e de paz. Onde têm recolhido grandes
elogios unânimes pela elevada qualidade do seu
 trabalho, desempenham outras missões insubstituíveis no
 apoio às populações, em busca e salvamento, evacuações
 médicas, transporte de órgãos para transplante, combate
 a incêndios e auxílio em catástrofes naturais. E ainda outras
 missões interesse público, não relacionadas com a defesa.
Também esquecem, muitas vezes, a singularidade da
condição militar. Quem mais de nós está obrigado,
moralmente, por juramento diante da bandeira nacional,
e juridicamente, por imposição legal expressa, a sacrificar
 a própria vida pelo País? Em todas as funções são
 exigidos sacrifícios, mas uma pessoa vincular-se ao deve
 jurídico de dar a vida pelos outros não tem paralelo! Isto
não é teoria nem conversa. Há neste momento centenas
de homens e mulheres destacados em missões
internacionais, várias delas em palcos de elevado risco,
como no Afeganistão, Iraque e República Centro-
Africana.
Os nossos militares entram muitas vezes em acções de
combate armado.
 Desde 1991 destacámos 36.363 militares nessas
 missões internacionais e tivemos 20 mortes em serviço
(17 das
Forças Armadas e três da GNR). Ainda recentemente,
um jovem soldado, de 23 anos de idade, perdeu as
 duas pernas na República Centro-Africana, numa
missão de transporte logístico.
Isto para nem falar das sequelas psicológicas com
que muitos regressam às famílias. Segundo o estudo
As Consequências a Nível da Saúde Psicológica da
 Participação nas Guerras de África, do Afeganistão e
Iraque, Kosovo, etc.
Recentemente, o Presidente da República chamou a
atenção para a necessidade de aumentar as
remunerações nas Forças Armadas. Nisso tem razão.
E há mais coisas que precisam ser vistas. Como
alertou o chefe de Estado-Maior General das Forças
 Armadas, os recursos humanos necessários para
 assegurar as missões estão numa situação
insustentável.
Falta pessoal na Marinha no Exercito e Força Aérea.
É o ponto fulcral
Exigem muito, a quem dá tudo e em troca de pouco!
O carácter de uma nação vê-se como trata os seus
 seus combatentes. Os militares morrem mais 
cedo quando a Pátria se esquece deles!